meta name="verify-v1" content="wkCH/hRSre2EVQZHVE+FmSzH9RFtwtWiDEWqrZNGmxQ=" /> NoWires - Sua vida sem fios: Agosto 2009
NoWires - Sua vida sem fios
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
  Visa e Claro lan�am projeto piloto para testar 'mobile payment' bo Brasil
O celular incorporou mais uma facilidade e deu outro passo para se tornar a "carteira eletr�nica" do s�culo XXI. Nesta ter�a-feira, 25, a Visa e seu bra�o de tecnologia, a Visanet, anunciaram um programa piloto que promete substituir o cart�o de cr�dito pelo telefone m�vel em dezenas de aplica��es. Batizado de Visa payWave, o sistema contactless (sem contato) utiliza a tecnologia Near Field Communication (NFC), padr�o desenvolvido pela ind�stria financeira para a transmiss�o e recep��o de dados entre dispositivos pr�ximos. O payWave funciona da seguinte forma: ap�s o lojista digitar o valor da compra no leitor convencional de cart�es (POS), o usu�rio - que previamente solicitou a rela��o do n�mero do seu cart�o de cr�dito ao n�mero da linha do celular - aproxima seu aparelho m�vel com NFC em cerca de 10 cent�metros de um terminal fixo, tamb�m dotado de chipset NFC e interligado ao POS. O recibo � emitido automaticamente no POS e a conclus�o efetuada. O piloto est� sendo realizado com 200 portadores de cart�o de cr�dito Visa do Banco do Brasil e Bradesco na Grande S�o Paulo e Bras�lia - outros bancos emissores devem aderir ao projeto no futuro - e, por enquanto, o chip NFC est� dispon�vel somente no celular Nokia 6212 vendido pela operadora Claro. Os terminais NFC est�o dispon�veis em bilheterias de cinemas e caixas de algumas redes de restaurantes fast-food. "O sistema contactless se justifica e � altamente oportuno em lugares com grande movimenta��o e volume de pagamentos, onde invariavelmente se formam filas, como ped�gios, padarias, est�dios de futebol, cinemas e fast-foods", diz Marcelo Sarralha, diretor de Tecnologia e Produtos e Canais Emergentes da Visa. O limite m�ximo por transa��o � de R$ 100 e a plataforma embarcada permite que o usu�rio, ao tirar foto do produto comprado em seu celular, tenha a imagem desse produto automaticamente relacionada aos valores da respectiva transa��o. "Assim, ele ter� um hist�rico ilustrado de suas compras", acrescenta. A Visa n�o informou quando o payWave estar� dispon�vel comercialmente, alegando que isso depender� de uma s�rie de fatores relacionados � toda a cadeia de parcerias.

Mobile payment

Segundo Sarralha, o lan�amento do Visa PayWave n�o representa um modelo propriet�rio de mobile payment, muito pelo contr�rio. "Estamos utilizando a NFC, uma tecnologia aberta e, mais do que isso, consagrada e aprovada pela ind�stria financeira como a mais confi�vel para o mobile payment, por seus protocolos seguros e altos n�veis de criptografia", explica. "Com certeza, essa experi�ncia agregar� valor �s discuss�es da Febraban (Federa��o Brasileira dos Bancos) na busca pelo modelo de pagamento m�vel a ser adotado futuramente no pa�s", acrescenta.

A diretora de Servi�os de Valor Adicionado (VAS) da Claro, Fiamma Zarife, concorda e acrescenta que a tecnologia de seguran�a do mobile payment tinha mesmo de vir da ind�stria financeira. "Eles s�o especialistas nisso, enquanto n�s (teles) podemos agregar a escala da telefonia m�vel", diz. Ela acrescenta que outras iniciativas est�o sendo tomadas pela Claro a fim de viabilizar ainda mais o neg�cio. "J� estamos testando em laborat�rio uma forma de integrar a tecnologia NFC diretamente ao SIM Card, o que traria escala e garantiria o sucesso do mobile payment", revela.

