meta name="verify-v1" content="wkCH/hRSre2EVQZHVE+FmSzH9RFtwtWiDEWqrZNGmxQ=" /> NoWires - Sua vida sem fios: Maio 2009
NoWires - Sua vida sem fios
quinta-feira, 28 de maio de 2009
  Google planeja lan�ar celular com Android no Brasil ainda neste ano
O diretor-geral do Google para a Am�rica Latina, Alexandre Hohagen, afirmou nesta quinta-feira (28) que a empresa trabalha para lan�ar o primeiro celular com sistema Android no Brasil ainda neste ano.

Essa plataforma para aparelhos m�veis � desenvolvida por um cons�rcio que tem o Google como l�der. Segundo o executivo, no momento h� negocia��es com fabricantes de celular para o lan�amento do produto. "Neste ano ainda devemos ter algumas surpresas", afirmou Hohagen, a respeito da chegada do produto, durante evento realizado na sede do Google em S�o Paulo.

Hohagen afirmou que a estrat�gia � focar nas negocia��es com as fabricantes, e n�o com a operadora, como foi feito para a produ��o do primeiro celular com Android, o G1, lan�ado nos Estados Unidos no ano passado pela T-Mobile -- na compra, � necess�rio assinar um contrato de dois anos com a operadora.

O produto chegou � Europa neste ano. "Isso evita contratos de exclusividade e faz com que haja um aumento no n�mero de empresas interessadas."

O sistema Android � uma das grandes apostas do Google para concorrer com empresas como a Apple, fabricante do iPhone. A plataforma possui c�digo aberto, o que permite a qualquer um criar novos aplicativos para o aparelho. O usu�rio pode, pelo celular, obter acesso r�pido a servi�os do Google, como Gmail, YouTube, Google Maps, GTalk e o Calendar, al�m de fazer buscas.

Entretanto, o G1 ainda aparece atr�s de seus principais competidores nos Estados Unidos. Segundo a consultoria NPD, o produto ficou em quinto lugar nas vendas de smartphones no primeiro trimestre, atr�s do BlackBerry Curve (RIM), iPhone 3G (Apple), BlackBerry Storm e BlackBerry Pearl.

Folte: Folha Online
 
ter�a-feira, 26 de maio de 2009
  Lockheed Martin anuncia conclus�o das especifica��es do GPS III
A empresa aeroespacial norte-americana Lockheed Martin anunciou que a equipe que desenvolve a pr�xima gera��o GPS, juntamente com a For�a A�rea dos Estados Unidos, concluiu o anteprojeto de moderniza��o do sistema.

Provavelmente n�o foi uma coincid�ncia que esta informa��o tenha sido divulgada logo ap�s que um �rg�o governamental norte-americano apresentou um relat�rio dizendo que o sistema de sat�lites GPS poderia come�ar a ter falhas em 2010. Imediatamente autoridades da For�a A�rea se manifestaram contra esta posi��o, afirmando que o sistema de navega��o por sat�lites norte-americano n�o possui nenhuma perspectiva de interrup��o ou falha.

Segundo a empresa Lockheed Martin, o GPS III contar� com sat�lites totalmente reformulados que v�o propiciar maior precis�o para localiza��o no globo terrestre, al�m de fornecer servi�os avan�ados de seguran�a. A equipe est� trabalhando com um capital de tr�s bilh�es de d�lares para lan�ar at� 12 sat�lites da s�rie inicial de moderniza��o GPS III-A, com o primeiro lan�amento projetado para 2014. Os sat�lites emitir�o um novo canal de uso civil, chamado L1C, que permitir� aos futuros receptores precis�o atualmente s� obtida em equipamentos profissionais de custo elevado.

