meta name="verify-v1" content="wkCH/hRSre2EVQZHVE+FmSzH9RFtwtWiDEWqrZNGmxQ=" /> NoWires - Sua vida sem fios: Julho 2009
NoWires - Sua vida sem fios
sexta-feira, 31 de julho de 2009
  GVT lan�a banda larga de 100 Mbps
A GVT anunciou nesta quinta-feira, 30 de agosto de 2009, sua nova fam�lia de produto de acesso banda larga com velocidades que v�o de 3 Mbps a 100 Mbps. A nova oferta est� dispon�vel em 56 das 82 cidades onde a empresa atua, �rea onde est�o 92% dos clientes da GVT. A nova fam�lia de produtos - que recebeu a denomina��o mercadol�gica de Power - come�ar� a ser vendida a partir de segunda-feira, 3 de agosto de 2009.

A oferta da GVT tem algumas caracter�sticas que a diferenciam da oferta de concorrentes. Em primeiro lugar, o pre�o. Com R$ 99,90 � poss�vel contratar a velocidade de 15 Mbps. Apenas para efeito de compara��o, na Oi esse � o pre�o do pacote de 2 Mbps. A Oi ainda cobra R$ 150 por uma "taxa de habilita��o", de acordo com o site da companhia. Al�m do pre�o, a GVT diz que entrega, de fato, a velocidade contratada. Nas concession�rias o contrato d� direito a entregar apenas 10%. No produto da GVT, segundo a empresa, o cliente tamb�m n�o � obrigado a contratar provedor e o modem � gratuito nas ofertas a partir de 10 Mbps. Existe um prazo de fidelidade de um ano, devido ao modem totalmente subsidiado.

A GVT diz que consegue oferecer essas condi��es porque tem uma rede mais nova e, por isso, planejada para a oferta de servi�os de dados. O vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller Pinto, explica que a topologia de rede � diferente. A GVT tem mini centrais telef�nicas espalhadas pela cidade e cada central n�o est� a mais de 400 metros dos clientes. No caso das concession�rias, segundo ele, essa dist�ncia pode chegar a 5 km.

Segundo Troller Pinto, 21% dos clientes de banda larga da GVT t�m velocidades superiores a 10 Mbps. Esse alto �ndice de ado��o � explicado pelo pre�o. A GVT tem uma promo��o, valida at� o dia 31 de julho, onde o produto pode ser adquirido por R$ 59,90. Depois dessa data, entra o pre�o da fam�lia Power, onde a velocidade de 10 Mbps custa 69,90. O resultado dessa pol�tica agressiva de pre�os � que em Vit�ria, por exemplo, onde a empresa atua desde abril, 90% das vendas de banda larga s�o com velocidades superiores a 10 Mbps. "Esse mercado cresce muito r�pido. � prefer�vel estar � frente do voltar para consertar coisas", diz Troller. Ao final de junho a empresa tinha 530 mil clientes de banda larga e 2,3 milh�es de linhas em servi�o.

A expectativa da GVT � que 50% das vendas se concentrem nas velocidades de 10 Mbps e 15 Mbps, que custam, respectivamente, R$ 69,90 e R$ 99,90. J� as ofertas de 50 Mbps e 100 Mbps, a empresa entende que sejam mais procurada por pequenas empresas do ramo de publicidade ou arquitetura (que trabalham com arquivos pesados) ou heavy users. A fam�lia de produtos Power come�a com 3 Mbps que custa R$ 49,90. Depois vem 10 Mbps, 15 Mbps, 35 Mbps (R$ 199,90), 50 Mbps (R$ 299,90) e 100 Mbps (R$ 499,90).

At� 15 Mbps a GVT usar� a tecnologia ADSL2+. De 35 Mbps a 50 Mbps, a tecnologia � o VDSL, para a qual � necess�rio um pequeno investimento de software na central correspondente. J� para velocidade de 100 Mbps, a empresa utilizar� fibra-�ptica at� a casa do usu�rio, sob demanda. Nesse caso, a instala��o demora de 20 a 30 dias.

Fonte: TELETIME
 
quinta-feira, 30 de julho de 2009
  Erro de digita��o em GPS faz turistas errarem caminho em 650 km
Um erro de digita��o no aparelho de localiza��o por sat�lite GPS fez com que um casal de turistas suecos que pretendia dirigir at� a ilha de Capri, que fica no golfo de N�poles, na It�lia, acabasse chegando na pequena cidade industrial de Carpi, que fica no norte do pa�s.