Cartazes inteligentes

H� uma s�rie de servi�os de valor adicionado que a Visa lan�ar� por interm�dio do NFC. Um deles, que tamb�m est� em teste, � o de cartazes inteligentes. O usu�rio aproxima seu celular NFC de um cartaz ou folder promocional e automaticamente aparecer� no visor do aparelho uma mensagem referente a alguma promo��o, desconto ou at� acesso trechos de filmes. "No cartaz inteligente de um filme, por exemplo, basta aproximar o celular do cartaz para assistir o trailer no aparelho ou ganhar um ingresso para o acompanhante", diz Sarralha. Fiamma Zarife revela que a Claro tamb�m pretende utilizar esse canal para promo��es casadas com a operadora, que podem passar pelo envio de ringtones, wallpapers, SMS, entre outros.

Pr�ximo lan�amento

O pr�ximo lan�amento de mobile payment da Visa ser� na �rea de transfer�ncia de valores financeiros entre contas banc�rias. Quem revela � Marcelo Serralha. "Essa transfer�ncia poder� ser feita de forma presencial (entre dois celulares, via NFC) ou via Internet ou SMS, tamb�m por meio do aparelho m�vel", diz.
Fonte: TELETIME
 
s�bado, 15 de agosto de 2009
  Escultura feita com LEDs
Esta obra � do artista Makoto Tojiki e foi exposta na feira de design Salon Satellite, em Mil�o (It�lia). � constitu�da por cabos com LEDs azuis em suas pontas -- comprimentos diferentes de cada cabo formam a imagem.

Fonte: Blue Bus
 
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
  Operadoras de TV por assinatura pedem � Anatel providencias contra a Telef�nica por causa dos receptores de TV por sat�lite AZBox
Um grupo de 13 empresas de TV por assinatura encaminhou na �ltima segunda-feira, 10 de agosto de 2009, um of�cio � Anatel pedindo que a ag�ncia exija da Telef�nica provid�ncias para que o sinal emitido pelo sat�lite Hispasat Amazonas 1 n�o seja captado por equipamentos como o AZBox. O of�cio tamb�m foi encaminhado � ABPTV (Associa��o Brasileira dos Produtores de TV), � ABTA (Associa��o Brasileira de Televis�o por Assinatura) e ao SETA (Sindicato das Empresas de TV por Assinatura). Julio Campos, vice-presidente executivo da Ina Telecom - uma das signat�rias do documento - diz que se nada for feito as empresas ir�o acionar a Justi�a contra a Telef�nica, cujo sinal est� sendo captado pelos usu�rios dos receptores AZBox e amea�am at� mesmo acionar judicialmente a Anatel, por omiss�o.

AZBox HD Premium
O equipamento AZBox (http://www.azbox.com/) � um receptor e decodificador de sinais digitais de sat�lite das bandas C e Ku, destinado � recep��o de canais de TV. A empresa respons�vel pela produ��o do equipamento chama-se OpenSat, Lda. e tem sede em Portugal. Aparentemente o equipamento � fabricado por uma montadora de equipamentos eletr�nicos na Cor�ia do Sul. A principal caracter�stica do receptor AZBox � o fato do firmware do aparelho poder ser facilmente alterado de modo a receber canais de TV normalmente bloqueados e dispon�veis somente atrav�s de assinatura, como HBO e CINEMAX. A Telef�nica usa alguns transponders do sat�lite espanhol Hispasat Amazonas 1, posicionado sobre o Brasil, para a irradia��o de sinais de TV para a Am�rica Latina e comercializa��o de servi�o de TV por assinatura em diversos pa�ses onde atua. No entanto, as operadoras brasileiras reclamam do fato da codifica��o adotada pela Telef�nica no sinal do sat�lite poder ser facilmente "quebrada" e incorporada a novas vers�es do firmware do receptor AZBox, disponibilizado em diversos sites na Internet.

Ou seja, para receber centenas de canais de TV sem pagar assinatura, o usu�rio simplesmente percorre os seguintes passos:

- Comprar e instalar uma antena parab�lica equipada com o LNA (low noise amplifier)apropriado para a faixa de frequ�ncias do sat�lite Hispasat Amazonas 1. Uma antena de 90 cm de di�metro custa por volta de R$ 150,00, mais as despesas de instala��o, e fornece sinal adequado em qualquer ponto do terit�rio brasileiro.