O GPS, cujo nome oficial � NAVSTAR-GPS, � operado pela For�a A�rea Norte-Americana, atrav�s do Segundo Esquadr�o de Opera��es Espaciais (2nd Space Operations Squadron -- 2SOPS), localizado na Base A�rea Schriever, no estado do Colorado (EUA). Al�m da esta��o central de controle no Colorado, existem esta��es de monitoramento dos sat�lites GPS no Hawaii (Oceano Pac�fico), na Ilha da Ascens�o (Oceano Atl�ntico), na Ilha Diego Garcia (Oceano �ndico) e na Ilha Kwajalein (Oceano Pac�fico). O NAVSTAR-GPS opera desde a d�cada e 1990 e foi desenvolvido para substituir um sistema de localiza��o baseado em sat�lites denominado TRANSIT, anteriormente usado pela Marinha dos EUA, iniciado em 1960. No sistema TRANSIT, havia 6 sat�lites em �rbita polar e era poss�vel obter a localiza��o de navios e submarinos com precis�o de 200 metros. No entanto, era necess�rio esperar cerca de uma hora para se ter a posi��o correta. No GPS, h� 24 sat�lites ativos e mais alguns de reserva, sendo poss�vel obter as coordenadas de posi��o e a altitude em todo o globo terrestre com dados tipicamente atualizadas em menos de 1 segundo.

Fonte: Lockheed Martin & Info GPS
 
segunda-feira, 25 de maio de 2009
  Participa��o na Sercomtel impede Copel de ter licen�a do STFC
A Copel Telecom n�o conseguiu uma licen�a para a oferta de STFC. Ao contr�rio do que foi informado pela Anatel na �ltima quinta-feira, 21, a ag�ncia, na verdade, "aprovou a rejei��o" do pedido da distribuidora ao inv�s de aprovar a expedi��o da autoriza��o. O motivo oficial para a recusa, segundo a autarquia, � que o pedido "n�o atende as exig�ncias legais e regulamentares".

A impossibilidade de libera��o da licen�a est� no fato de a Copel deter 45% do capital acion�rio da Sercomtel. A concession�ria, por sua vez, j� possui licen�a para operar em todo o Paran�, impedindo assim que a subsidi�ria de telecomunica��es da empresa de energia, Copel Telecom, tenha autoriza��o pr�pria de STFC. Por ora n�o h� qualquer possibilidade de a Copel reduzir sua participa��o na Sercontel para poder entrar no mercado de telefonia fixa.

A estrat�gia que est� sendo pensada, segundo fontes da Sercomtel, � a possibilidade de uma oferta conjunta entre as duas empresas, para servi�os de telecomunica��es e de distribuidora de energia el�trica. Nos testes feitos pela Copel em Santo Ant�nio da Platina (PR) para a oferta de banda larga via PLC, j� est� sendo oferecido aos moradores telefonia usando a tecnologia VoIP com a marca da Sercomtel. Caso o acordo se consolide, Copel e Sercomtel podem vender uma oferta de telefonia e banda larga empacotada para o cliente, nos moldes do que a NET e a Embratel j� fazem. No caso das empresas paranaenses, ambos os servi�os desse pacote podem ser oferecidos pela rede el�trica.

Fonte: Teletime
 
  Infraero anuncia que acesso sem fios nos aeroportos n�o ser� totalmente gratuito
A Infraero (estatal que administra os aeroportos brasileiros) informou hoje (25 de maio de 2009) que o acesso � internet nos aeroportos brasileiros ser� parcialmente cobrado. A empresa diz que os usu�rios poder�o acessar gratuitamente todos os sites do governo, noticiosos e de bancos. O acesso a provedores de e-mail, no entanto, ser� cobrado.

Em outubro de 2008, a Infraero havia dito que iria fornecer acesso gratuito � internet sem fio em 12 aeroportos do pa�s at� dezembro --Bel�m (PA), Bras�lia (DF), Confins (MG), Congonhas (SP), Curitiba (PR), Gale�o (RJ), Guarulhos (SP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA) e Santos Dumont (RJ). Alguns desses locais j� t�m internet sem fio, mas � necess�rio pagar para obter acesso a qualquer site.