De acordo com o jornal italiano "La Repubblica", o casal de turistas --ambos com cerca de 50 anos de idade-- saiu da cidade de Veneza e confiou que o aparelho de GPS os guiaria pelo caminho mais curto at� a ilha.

No momento em que foram digitar o nome de seu destino no aparelho, no entanto, acabaram trocando a posi��o das letras "r" e "p", o que fez com que o GPS indicasse o caminho da cidade no norte do pa�s, que fica a cerca de 650 km de dist�ncia de Capri.

Aparentemente ignorando o fato de Capri ser uma ilha, os dois estavam convencidos que haviam chegado ao local, e procuraram um escrit�rio tur�stico para se informarem sobre como chegar � Gruta Azul, um famoso ponto tur�stico da ilha.

Segundo o "La Repubblica", no primeiro momento, o operador do escrit�rio tur�stico pensou que eles estivessem procurando uma pizzaria ou restaurante com este nome, at� perceber o engano.

Ap�s ser informado sobre o erro, o casal entrou no carro novamente e seguiu em dire��o at� a ilha.

Fonte: BBC
 
s�bado, 25 de julho de 2009
  1000 ovelhas e muitos LEDs
O que voc� faria se tivesse umas mil ovelhas e muitos, mas muitos LEDs (Diodos Emissores de Luz)?
 
segunda-feira, 20 de julho de 2009
  Brasil chega a quase 160 milh�es de celulares
A base de celulares no Brasil cresceu 1,34% em rela��o ao m�s de maio, com a adi��o de cerca de 2,1 milh�es de acessos. A partir disso, o n�mero agora totaliza 159,6 milh�es, informou nesta segunda-feira a Anatel (Ag�ncia Nacional de Telecomunica��es). A expans�o em 12 meses foi de quase 20%.

O Brasil teve, em junho, um acr�scimo de 2,1 milh�es de habilita��es de telefonia m�vel, crescimento de 1,34% no n�mero de assinantes em rela��o a maio, divulgou a Anatel nesta segunda-feira. Na compara��o do primeiro semestre, no entanto, o setor registrou queda de 26,39%, --8,9 milh�es neste ano contra 12,1 milh�es em 2008.

Dos 159,6 milh�es de acessos celulares, 81,82% s�o pr�-pagos e 18,18% p�s-pagos.

A Vivo, controlada por Telef�nica e Portugal Telecom, segue l�der com 29,33% da participa��o no mercado. Na segunda posi��o vem a Claro (25,36%) e, na terceira, a TIM (23,71%). A Oi tem 21,22 e as demais empresas, CTBC, Sercomtel e Unicel, det�m menos de 1% de participa��o.

Entre as tecnologias mais utilizadas pelas empresas est�o a GSM, que domina o mercado, com 89,81%, a CDMA (6,24%) e a 3G (WCDMA, 1,19%).

No Brasil, a teledensidade (�ndice usado no mundo todo para demonstrar o n�mero de telefones em cada grupo de 100 habitantes) � de 83,47, com aumento de 1,25% em junho ante maio. Comparado a junho do ano passado, o crescimento foi de 20,07%.

O site NoWires destaca mias uma vez que os n�meros divulgados pela Anatel n�o s�o, a rigor, aparelhos celulares. Existem aguns dispositivo que possuem embutidos um chip de celular GSM mas n�o servem para tr�fego de voz. S�o, por exemplo, os terminais port�teis de autentica��o de cart�a de cr�dito, rastreadores de ve�culos com sinais GPS, alarmes dom�sticos e comerciais e alguns equipamentos de coleta remota de dados operados por empresas de distribui��o de energia el�trica, g�s e �gua.

Fonte: Folha Online
 
s�bado, 18 de julho de 2009
  GVT e Sky anunciam parceria pra descontos
A GVT e a operadora de DTH Sky anunciam oficialmente parceria comercial para oferecer benef�cios conjuntos aos clientes que adotarem servi�os das duas empresas. O cliente que adquirir pacotes de telefonia e banda larga da GVT, e planos de TV por assinatura da Sky, ter�o descontos especiais e benef�cios exclusivos.

Os detalhes comerciais da parceria, cujo contrato foi assinado nesta quinta, 16 de julho, ser�o divulgados no momento do lan�amento ao consumidor final, programado para o pr�ximo m�s.