- Comprar um receptor AZBox. O modelo mais vendido no Brasil � o evo XS e custa entre R$500 e R$600, dependendo do fornecedor. Existem modelos mais sofisticados, como o AZBox HD Premium, que possuem um disco r�gido SATA interno no qual � poss�vel tamb�m gravar os programas de TV para assisti-los mais tarde. Existem tamb�m receptores de outras marcas, mas os usu�rios preferem os da marca AZBox porque dizem ser mais f�cil de fazer a atualiza��o do firmware. [As empresas que entraram com a reclama��o junto � Anatel dizem que os equipamentos AZBox entram no Brasil atrav�s do Uruguai, principalmente por empresas do Rio Grande do Sul].

- Ligar o receptor AZBox � antena parab�lica com um cabo coaxial apropriado e apontar a antena para o sat�lite Hispasat Amazonas 1. Fazer o correto apontamento da antena � uma tarefa dif�cil, pois o alinhamento deve ser muito preciso. O sat�lite possui diversos canais de TV livres e, se a instal�ao for corretamente executada, o receptor ir� localizar os canais de TV emitidos pelo sat�lite e sintoniza-los, sem qualquer modifica��o no receptor AZBox. � poss�vel tamb�m receber canais de �udio de esta��es de r�dio brasileiras e estrangeiras.

- Para captar os sinais de TV "pagos", o usu�rio ter� que obter na Internet uma vers�o atualizada do firmware do receptor AZBox, que foi modificada de modo a desbloquear os canais normalmente dispon�veis por assinatura. O firmware novo � gravado em um pen-drive e transferido para o receptor AZBox, que possui um conector USB para esta finalidade. Dependendo da vers�o do firmware obtida, o usu�rio ter� � disposi��o entre 200 e 300 canais de TV, inclu�ndo muitos canais somente dispon�veis em pacotes premium de TV por assinatura, como HBO Plus, HBO Family, CINEMAX, SporTV, Disney Channel e diversos outros.

H� muita pol�mica sobre a legalidade ou n�o desta pr�tica. Quanto � compra e instala��o de uma antena parab�lica, n�o h� nada de ilegal nisso, pois a venda de antenas receptoras de sat�lite � totalmente livre no Brasil. As antenas usadas para captar os sinais do sat�lite espanhol s�o exatamente iguais �s que se usam por todo o pa�s para receber os canais de TV livres, proveniente de dezenas de sat�lites que povoam os c�us. Quanto a venda do receptor AZBox, trata-se simplesmente de um receptor de sinais eletromagn�ticos que, em sua configura��o original, apenas recebe canais de TV n�o-codificados, portanto de livre recep��o. Ou seja, neste aspecto, o receptor AZBox em nada difere de um aparelho de r�dio de "ondas curtas", que recebe sinais de r�dio do mundo todo se for conectado a uma antena apropriada. O receptor AZBox � facilmente encontrado � venda no Brasil e em muitos deles aparentemente sua importa��o segue caminhos perfeitamente legais e com recolhimento de impostos, pois os vendedores fornecem nota fiscal e garantia. Tamb�m muitos usu�rios compram este equipamento no Paraguai e aparentemente n�o encontram obst�culos para traze-los para o Brasil, pois seu custo no pa�s vizinho est� abaixo de US$300 - pode assim ser incluido nas compras realizadas na fronteira e seu pequeno tamanho permite acomoda-lo na bagagem de m�o. Finalmente, quanto a mudan�a do firmware original de um aparelho por um outro "com melhorias" e obtido gratuitamente na Internet, trata-se de um procedimento relativamente corriqueiro que os usu�rios frequentemente fazem no modem ADSL, no roteador WiFi e em diversos outros equipamentos. Ou seja, atualizar o firmware de um equipamento comprado legalmente n�o pode ser considerado crime, pois � um procedimento t�cnico at� mesmo recomendado pelos fabricantes para corrigir eventuais bugs existentes nas vers�es iniciais do firmware original. Mesmo o desbloqueio de celulares, feito de forma perfeitamente legal e at� incentivado pela Anatel, nada mais � do que uma atualiza��o do firmware de um equipamento digital. As diversas vers�es de firmware disponibilizados na Internet para o receptor AzBox n�o tem propriet�rios de direitos autorais definidos e portanto pode ser considerado semelhante a um programa freeware que instalamos no nosso computador. A conclus�o � que, sob o ponto de vista jur�dico, fica muito dif�cil considerar que receber e decodificar um sinal eletromagn�tico proveniente do espa�o sideral seja um procedimento ilegal.