A assessoria de imprensa da empresa afirma que, quando anunciou o acesso gratuito para dezembro, o plano de implanta��o do sistema sem fio n�o estava desenvolvido por completo. A cobran�a do acesso a alguns sites, segundo o �rg�o, � uma forma de as operadoras obterem algum lucro. N�o haver� limite de tempo para os usu�rios navegarem dos aeroportos.

De acordo com a Infraero, dos 12 aeroportos que v�o ter acesso sem fio, 11 j� est�o com todas as antenas instaladas e prontas para funcionamento --o que deve ocorrer a partir da segunda quinzena de junho. O �nico onde h� atrasos � o de Recife. L�, as instala��es devem come�ar em julho. A empresa informa que tamb�m est� realizando levantamentos em outros 20 aeroportos para instalar a rede sem fio.

A Infraero informa que est� desenvolvendo, em colabora��o com quatro provedores de acesso, um sistema padr�o que ser� implantado em todos os aeroportos que administra. Ao abrir o computador port�til no aeroporto, o usu�rio ser� direcionado a uma p�gina de autentica��o, na qual ter� que se identificar.

"O acesso an�nimo estimularia a realiza��o de atos il�citos, o que poderia acarretar demandas e responsabilidades judiciais � Infraero", diz a empresa.

O �rg�o alega que o atraso na instala��o da rede ocorreu por "adequa��es de ordem t�cnica" e por causa das chuvas em Santa Catarina, no final de 2008. A estatal diz que a empresa importadora, com sede no munic�pio de Itaja�, teve seu galp�o inundado, o que atrasou a entrega dos equipamentos.

Fonte: Folha Online
 
domingo, 24 de maio de 2009
  Programa do MEC que entregar� laptops para estudantes est� atrasado
Mais de cinco meses depois da realiza��o de preg�o eletr�nico para a compra de 150 mil laptops para distribui��o em escolas p�blicas, como parte de um programa do MEC (Minist�rio da Educa��o), os alunos continuam sem seus computadores --e n�o v�o receb�-los ao menos at� julho. Al�m disso, as estudantes correm o risco de receberem m�quinas muito ultrapassadas.

Em dezembro do ano passado, a empresa indiana Encore venceu, por meio de sua representante Comsat, o preg�o para fornecer as m�quinas do programa Um Computador por Aluno (UCA), ao aceitar o valor de R$ 82,55 milh�es para fabrica��o dos laptops -- R$ 553 por m�quina, do modelo Mobilis. Devido a tr�mites da licita��o, os PCs ainda n�o foram produzidos ou entregues aos alunos.

Um dos problemas dessa demora � que as configura��es exigidas ficam defasadas. Segundo as regras do edital, o modelo deve ter mem�ria RAM de no m�nimo 512 Mbytes, tela de LCD de ao menos 7 polegadas e Wi-Fi. Hoje, a maior parte dos modelos de netbook tem 1 Gbyte de mem�ria e vem com telas maiores, de 9 polegadas, porque a ind�stria notou que � dif�cil digitar nas menores.

Jakson Sosa, procurador da Comsat para o programa, reconhece que as m�quinas j� podem estar superadas. "Claro que sim. Temos tr�s novos produtos, com novos sistemas de processamento. J� tem coisas novas e com o pre�o igual", diz o executivo.

Apesar de a Encore ter vencido o preg�o, n�o � certo que o neg�cio se concretize. As m�quinas ainda t�m de ser aprovadas no testes de ader�ncia, em que � analisado se o equipamento tem as especifica��es determinadas pelo edital. O MEC j� realizou esses testes -- o resultado n�o foi divulgado --, mas decidiu enviar as amostras dos computadores para o Inmetro, para a realiza��o de novas an�lises.

Segundo o minist�rio, o objetivo � "garantir a lisura do processo". Al�m disso, entre janeiro e mar�o a licita��o ficou parada para averigua��o por parte do TCU (Tribunal de Contas da Uni�o), que pediu mais informa��es sobre a aquisi��o.