Fonte: TELETIME
 
sexta-feira, 17 de julho de 2009
  Homenagem � Apollo 11: h� 40 anos, est�vamos na Lua

A fotografia mostra o astronauta norte americano Edwin Eugene 'Buzz' Aldrin Jr., fotografado no dia 21 de julho de 1969 na superf�cie da Lua. Esta fotografia foi tirada pelo comandante da miss�o Apollo 11, Neil Armstrong (vis�vel no reflexo do visor do capacete). No visor do capacete aparece tamb�m o reflexo de parte do m�dulo lunar Eagle, a bandeira norte americana e um pedestal que mantinha uma c�mera de TV. O pequeno ponto na parte superior do reflexo no visor � o planeta Terra, neste momento distante quase 400 mil quil�metros da Lua.

Veja mais fotos espetaculares da miss�o Apollo 11 no site do jornal The Boston Globe.
 
  Torre de 300 metros de altura vai monitorar Floresta Amaz�nica
Para monitorar de forma cont�nua as condi��es meteorol�gicas e as trocas gasosas entre atmosfera e floresta, uma parceria entre institui��es de pesquisa do Brasil e da Alemanha construir�, em 2010, uma torre de monitoramento de 300 metros de altura em plena Floresta Amaz�nica, a cerca de 150 quil�metros de Manaus.

De acordo com Antonio Ocimar Manzi, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz�nia (Inpa), o projeto tem o objetivo de gerar estimativas mais precisas sobre o papel do ecossistema amaz�nico no contexto de mudan�as clim�ticas globais.

Segunda maior torre meteorol�gica no mundo

Manzi apresentou o projeto Torre Alta de Observa��o da Amaz�nia (ATTO, na sigla em ingl�s) nesta quinta-feira (16/7), durante a 61� Reuni�o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci�ncia (SBPC), em Manaus. Ser� a segunda maior torre meteorol�gica no mundo, perdendo apenas para uma existente na Sib�ria.

O projeto, que integra o Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amaz�nia (LBA - Large Scale Biosphere-Atmosphere Experiment in Amazonia), � coordenado pelo Inpa e pelo Instituto Max Planck de Qu�mica, da Alemanha. Ao custo estimado de 8,4 milh�es de euros, a torre ser� importante para aprimorar modelos clim�ticos, diminuindo incertezas. Os custos ser�o divididos igualmente pelos governos dos dois pa�ses.

O local da constru��o do novo s�tio experimental j� foi definido: a Reserva Biol�gica do Uatum�, na regi�o da hidrel�trica de Balbina.

Medidas finas

Segundo Manzi, a torre possibilitar� pela primeira vez a medi��o cont�nua de condi��es meteorol�gicas, incluindo temperatura, umidade e vento, al�m de fluxos de g�s carb�nico, vapor de �gua e energia entre a atmosfera e a superf�cie.

"A torre tamb�m dar� a possibilidade de fazer medidas finas de v�rios constituintes atmosf�ricos que muitas vezes s�o produzidos pela vegeta��o. Poderemos ver como eles s�o transportados e como reagem na atmosfera, especialmente no balan�o de carbono. O grande estoque de carbono da Amaz�nia faz dela uma regi�o importante no contexto do clima e das mudan�as clim�ticas globais", disse Manzi � Ag�ncia FAPESP.

No s�tio experimental, al�m da torre principal de 300 metros haver� outras quatro torres meteorol�gicas de cerca de 70 metros cada uma, voltadas para a medi��o de fluxos menores.

Esta��o de refer�ncia mundial

"Teremos ali tamb�m perfiladores atmosf�ricos remotos, radares meteorol�gicos e outros equipamentos, al�m de laborat�rios e pr�dios auxiliares. O s�tio experimental ser� uma grande esta��o de refer�ncia mundial para florestas tropicais �midas de todo o planeta", disse.

Segundo Manzi, ser�o monitoradas as concentra��es de di�xido de carbono, metano e outros gases atmosf�ricos. No s�tio ser�o feitas tamb�m an�lises das composi��es isot�picas dos gases, que dever�o contribuir para o entendimento das suas fontes e sumidouros.

"Hoje, esse tipo de dados � gerado principalmente com bal�es, que medem poucas vari�veis, ou com avi�es, que apesar de obterem dados com boa varia��o espacial, s�o muito limitados para estudar as varia��es ao longo do tempo", explicou.