O sat�lite Hispasat Amazonas 1 ocupa a posi��o orbital 61 graus Oeste. Com uma massa de 4,5 toneladas, o sat�lite Amazonas 1, baseado na plataforma estabilizada em tr�s eixos Eurostar 3000s da empresa Astrium, est� equipado com um total de 63 transponders equivalentes, dos quais 36 operam em banda Ku e 27 em banda C.


No of�cio enviado para a Anatel, as 13 empresas listam uma s�rie de links onde podem ser encontradas informa��es sobre o receptor AZBox, desde f�runs de discuss�es sobre como atualizar o firmware dos equipamentos at� sites vendendo o produto. Existem diversos an�ncios em jornais divulgando a novidade como "a nova tecnologia em TV digital". Chamam a aten��o para uma reportagem da Folha de S. Paulo (clique aqui para ler) de dezembro de 2008 que j� relatava o problema. E alegam que de l� para c� nada foi feito nem por parte da Telef�nica nem pela Anatel. "A Telef�nica vai ter que pagar um pre�o pela demora. Isso, certamente n�o est� se refletindo na receita do grupo Telef�nica. Para eles, isso n�o faz muita diferen�a. A estrat�gia pode ser de deixar as pessoas usarem para que elas se acostumem com o servi�o", diz Campos.

Durante o Congresso ABTA 2009, o problema dos receptores AZBox passou a ser discutido publicamente. Julio Campos afirma que as grandes operadoras n�o tem uma vis�o t�o detalhada do problema porque est�o mais distantes dos clientes. Pequenas opera��es de todo o Brasil, segundo ele, t�m sofrido muito com a prolifera��o de receptores AZBox no Brasil e a capata��o dos sinas de TV da Telef�nica. "Esse problema est� tomando uma propor��o muito grande. H� empresas que importam milhares e milhares de equipamentos e os distribuem pelo Brasil inteiro", diz ele.

As 13 signat�rias do requerimento � Anatel s�o: Sid's TV (Rio Grande do Norte), TV Cabo Mix (interior de S�o Paulo), Giga TV (Bahia), Cabo Servi�os de Telecom (Rio Grande do Norte), TV a Cabo Campo Mour�o (Paran�), Televigo TV a cabo (Paran�), GTV (Paran�), Editora Di�rio da Amaz�nia (Par�), Rede Brasileira de Comunica��o (Minas Gerais), Ina Telecom (Goi�s), EGTV (Esp�rito Santo), Ibituruna TV (Minas Gerais) e Cabo Vis�o Telecomunica��es (Santa Catarina). Com a excess�o da GVT, s�o todas operadoras pequenas, com n�o mais do que 10 mil assinantes, e que alegam estar perdendo vendas em fun��o do acesso aos canais de TV com o receptor AZBox.

Apesar de leg�tima a reclama��o das operadoras de TV por assinatura contra a crescente presen�a dos receptores AZBox no Brasil, � muito dif�cil imaginar que a Telef�nica vai tomar uma a��o eficaz a curto prazo que atenda �s reinvindica��es. Em primeiro lugar, a maior parte dos assinantes de TV por Assinatura da Telef�nica n�o est� no Brasil, mas espalhados em outros pa�ses da Am�rica Latina. Ou seja, se a Telef�nica mudar a codifica��o dos sinais provenientes dos sat�lite Hispasat Amazonas 1, ter� que providenciar a atualiza��o dos milhares de equipamentos receptores que est�o instalados nos lares dos seus clientes, a maioria dos quais fora do Brasil. Mas mesmo que fizesse isso, n�o haveria nenhuma garantia que dali a alguns dias os hackers n�o descobririam uma forma de incorporar a nova codifica��o em uma futura vers�o do firmware dos equipamentos AZBox e distribuissem esta nova atualiza��o na Internet. Ou seja, o imenso trabalho e despesa que a Telef�nica ter� para alterar a codifica��o dos seus canais de TV por sat�lite pode ser simplesmente in�til e ineficaz pela a��o de um �nico hacker que descubra como incorporar o novo c�digo ao firmware dos milhares de receptores AZBox espalhados pelo Brasil.