Na realidade, a novela do UCA j� se arrasta desde 2007. Naquele ano, a Positivo Inform�tica venceu -- mas n�o levou -- a primeira fase do preg�o eletr�nico para fornecimento de computadores ao mesmo programa. Na ocasi�o, o governo federal decidiu suspender o processo por considerar muito altos os pre�os oferecidos. A empresa havia dado lance de R$ 98,180 milh�es.

O Inmetro recebeu as m�quinas da Encore para teste nesta semana e, possivelmente, pode entregar as an�lises no fim da pr�xima semana. Depois haver� uma fase de recursos e, possivelmente, a assinatura do contrato.

Com isso, o MEC espera concluir o processo at� o fim de junho, caso as m�quinas sejam aprovadas. Pelas regras do edital, a todos os computadores t�m de ser entregues em at� 180 dias nas 300 escolas do programa, divididos em quatro lotes --a fabricante diz que consegue fabricar os PCs em 20 dias. Sosa critica a falta transpar�ncia do minist�rio durante o processo, pela n�o divulga��o dos resultados. "Fica um 'zum zum zum' de que n�o passamos nos testes, que n�o cumprimos a especifica��o, mas ainda n�o houve um posicionamento oficial. Eles precisam dizer: 'Isso n�o est� certo, modifique para mim'", diz Sosa.

De acordo com o MEC, apenas o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa��o), respons�vel pelo leil�o, pode divulgar os resultados e isso s� ser� feito quando os testes estiverem completos. Est� previsto no edital o poss�vel envio dos equipamentos para an�lise por laborat�rio certificado, por isso o Inmetro foi chamado para ajudar no processo, diz o minist�rio

Fontes: Folha Online & Engaged
 
s�bado, 23 de maio de 2009
  KT lan�a na Cor�ia telefone celular com WiBro e tela de toque
A empresa de telecomunica��es l�der do mercado sul-coreano KT (Korea Telecom) lan�ou em Seul um novo equipamento para acesso � sua rede de transmiss�o de dados WiBro. O equipamento SCH-M830 reune as fun��es de telefone celular WCDMA e acesso � Internet atrav�s da rede WiBro. O equipamento est� baseado no sistema operacional Windows Mobile 6.1, possui tela sens�vel ao toque de 3,3 polegadas de alta resolu��o WVGA (480 pixels X 800 pixels), mem�ria interna de 2GB e c�mera fotogr�fica de 3 M-pixels.

A rede WiBro adota modula��o OFDMA, com duplexa��o temporal (TDD) e largura de canal de 8,75 MHz. A rede foi projetada como uma rede metropolitana para acesso m�vel � Internet mais r�pida que o acesso celular m�vel (por exemplo, CDMA 1x). Na Cor�ia a rede WiBro ocupa uma faixa alocada em 2002 pelo governo sul-coreano de 100 MHz no espectro imediatamente inferior � faixa de WiFi, iniciando em 2,3 GHz e indo at� 2,4 GHz. O servi�o comercial WiBro foi lan�ado em junho de 2006 em Seul pelas empresas KT e SK, oferecendo inicialmente taxas de download at� 10 Mb/s, no servi�o que ficou conhecido como WiBro Phase 1. O sistema coreano foi inclu�do na norma IEEE 802.16e (WiMAX m�vel).

A partir do ano passado a KT passou a ofertar o WiBro Phase 2, com taxas de download de 18,4 Mbit/s e upload de 4 Mbit/s. O custo do servi�o � equivalente a US$22 por m�s, com franquia de at� 30GB de volume de dados.