Toda essa estrutura permitir� modelar de maneira mais realista o funcionamento dos ecossistemas do ponto de vista das trocas de energia e dos ciclos de nutrientes. "Al�m disso, poderemos conhecer melhor todos os processos de transporte na baixa atmosfera, na camada limite e tamb�m os de transforma��o de nuvens em chuva", afirmou.

Carros com tra��o, barco e trilha

Manzi indica que, de acordo com o planejamento, o s�tio experimental j� estar� operando no final de 2010. Os pr�ximos passos para a concretiza��o da esta��o de monitoramento ser�o o detalhamento do projeto de pesquisa e a inspe��o do solo no local selecionado. Em seguida, a constru��o poder� come�ar.

A torre ficar� localizada em uma �rea de terra firme na floresta, tipo de ambiente mais recorrente na variada paisagem amaz�nica. A escolha do local teve como base uma s�rie de estudos. O acesso � feito em tr�s etapas.

"Partindo de Manaus, fazemos uma parte do percurso com carros com tra��o nas quatro rodas. Depois de um trecho de barco � preciso percorrer uma trilha de cerca de 10 quil�metros na mata. Teremos um pequeno trator para transportar os equipamentos mais pesados, al�m de quadriciclos. Estamos estudando levar parte dos equipamentos mais pesados com helic�pteros", disse Manzi.

Medi��es de forma cont�nua

O novo s�tio experimental completar� a rede de observa��o utilizada pelo LBA. Segundo o pesquisador do Inpa, apesar de haver uma boa quantidade de dados obtidos, a falta de um equipamento capaz de fazer medi��es de forma cont�nua, com um raio de observa��o de centenas de quil�metros, impede que se fa�a a liga��o entre as informa��es sobre trocas gasosas obtidas por meio de bal�es e o monitoramento via sat�lite, por exemplo.

"A torre permitir� fazer a liga��o entre os diferentes m�todos e escalas de medi��es das trocas gasosas - feitos por torres, sat�lites, avi�es e bal�es. Por isso, os dados obtidos ajudar�o na avalia��o dos modelos", afirmou.

Participam do projeto, al�m do Inpa e do Instituto Max Planck, o Minist�rio da Ci�ncia e Tecnologia, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a Universidade de S�o Paulo, a Secretaria de Ci�ncia e Tecnologia do Estado do Amazonas, a Universidade do Estado do Amazonas e a Coopera��o T�cnica da Alemanha.

Fonte: Inova��o Tecnol�gica
 
quinta-feira, 16 de julho de 2009
  Governo brasileiro quer internet em banda larga em todas as escolas p�blicas urbanas at� 2010
O ministro das Comunica��es, H�lio Costa, disse nesta quarta-feira (15/7/2009), em Bras�lia (DF), que at� o fim de 2010, todas as 56.720 escolas p�blicas urbanas do Brasil ser�o conectadas � internet em banda larga. Segundo o Ministro, isso beneficiar� cerca de 37 milh�es de estudantes, o que inclui 84% do alunado de ensino b�sico do Brasil.

De acorco com o ministro, o governo federal quer ampliar o foco do programa de inclus�o digital nos munic�pios brasileiros. "Uma das nossas prioridades � o programa Banda Larga nas Escolas. O governo j� conectou cerca de 30 mil escolas urbanas at� agora e devemos chegar a mais de 45 mil at� o final do ano", afirmou.

Pelos c�lculos de Costa, essas a��es beneficiaram mais de 17 milh�es de alunos de escolas p�blicas. O ministro das Comunica��es reiterou aos prefeitos a necessidade de ampliar a inclus�o digital, refor�ando a implanta��o de mais telecentros comunit�rios nas cidades espalhadas pelo territ�rio nacional. H�lio Costa disse que o governo federal entregou 66 mil computadores, que integram cerca de 6 mil telecentros comunit�rios nos munic�pios do interior brasileiro.

Em rela��o a escolas em zonas rurais, a inten��o do Governo � levar telefonia e internet em alta velocidade a mais 80 mil col�gios no pr�ximo ano.