Fonte: Folha Online + Teletime + Reda��o NoWires

 
ter�a-feira, 11 de agosto de 2009
  Copel Telecom vai oferecer acesso a Internet por fibra �ptica no Paran�. Mas o que os usu�rios v�o fazer com isso?
A partir de 2010 usu�rios residenciais de Curitiba (PR) ter�o Banda Extra Larga oferecida pela Copel (Cia. Paranaense de Energia). O Paran�, e os paranaenses atendidos pela Copel, dever�o ter em primeira m�o a Internet do futuro com alt�ssima velocidade. O projeto BEL (Banda Extra-Larga) que est� sendo desenvolvido pela Copel Telecomunica��es ter� recursos de cerca de R$ 500 milh�es que ser�o revertidos num servi�o inovador, de alta qualidade e in�dito no mercado de telecomunica��es. Para demonstrar a import�ncia do projeto e a solidez da id�ia acaba de ser lan�ado o livro Projeto BEL: a Copel Telecomunica��es pensada estrategicamente, em equipe, que relata o in�cio e a ousadia do projeto.
Rede de Fibra Optica da CopelPelo BEL, a velocidade do acesso � Internet poder� chegar a 100 Mbps, o que representa conex�es pelo menos cem vezes superiores �s existentes hoje no mercado. Com mais velocidade e tamb�m com o conceito de clube de servi�os, o BEL dever� ser oferecido a clientes corporativos e residenciais a partir de 2010. Os estudos para a implanta��o j� est�o em andamento e at� o momento cerca de R$100 milh�es est�o sendo buscados na FINEP, Financiadora de Estudos e Projetos, entidade do Governo Federal que financia projetos inovadores.

No livro apresentado pelo Superintendente de Telecomunica��es da Copel, Carlos Eduardo Moscalewsky, s�o descritos os diferentes aspectos do projeto BEL em 19 cap�tulos escritos por 29 autores.

O envolvimento de outras diretorias, �reas e departamentos da Copel s� refor�am a import�ncia e a aposta da empresa neste salto tecnol�gico. Segundo o Superintendente de Marketing da Copel, Moacir Mansur Boscardin, a diversifica��o de neg�cios e a busca por novas receitas est�o refletidas na capa que a CMK produziu para a publica��o. Retrata a oferta de uma grande diversidade de conte�dos e servi�os digitais para a popula��o paranaense.

Para Marcos Pessoa, coordenador do projeto, trata-se de um empreendimento in�dito e que s� se torna poss�vel pela avan�ada rede de telecomunica��es que a Copel disp�e. "Al�m de ser dotada de tecnologias de ponta, a Copel possui uma capilaridade que s� tem equivalentes em poucos locais do planeta, o que possibilitar� a expans�o do projeto com maior rapidez". E completa: "o BEL ser� uma grande intranet, que oferecer� servi�os de valor adicionado em pacotes, como hospedagem, back-up, seguran�a, administra��o de aplicativos, telefonia IP, v�deo sob demanda, IPTV, telecomunica��o m�vel e jogos on-line, os quais poder�o ser prestados pela pr�pria Copel ou por outros fornecedores parceiros, utilizando o conceito de rede aberta".

Moscalewsky diz que "o BEL � mais do que a viabiliza��o de um projeto tecnol�gico, constituindo-se como um real planejamento estrat�gico plurianual para a Copel Telecomunica��es". E complementa, ressaltando que "a Copel Telecomunica��es, com as recentes iniciativas em andamento, passou a dispor de um imenso potencial para a gera��o de novos neg�cios para a Copel, e, tamb�m, para o apoio a projetos de desenvolvimento econ�mico e social do Paran�".

Informa��es adicionais sobre o Projeto BEL podem ser obtidas pelo telefone (41) 3331-3383, com Marcos Pessoa.