Fonte: Aving + Reda��o NoWires
 
  For�a A�rea dos EUA desmente informa��o que GPS estaria a beira do colapso
A For�a A�rea norte-americana negou de forma incisiva a not�cia, veiculada na imprensa internacional nos �ltimos dias, que o sistema de aux�lio � navega��o por sat�lites GPS estaria a beira de um colapso. Tal informa��o foi anunciada esta semana em um relat�rio do Government Accontability Office - Escrit�rio de Responsabilidade Governamental (GAO), o bra�o investigativo do Congresso dos EUA, gerando d�vidas quanto ao futuro do sistema estadunidense de posicionamento por sat�lites.

O relat�rio indicava que o GPS poderia ser interrompido devido a atrasos na moderniza��o e no desenvolvimento da constela��o de sat�lites.

Segundo um comunicado da For�a A�rea dos EUA, uma poss�vel interrup��o do servi�o GPS est� totalmente descartada nos pr�ximos anos. O mesmo comunicado afirmou que governo estadunidense planeja investir 5,8 bilh�es de d�lares em sat�lites e esta��es em solo, at� 2013.

Existem hoje 31 sat�lites GPS ativos em �rbita da Terra, sendo que pelo menos 24 ve�culos s�o necess�rios para prover servi�os de posicionamento e navega��o em todo o globo. A For�a A�rea norte-americana informou tamb�m que est� previsto um lan�amento de sat�lite GPS em agosto de 2009, e outro em 2010.

Photo by Carleton Bailie � The Boeing Company
Fonte: Mundo GEO
 
quinta-feira, 21 de maio de 2009
  Nova bateria "a ar" pode durar 10 vezes mais que baterias de l�tio
Engenheiros da Universidade St. Andrews, no Reino Unido, desenvolveram um novo tipo de bateria que utiliza o ar ambiente para substituir um dos componentes qu�micos utilizados nas baterias de l�tio atuais.

A nova "bateria a ar" eleva em at� 10 vezes a capacidade de armazenamento de energia em compara��o com as baterias atuais e poder� ser mais barata, j� que substitui o �xido de l�tio por uma estrutura de carbono.

Os pesquisadores esperam ter a bateria pronta para comercializa��o em cerca de dois anos, o que poder� criar uma nova gera��o de ve�culos el�tricos e viabilizar fontes alternativas de energia limpa, como a energia solar e a energia e�lica.

Com baterias mais eficientes, a energia captada durante os momentos de ventos fortes e durante o dia poder� ser armazenada para libera��o durante os momentos de calmaria e � noite, transformando os geradores solares e e�licos em fontes de suprimento cont�nuo de eletricidade.

A maior capacidade de armazenamento de energia da nova bateria deve-se � adi��o de um componente que utiliza o oxig�nio retirado do ar atmosf�rico durante o descarregamento, quando a bateria est� sendo utilizada. O oxig�nio substitui um dos compostos qu�micos utilizados nas baterias recarreg�veis atuais.

Sem precisar conter o composto qu�mico em seu interior, o novo design oferece mais energia para o mesmo volume de bateria. A redu��o do tamanho e do peso das baterias � um dos elementos necess�rios para viabilizar definitivamente os ve�culos el�tricos.

A bateria a ar, batizada de STAIR (Saint Andrews Air), dever� ser mais barata do que as atuais baterias recarreg�veis. Isto porque o novo componente � feito de carbono poroso, que � muito mais barato do que o �xido de l�tio-cobalto utilizado hoje.

"Nosso objetivo � ter um incremento de 5 a 10 vezes na capacidade de armazenamento, o que est� al�m do horizonte para as baterias de �ons de l�tio," diz o professor Peter Bruce, coordenador do projeto. "Nossos resultados est�o sendo muito encorajadores e j� superaram largamente nossas expectativas."

A grande descoberta da equipe do professor Bruce foi usar o oxig�nio do ar como reagente, em vez de incluir na bateria os compostos qu�micos necess�rios � rea��o.