Fonte: COMPUTERWORLD
 
  Grava��es do observat�rio de Jodrell Bank mostram que URSS pretendia pousar uma nave automatica na Lua no mesmo dia da miss�o da Apollo 11
Luna 15
A Universidade de Manchester na Inglaterra revelou o conte�do de grava��es at� agora desconhecidas do Observat�rio Astron�mico de Jodrell Bank, nas quais fica provado que a URSS fez uma tentativa frustada de pousar um ve�culo espacial na Lua, algumas horas depois dos hist�ricos passos de Neil Armostrong.

A nave espacial sovi�tica Luna 15 (foto ao lado) -- Lunik 15, em russo -- fazia parte de uma s�rie de espa�onaves n�o-tripuladas dedicada � explora��o da Lua e foi lan�ada ao espa�o tr�s dias antes do lan�amento da Apollo 11. A Luna 15 completou com sucesso a viagem da Terra at� a Lua, entrando em �rbita lunar �s 10:00 horas (UTC) do dia 17 de julho de 1969. As antenas do Observat�rio de Jodrell Bank monitoraram constantemente os sinais de telemetria emitidos pela Luna 15 na frequ�ncia de 922,8 MHz e acompanharam a nave em �rbita ao redor da Lua. No dia 19 de julho, quando a Apollo 11 chegou � Lua e come�ou a orbita-la, a NASA estava preocupada que a Apollo 11 pudesse se chocar com a Luna 15, mas o chefe do Observat�rio, Sir Bernard Lovell, garantiu aos americanos que as �rbitas das duas espa�onaves eram muito distintas. A NASA tamb�m determinou que o astronauta Frank Borman, comandante da miss�o Apollo 8, entrasse em contato com a Academia de Ci�ncias da Uni�o Sovi�tica com o objetivo de informa-los que estavam acompanhando o voo da Luna 15 e solicitando garantias de que n�o haveria interfer�ncias com a miss�o da Apollo 11. Em atitude in�dita, os sovi�ticos informaram aos americanos o plano orbital da Luna 15 e garantiram que a sua nave estava em miss�o pac�fica.

Armstrong, Collins e Aldrin, tripulantes da Apollo 11O m�dulo lunar Eagle da Apollo 11 pousou com sucesso na Lua �s 20:17 horas (UTC) no dia 20 de julho de 1969 e �s 2:56 horas (UTC) do dia 21 o astronauta Neil Armstrong deu o primeiro passo de um ser humano na Lua. Algumas horas ap�s isso, a Luna 15 recebeu comandos por r�dio e mudou sua trajet�ria, come�ando uma �rbita descendente rumo � superf�cie lunar. Aparentemente o objetivo da miss�o sovi�tica seria pousar a Luna 15 suavemente na superf�cie da Lua, recolher amostras de solo e rochas, obter fotografias e voltar ao espa�o e � Terra. As antenas de Jodrell Bank acompanharam toda a trajet�ria da Luna 15 mas detectaram por efeito Doppler dos sinais de r�dio que a nave chegou � superf�cie da Lua com velocidade da ordem de 480 km/h, o que certamente causou a sua destrui��o. As grava��es mostram que a Luna 15 cessou de transmitir os seus sinais de r�dio �s 15:50 horas (UTC) do dia 21 de julho de 1969, ou seja, enquanto os astronautas americanos Aldrin e Armstrong ainda estavam na Lua. O local do impacto s�o as coordenadas lunares 17� de latitude norte e 60� de latitude este, no local denominado Mare Crisium, bem distante do local onde se encontravam os astronauta norte-americanos no Mare Tranquillitatis. �s 17:54 horas (UTC), o m�dulo lunar americano Eagle deixou a superf�cie da Lua, carregando 21,5 kg de amostras lunares, filmes fotogr�ficos contendo 166 fotografias tiradas na Lua e os dois primeiros astronautas a andar na superf�cie de um outro planeta, o piloto Edwin Eugene 'Buzz' Aldrin, Jr e o Comandante da Miss�o Apollo 11, Neil Alden Armstrong. Alguns minutos depois o m�dulo lunar acoplou-se ao m�dulo de comando Columbia, onde se achava o piloto Michael Collins, e iniciaram o retorno � Terra.