Clique aqui para acessar o conte�do do livro Projeto BEL: a COPEL Telecomunica��es pensada estrategicamente, em equipe. O conte�do deste livro est� em formato PDF (2,7 mbytes) e a navega��o pode ser realizada por meio dos Marcadores, localizados na lateral esquerda do documento.

Perguntas Frequentes:
1 - O BEL chegar� aos clientes pela linha de energia?
O BEL � um sistema que chegar� aos clientes por fibra �ptica, atrav�s da tecnologia de distribui��o chamada GPON.


2 - Quando e onde exatamente o BEL ser� lan�ado no mercado?
O BEL ser� lan�ado inicialmente em alguns bairros de Curitiba (ainda n�o definidos) e para clientes corporativos, � taxas de 100Mbps. A data de lan�amento ainda n�o est� estabelecida. Ap�s o lan�amento haver� expans�es progressivas para clientes de outras cidades do Paran� e para resid�ncias.

3 - J� existe uma tabela de pre�os para o BEL?
A tabela de pre�os ser� definida em data mais pr�xima ao lan�amento.

4 - A COPEL j� est� fazendo cadastramento de potenciais interessados?
Isso s� come�ar� ap�s o lan�amento do servi�o.

Por outro lado, pesquisa realizada pela Telef�nica com os 300 assinantes que testam o seu servi�o de FTTH (Fiber To The Home) com velocidade de 30 Mbps mostrou que os clientes n�o t�m percep��o de valor da ultra banda larga.

Embora os clientes tenham gostado muito de navegar em alt�ssima velocidade, 50% deles responderam que n�o sabiam o que fazer com tanta performance. E mais: como o uso acaba sendo o mesmo com velocidades inferiores, o cliente n�o se mostrou disposto a pagar um pre�o maior por 30 Mbps. "O pre�o ficou muito pouco acima da conex�o de 10 Mbps", afirma V�rgilo Amaral, diretor de tecnologia da TVA/Telef�nica. Como n�o h� essa percep��o de valor enquanto n�o houver uma oferta de conte�do atrelada �s alt�ssimas velocidades, a Telef�nica suspendeu o lan�amento de velocidades maiores.

Para tentar contornar o problema, o executivo disse que a Telef�nica estuda a cria��o de um portal de conte�do. No entanto, a id�ia esbarra na indisposi��o dos programadores em apostar em um modelo de neg�cio diferente. "N�o � s� conte�do sob demanda. Por que eu n�o posso ter o jogo de futebol? Por que os donos desses direitos n�o querem perder o prime time. O problema n�o � s� regulat�rio", diz ele em refer�ncia � proibi��o das concession�rias de telefonia em prestar servi�o de TV por assinatura.

Henrique Washington, s�cio e respons�vel pela �rea de telecom da Accenture, concorda com a Telef�nica. "Essa ultra banda larga vai ser atrativa quando tiver um conjunto de servi�os e aplica��es", disse.

A GVT pensa diferente. H� poucas semanas a empresa lan�ou sua nova fam�lia de produtos de banda larga, com velocidade que come�a em 3 Mbps e vai at� 100 Mbps. "Dando velocidade, o usu�rio vai buscar aplica��es", diz Ricardo Sanfelice, diretor de marketing e produtos da GVT. A oferta de 10 Mbps (respons�vel por 90% das novas vendas) � comercializada a R$ 69,90. Pelo mesmo pre�o, as concession�rias de telefonia oferecem velocidade n�o superiores a 2 Mbps ou 3 Mbps.

Fontes: Press Release COPEL e Teletime.
 
  Nokia Store de S�o Paulo oferece cursos gratuitos sobre tecnologias
A Nokia Store SP promove mais uma sequ�ncia de cursos gratuitos sobre tecnologias como, Nokia Mapas (servi�o de localiza��o e navega��o), Nokia Messaging (aplicativo para facilitar a configura��o e uso de at� dez contas de e-mail) Comes With Music (licen�a que permite o download de milh�es de m�sicas) e Converg�ncia. Os treinamentos come�am dia 11 de agosto e v�o at� o dia 30 de agosto, de segunda-feira at� s�bado, com uma hora de dura��o cada um.