As baterias recarreg�veis de l�tio atuais s�o formadas por um eletrodo negativo, feito de grafite, um eletr�lito org�nico e um eletrodo positivo, feito de �xido de l�tio-cobalto. O l�tio � retirado do composto do eletrodo positivo durante o carregamento da bateria e reinserido nele quando sua energia est� sendo consumida. Ou seja, a capacidade de armazenamento de energia dessas baterias � limitada pelo eletrodo de �xido de l�tio-cobalto (0,5 Li/Co, 130 mAhg-1).

Os pesquisadores substitu�ram o �xido de l�tio-cobalto por um eletrodo poroso de carbono, permitindo que os �ons de l�tio reajam com o oxig�nio do ar. Os resultados iniciais, quando os pesquisadores descobriram que poderiam criar uma bateria recarreg�vel desta forma, mostraram uma capacidade de 1.000 mili-amp/hora por grama de carbono (mA/hours/g). Os resultados agora apresentados j� revelam uma capacidade de 4.000 mA/hours/g.

Embora os dois designs sejam muito diferentes, a capacidade de energia da bateria a ar equivale a um incremento de 8 vezes quando comparada com a bateria de um telefone celular.

O oxig�nio, que � capturado do ar atmosf�rico por uma superf�cie da bateria exposta ao ar, reage no interior dos poros do material de carbono para liberar a energia contida na bateria. Al�m do oxig�nio do ar ser de gra�a, a esponja de carbono pode ser fabricada de forma muito barata mesmo hoje, quando ainda n�o h� ganhos de escala.

O projeto de pesquisa que levou � cria��o da bateria a ar j� consumiu dois anos de trabalho e est� planejado para durar outros dois, quando os pesquisadores esperam ter um produto pronto para a comercializa��o.

Fonte: Inova��o Tecnol�gica
 
  Cidade de Deus ganha rede sem fios gratuita para acesso � Internet

A comunidade Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, desde hoje (21 de maio) tem uma rede sem fios gratuita para acesso � Internet. A comunidade, que se tornou mundialmente famosa a partir de 2002 com o filme dirigido por dirigido por Fernando Meirelles, tem mais de 100 mil moradores que ser�o bebeficiados pelo projeto, lidado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.

Al�m do acesso dom�stico, o governador S�rgio Cabral inaugurou pra�a Padre J�lio Groten, na comunidade, uma sala com computadores para que os que n�o t�m o equipamento em casa possam aprender a us�-los e a navegar na internet. Durante tr�s meses, ser�o oferecidas oficinas de inform�tica de gra�a, diariamente, das 8h �s 22h, para quem quiser se familiarizar com o mundo virtual.

Para a implanta��o do servi�o, o governo contou com a cess�o de equipamentos de telecomunica��es da Secretaria de Seguran�a, usados durante os Jogos Panamericanos, em 2007. O governo do Estado do Rio planeja para o dia 28 de junho a inaugura��o da rede de internet sem fio na Baixada Fluminense, com a expectativa de atender a 2,5 milh�es de pessoas.

Fonte: G1
 
  Relat�rio alerta que GPS pode falhar em 2010 por falta de verbas do governo norte-americano

San Francisco, 20 mai (EFE).- O sistema GPS corre o risco de falhar em 2010 por falta de fundos, afirmou um relat�rio da Government Accontability Office - Escrit�rio de Responsabilidade Governamental (GAO), �rg�o do governo dos Estados Unidos, que acusa a For�a A�rea americana, encarregada da gest�o da rede de sat�lites respons�vel pelo sistema, de ter descuidado de suas tarefas.

O estudo do Escrit�rio de Responsabilidade Governamental foi citado nesta quarta-feira pela imprensa americana, e adverte ao Congresso dos Estados Unidos que s�o necess�rios US$ 2 bilh�es para atualizar a rede de sat�lites, para evitar que apresente imperfei��es. Aponta tamb�m que houve atrasos, como o corrido com o primeiro sat�lite de substitui��o que deveria ter sido lan�ado em 2007 e agora est� marcado para novembro deste ano, que podem prejudicar o funcionamento futuro do sistema.