Local do impacto da Luna 15 e do pouso da Apollo 11Caso a miss�o da Luna 15 tivesse tipo sucesso, ela chegaria � Terra antes dos astronautas norte-americanos? Aparentemente n�o. Ap�s a fracassada miss�o Luna 15, os sovi�ticos fizeram novas tentativas de trazer para a Terra amostras de rochas lunares. As naves n�o-tripuladas Cosmos 300 (setembro de 1969) e Cosmos 305 (outubro de 1969) conseguiram pousar com suavidade na Lua e recolher amostras; no entanto nenhuma das duas conseguiu voltar � Terra com sucesso. A nave Luna 16, em setembro de 1970, finalmente conseguiu pousar na Lua, recolher alguns quilogramas de solo lunar e retornar � Terra com sucesso. Pelo perfil destas miss�es, os cientistas da Universidade de Manchester afirmam que o retorno � Terra da Luna 15 teria levado pelo menos 12 dias. Isto colocaria a Luna 15 chegando � �rbita terrestre no dia 25 de julho, ou seja, um dia ap�s os astronautas da Apollo 11 j� terem pousado no Oceano Pac�fico. N�o h� como saber o motivo que levou aos t�cnicos sovi�ticos s� tentarem o pouso na Lua pelo Luna 15 no dia 21 de julho. Afinal, a nave da URSS j� estava em �rbita da Lua desde o dia 17 e poderia ter sido comandada a tentar o pouso lunar bem antes da chegada dos norte-americanos. Aparentemente os sovi�ticos s� se decidiram a comandar que a Luna 15 tentasse o pouso lunar ap�s assistirem pela TV as imagens de Armstrong e Andando andando na Lua (divulgou-se, na �poca, que 20% da popula��o da Terra assistiu ao vivo pela TV as transmiss�es das imagens da Apollo 11 na Lua).

O programa Lunik da URSS teve continuidade com naves n�o-tripuladas at� a Luna 24 em agosto de 1976, que obteve sucesso ao descer com suavidade no Mare Crisium, pr�xima do local do impacto da Luna 15, recolheu amostras de solo lunar e retornou � Terra. O programa Apollo encerrou-se em dezembro de 1972, com a miss�o Apollo 17, com os astronautas Eugene Cernan e Harrison Schmitt. Ap�s Eugene Cernan ter entrado no m�dulo lunar no dia 14 de dezembro de 1972, nenhum ser humano voltou a pisar a superf�cie da Lua. Havia previs�o de realizar-se as miss�es Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20 em 1973 e 1974, mas um corte de verbas fez a NASA cancela-las. No total, 12 homens andaram na Lua at� hoje, todos eles cidad�os norte-americanos. Fred W. Haise e James A. Lovell, da miss�o Apollo 13, n�o chegaram a descer na Lua devido a uma explos�o de um tanque de oxig�nio a bordo do m�dulo de comando, que os obrigou a cancelarem a miss�o e voltarem para a Terra, juntamente com o piloto do m�dulo de comando John L. "Jack" Swigert. O mais jovem a andar na Lua foi Charles Duke, na miss�o Apollo 16, entao com a idade de 36 anos; o mais velho foi Alan Shepard, na miss�o Apollo 14, na �poca com 47 anos. Entre os 12 que foram at� a Lua, j� faleceram Alan Shepard (Apollo 14), Pete Conrad (Apollo 12) e James Irwin (Apollo 15). Os �nicos astronautas civis a pousar na lua foram o ge�logo e professor universit�rio Harrison Schmitt, na miss�o Apollo 17 e Neil Armstrong na Apollo 11; todos os demais eram militares (Neil Armstrong teve uma carreira como piloto da Marinha dos EUA, mas pediu baixa em 1952; tecnicamente ent�o, quando foi para a Lua, era funcion�rio civil da NASA).

Fontes: Jodrell Bank's role in early space tracking activities & Russian Spacecraft on Moon First
 
  Venezuela est� pr�xima de adotar o mesmo sistema de TV digital do Brasil

O ministro das Comunica��es e Informa��o da Venezuela, Andr�s Izarra, est� no Jap�o negociando as condi��es para adotar o padr�o de TV digital ISDB-T em seu pa�s. A viagem ao Jap�o acontece ap�s uma visita ao Brasil, no final de maio, de representantes do governo venezuelano, quando acompanharam o funcionamento do padr�o nipo-brasileiro e tiveram encontros com representantes do governo e da radiodifus�o brasileira. O Brasil vem tratando a ado��o do padr�o na Am�rica Latina como estrat�gica para fomentar o ganho de escala na produ��o de receptores e baratear a tecnologia de compress�o H.264, usada na vers�o brasileira do padr�o e em outros dispositivos como players de discos Blu-ray. Al�m de Venezuela, Argentina, Chile, Equador, Paraguai e Cuba estudam adotar o padr�o nipo-brasileiro de TV digital. O Peru, por enquanto, foi o �nico pa�s do bloco a acompanhar a decis�o brasileira.