Nokia Para participar � necess�rio confirmar presen�a pelo n�mero de telefone (11) 3061-9100 ou enviar um e-mail para flagship.sp@nokia.com. Caso ocorra algum imprevisto e n�o possa mais ir ao evento, o consumidor deve informar a loja. As vagas s�o limitadas em 15 participantes por treinamento.

Workshops Nokia Store SP ? R. Oscar Freire, 849 - Jardins

Segunda-feira, das 19h �s 20h - Nokia Messaging
Ter�a-feira , das 19h �s 20h - Nokia Mapas
Quarta-feira, das 19h �s 20h - Comes With Music
Quinta-feira, das 19h �s 20h - Nokia Mapas
Sexta-feira, das 19h �s 20h - Converg�ncia
S�bado, das 14h �s 15h - Nokia Mapas. Das 17h �s 18h - Nokia Messaging
 
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
  Venezuela confirma que vai usar o mesmo sistema de TV digital adotado no Brasil
O presidente venezuelano, Hugo Ch�vez, afirmou que seu governo est� na fase final das negocia��es com o Brasil e o Jap�o para a aquisi��o do sistema de televis�o digital. A afirma��o foi feita no domingo, dia 9 de agosto de 2009. Ch�vez fez o an�ncio durante seu programa dominical de r�dio e televis�o denominado "Al� Presidente".

No �ltimo dia 21, o presidente venezuelano assegurou que sua administra��o avaliava o sistema japon�s (ISDB-T), a tecnologia europeia DVB-T, um padr�o chin�s e o Sistema Brasileiro de Televis�o Digital, baseado no prot�tipo japon�s.

Ch�vez destacou ent�o que a transfer�ncia tecnol�gica � uma condi��o indispens�vel para o acordo com o fornecedor do sistema de televis�o digital. O governo venezuelano planeja que todas as transmiss�es de televis�o do pa�s sejam realizadas sob formato digital dentro de dez anos. As transmiss�es no formato digital v�o coexistir com o sistema anal�gico at� 2018.

Fonte: Folha Online
 
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
  Bel�m � a primeira cidade da Regi�o Norte a receber o sinal da TV digital
Cinco emissoras de televis�o de Bel�m receberam nesta ter�a-feira (4) a autoriza��o do Minist�rio das Comunica��es para transmitir sua programa��o em sinal digital. Os termos de consigna��o de canais de TV Digital foram assinados pelo ministro das Comunica��es, H�lio Costa.

Bel�m � a 17� capital brasileira e a primeira cidade da Regi�o Norte a receber os sinais digitais de alta defini��o. A partir da consigna��o dos canais, as emissoras t�m at� 18 meses para preparar o projeto de engenharia necess�rio para o in�cio das transmiss�es em car�ter definitivo.

O ministro H�lio Costa garantiu que, at� o fim deste ano, todas as capitais brasileiras estar�o aptas a transmitir o sinal digital, al�m de 30 cidades-polo. Segundo ele, at� 2014, o sistema deve estar implantado em todas as cidades, pois, em 2016 o sistema de transmiss�o anal�gico ser� desligado.

"A TV Digital � a modernidade da comunica��o, sobretudo porque abre espa�o para fazer uma comunica��o direta, multiplica��o de canais nas TVs p�blicas: o Canal da Cidadania, a TV da Educa��o, a TV da Cultura. Tudo isso � poss�vel gra�as � digitaliza��o", destacou.

Para o representante da Associa��o Paraense de Emissoras de R�dio e Televis�o (Apert), Camilo Afonso, a implanta��o da TV Digital na regi�o amaz�nica � uma conquista. "Fazer televis�o na Amaz�nia j� � um desafio, fazer TV Digital � um desafio maior ainda", observou.

As quatro emissoras do Par� que receberam a consigna��o dos canais digitais s�o a R�dio e Televis�o Marajoara, a Televis�o Liberal e o Sistema Clube do Par� de Comunica��o. Tamb�m foi assinado um protocolo de inten��es com a Funda��o de Telecomunica��es do Par� (Funtelpa).