Fonte: Teletime
 
quarta-feira, 15 de julho de 2009
  TIM e Ericsson testam Esta��o R�dio Base de telefonia celular alimentada por energia solar

A operadora TIM e a Ericsson come�aram a testar o uso de energia solar para alimentar uma esta��o de radiobase em L�Aquila, na It�lia.

A tecnologia usada foi desenvolvida pela Ericsson com base na absor��o dos raios do sol por meio de pain�is solares flex�veis e pode gerar at� 100% da energia necess�ria para alimentar a esta��o.

O teste acontece na cidade italiana L�Aquila, mesmo local onde, at� a semana passada, l�deres do G8, os sete pa�ses mais industrializados do mundo mais a R�ssia, se reuniram para tratar de temas internacionais, entre eles assuntos ambientais como o aquecimento global e uso de pol�ticas energ�ticas renov�veis.

Fonte: Info
 
  Wall Street Journal divulga fotos inusitadas de "sem-teto" acessando a Internet em notebooks, atrav�s de redes sem fio p�blicas
O conceituado jornal norte americano The Wall Street Journal divulgou uma s�rie de fotos de pessoas que n�o tem onde morar, mas possuem laptops e acessam regularmente a Internet. O sem-teto Charles Pitts (foto ao lado) mora embaixo de um viaduto em San Francisco na Calif�rnia h� cerca de dois anos. Ele afirma que conhece v�rios "locais secretos" ao redor da cidade de S�o Francisco, onde consegue obter sinal WiFi para acessar a internet gratuitamente, como no metr�, por exemplo, com a conveniencia de uma tomada de energia el�trica para recarregar as baterias do seu equipamento. Charles Pitts tem perfil no Facebook, no MySpace e no Twitter. Ele gerencia um f�rum de discuss�o no Yahoo e diz que costuma usar o seu laptop para ler not�cias e manter contato com os amigos por email.

Outro personagem da reportagem do NYT � Skip Schreiber, de 64 anos de idade. Ele n�o tem casa e mora h� muitos anos em uma van antiga, estacionada numa rua de San Francisco; vive do que recebe de uma pens�o por invalidez. Ele utiliza um laptop Apple para se conectar � internet, alimentado pela bateria da van. Afirma que aprendeu sozinho a usar o seu laptop.

Fonte: The New York Times
 
segunda-feira, 13 de julho de 2009
  SS/L embarca novo sat�lite AsiaSat5 para lan�amento em Baikonur
A empresa norte amercana Space Systems/Loral (SS/L), uma subsidi�ria da Loral Space & Communications anunciou que embarcou no �ltimo dia 10 de julho o novo sat�lite AsiaSat 5 em um gigantesco avi�o de carga Antonov (foto), rumo � base russa em Baikonur no Casaquist�o, onde o sat�lite ser� lan�ado em agosto.

O novo sat�lite AsiaSat 5, a ser operado pela empresa Asia Satellite Telecommunications Company Limited, visa substituir o sat�lite AsiaSat 2, que alcan�ou o seu limite de vida �til na �rbita geoestacion�ria a 100,5 graus Este, com �rea de cobertura em todo o continente asi�tico.

O sat�lite AsiaSat 5 possui 26 transponders operando na banda C e 14 transponders na banda Ku. A banda C servir� para expandir a cobertura atual do sat�lite AsiaSat 2 por toda a �sia. Os transponders na banda Ku comp�e-se de tr�s focos de alta pot�ncia direcionados ao Sudoeste Asi�tico e ao Sul da �sia, bem como um feixe direcion�vel remotamente de modo a prover cobertura adicional em qualquer ponto da �rea de cobertura do sat�lite. Este feixe direcion�vel constitui-se em uma caracter�stica in�dita nos sat�lites de comunica��o comerciais e permitir� atender eventos espec�ficos, como competi��es esportivas, onde seja requerido um maior fluxo de dados.