De acordo com o Minist�rio das Comunica��es, 21 cidades brasileiras j� transmitem a TV Digital em car�ter definitivo: S�o Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goi�nia, Porto Alegre, Curitiba, Campinas (SP), Cuiab�, Salvador, Florian�polis, Vit�ria, Uberl�ndia (MG), S�o Jos� do Rio Preto (SP), Teresina, Santos (SP), Bras�lia, Campo Grande, Fortaleza, Recife, Jo�o Pessoa e Sorocaba (SP).

Fonte: Folha Online
 
domingo, 2 de agosto de 2009
  Voc� est� ligado na Enternet?

Fonte: Blog Bobagento
 
  Motorola vai fabricar m�dulo M2M GPRS pra autom�veis no Brasil
Um reflexo positivo na ind�stria eletr�nica da Resolu��o 245 do CONTRAN, que vai obrigar os fabricantes de autom�veis a equipar os ve�culos novos com equipamento rastreador, veio a tona esta semana com o an�ncio que a Motorola fabricar� no Brasil m�dulos de comunica��o machine-to-machine (M2M) com tecnologia GPRS. Estes m�dulos permitem que a posi��o do ve�culo, obtida por um receptor GPS, seja transmitida wireless (sem fios) para uma central de monitoramento, usando a rede de transmiss�o de dados GPRS de uma operadora de telefonia celular GSM.

Os m�dulos M2M ser�o produzidos pela Motorola em sua f�brica em Jaguari�na/SP a partir do primeiro trimestre de 2010. O primeiro m�dulo a ser produzido ser� o modulo G30, que est� em fase final de desenvolvimento em Israel, onde a Motorola cria produtos M2M. O aparelho utilizar� a tecnologia SMT (Surface Mount Technology - t�cnica na qual os componentes eletr�nicos s�o montados na superf�cie da placa de circuito impresso), o que permitir� que o m�dulo tenha dimens�es bastante reduzidas. A ideia � que ele possa ser integrado aos dispositivos antifurto que se tornar�o obrigat�rios em todos os carros novos vendidos no Brasil a partir de outubro do ano que vem, de acordo com a resolu��o 245 do CONTRAN.

Segundo o gerente de vendas da �rea de m�dulos M2M da Motorola, Artur Couto, a tecnologia SMT pemite tamb�m redu��o de custos, resultando em um produto at� 40% mais barato que os m�dulos tradicionais com componentes dotados de pinos para soldagem. Al�m da utiliza��o em ve�culos automotivos, o m�dulo G30 poder� servir tamb�m para outros mercados, como alarmes e equipamentos de POS (Point of Sale) tais como m�quinas de autentica��o para cart�o de cr�dito.

No segundo semestre de 2010 a Motorola deve lan�ar o modelo H30, que ser� um m�dulo de comunica��o tamb�m com tecnologia SMT, mas com interface para sistemas 3G.

Fonte: TELETIME
 
  Registro da marca "Nokia Money" pode ser ind�cio de movimento a favor do 'mobile payment'
Near Field Communications
A empresa Nokia solicitou o registro em v�rios pa�ses da marca Nokia Money. Junto com as solicita��es est�o as seguintes descri��es: "software de computador para viabilizar a transfer�ncia de dinheiro de uma conta banc�ria para outra atrav�s de telefones celulares" e "servi�os de transa��es financeiras: provimento de seguran�a para transa��es comerciais e op��es de pagamento usando telefones celulares em pontos de venda". As informa��es foram noticiadas pelo site NFC World esta semana.

Especula-se que esse movimento poderia ser mais um sinal da aposta da fabricante finlandesa em refor�ar sua atua��o em servi�os. Uma aplica��o de mobile payment independente de operadoras poderia servir como op��o de pagamento para clientes que acessam a OVI Store, loja de aplicativos da Nokia.

O site Rethink Wireless lembra ainda que a Nokia � a �nica fabricante com um modelo de celular com NFC (Near Field Communications), tecnologia de comunica��o sem contato e que seria a melhor candidata a uma aplica��es de pagamentos usando aparelhos celulares. A Nokia tem prometido incluir NFC em quase todos os seus modelos de gamas alta e m�dia a partir do ano que vem. Outro movimento da fabricante no campo de aplica��es financeiras foi seu investimento de US$ 70 milh�es na Obopay, empresa de mobile payment.

Fonte: TELETIME
 
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