Fonte: Loral
 
sexta-feira, 10 de julho de 2009
  153 anos do nascimento de Nikola Tesla, g�nio da eletricidade

O dia de hoje marca o anivers�rio de 153 anos de nascimento do homem que foi respons�vel por iluminar o mundo. Inventor reconhecido do r�dio, do sistema de transmiss�o de energia el�trica em corrente alternada, do motor de corrente alternada, da transmiss�o sem fios e de um n�mero extremamente alto de outras importantes inven��es, Nikola Tesla nasceu no dia 10 de julho de 1856 na pequena vila de Smiljan, no territ�rio da atual Cro�cia. Sua morte melanc�lica, solit�rio e em pobreza, em 7 de janeiro de 1943 com a idade de 86 anos em um hotel de baixa categorai na cidade de Nova York nos EUA, marcou o final de uma trajet�ria �pica de inova��o t�cnica e um n�mero de inven��es jamais superado por qualquer outra pessoa na hist�ria da humanidade.

Conhe�a um pouco da vida deste g�nio da humanidade: clique aqui.
 
ter�a-feira, 7 de julho de 2009
  Garmin e BMW desenvolvem GPS especial para motocicletas
A Garmin, lider mundial em equipamentos GPS para aventuras, anunciou o lan�amento, em conjunto com a BMW Motorrad, do novo BMW Motorrad Navigator IV.

O equipamento � um novo sistema de navega��o GPS para motos, baseado no Garmin Zumo 660. O aparelho tem algumas funcionalidades espec�ficas, como interface personalizada, localiza��o e dados das concession�rias BMW pr�-carregados, �udio e Bluetooth.

Al�m disso, o GPS � imperme�vel e concebido para resistir a combust�vel e raios UV. O aparelho tem tela de 4,3 polegadas touchscreen, v�rios pontos de interesse pr�-carregados e tecnologia turn-by-turn.

A empresa anunciou que o equipamento estar� dispon�vel no terceiro trimestre deste ano na Am�rica do Norte e Europa. Os pre�os ainda n�o foram divulgados.

Fonte: Info GPS Online
 
s�bado, 4 de julho de 2009
  Ag�ncia Espacial Europeia decide estender as opera��es do Giove-A por mais um ano
O Giove-A, primeiro sat�lite de testes do sistema global de navega��o Galileo, continuar� em servi�o por mais 12 meses. Em �rbita h� j� 41 meses - 14 a mais do que o projetado para o seu tempo de vida - o sat�lite permanecer� enviando dados para as esta��es em solo que est�o recebendo os sinais de navega��o do Galileo. O Giove-A foi lan�ado ao espa�o em 28 de dezembro de 2005 e destina-se a testar os equipamentos que ser�o empregados nos sat�lites do sistema de geolocaliza��o Galileo, projetado pela Ag�ncia Espacial Europ�ia como um concorrente direto do GPS norte-americano.

A Ag�ncia Espacial Europeia (ESA, na sigla em ingl�s) aprovou recentemente esta extens�o, com o objetivo de assegurar as frequ�ncias usadas no sistema Galileo e estudar as caracter�sticas da �rbita do sistema.

No dia 28 de abril deste ano, uma anomalia foi descoberta a bordo do Giove-A, que requereu a interrup��o das transmiss�es at� que fosse realizado o reparo. As opera��es foram totalmente retomadas em 27 de maio, com a transmiss�o dos sinais de navega��o L1-E5.

Fonte: Mundo GEO
 
quarta-feira, 1 de julho de 2009
  Dell desenvolve aparelho semelhante ao iPhone para "internet de bolso"
A Dell, segunda maior fabricante de computadores do mundo, est� desenvolvendo um aparelho port�til para navega��o na internet, afirma a edi��o desta ter�a-feira (30) do di�rio econ�mico The Wall Street Journal.

O aparelho da Dell seria similar ao iPhone (foto), mas sem funcionalidade de celular. Citando "pessoas familiares aos planos da companhia", o "WSJ" informa que o aparelho funcionaria com o software Android, do Google.

Duas pessoas que viram os primeiros prot�tipos descreveram-no como um pouco mais largo do que o iPod Touch, da Apple, com similaridades ao iPhone --mas sem a capacidade de um aparelho celular.

Outra pessoa que informou a respeito do projeto da companhia disse ao jornal que a Dell pode come�ar a vender o aparelho ainda neste ano --mas existe a possibilidade do plano ser adiado.

Um porta-voz da Dell n�o quis comentar o assunto.

Fonte: Robert Galbraith - Reuters, em Folha Online
 
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