"Quando os velhos sat�lites come�arem a registrar erros, em 2010, existe uma alta probabilidade de que a rede caia abaixo do n�mero de sat�lites necess�rio para fornecer o n�vel de servi�o com o qual o governo dos Estados Unidos se comprometeu", diz o relat�rio.

O Escrit�rio de Responsabilidade Governamental acusa a For�a A�rea de ter fracassado na tarefa de construir sat�lites para o sistema ajustando-se ao or�amento e nos per�odos de tempo necess�rio.

A rede possui entre 24 e 32 sat�lites em �rbita ao redor da Terra e s�o necess�rios pelo menos quatro para localizar um ponto exato.

Embora, teoricamente, o sistema possa continuar funcionando com menos de 24 sat�lites em opera��o, os especialistas acreditam que a precis�o do equipamento diminuiria notavelmente.

Justamente pelo interesse para a seguran�a nacional, os analistas esperam que o governo descubra uma forma r�pida de realizar os investimentos necess�rios para atualizar o sistema.

Uma eventual falta de precis�o do GPS beneficiaria o sistema europeu Galileu, desenvolvido pela Uni�o Europeia e pela Ag�ncia Espacial Europeia e que deveria estar operacional em 2011.

Uma eventual indisponibilidade de alguns sat�lites do GPS norte-americano d� uma vantagem para o Glonass, sistema que era operado pela URSS e atualmente est� em fase de recupera��o pela R�ssia. A not�cia do governo norte americano surgiu em um momento delicado, pois a R�ssia garantiu que n�o vai cortar o financiamento do sistema de navega��o Glonass, apesar da crise econ�mica. Foi o que afirmou o ministro Sergei Ivanov, na semana passada durante um f�rum de navega��o em Moscou.

O sistema Glonass, uma alternativa ao GPS, possui hoje 20 sat�lites. O n�mero m�nimo para fornecimento de servi�os de navega��o sobre a R�ssia � de 18, sendo ideal ter-se 24 ve�culos para cobertura mundial plena.

Em setembro de 2008, o Primeiro Ministro Vladimir Putin assinou uma diretiva que alocava 2,6 bilh�es de d�lares para o desenvolvimento do sistema. Para 2009, est�o previstos seis novos lan�amentos de sat�lites Glonass. Estes seis novos sat�lites ser�o lan�ados tr�s de cada v�s, atrav�s de foquetes russo modelo Proton-M. Um dos lan�amentos est� agendado para o dia 25 de setembro e o outro para o dia 25 de dezembro de 2009, ambos da base de lan�amentos russa de Baikonur, no Casaquist�o. A foto ao lado mostra um foguete Proton-M sendo preparado em 2008 para o lan�amento de tr�s sat�lites Glonass.
 
  TV Globo distribuir� sinal de TV digital por meio de antenas parab�licas
Uma solu��o baseada em geolocaliza��o far� parte de uma tecnologia para levar o sinal de TV digital da Rede Globo aos telespectadores que recebem a programa��o atrav�s de antenas parab�licas. O projeto est� sendo desenvolvido pela Globo em conjunto com a empresa Thomson e destina-se a tornar poss�vel a receber os sinais digitais e, ao mesmo tempo, manter a estrutura de divis�o do terit�rio brasileiro entre as emissoras afiliadas da Rede Globo.

Segundo o projeto, em cada receptor de sinal haver� um m�dulo GPS embutido, que verificr� a posi��o geogr�fica de instala��o do equipamento. Os sinais das emissoras afiliadas estar�o, portanto, codificados no sat�lite e apenas as caixas equipadas com esse controle de acesso ser�o capazes de decodificar as imagens, habilitando o cliente a receber apenas a programa��o correspondente � amissora da regi�o onde se encontra. Dessa forma, os receptores sintonizariam apenas o sinal da emissora afiliada da regi�o, preservando assim o modelo federativo defendido pela Globo.

A emissora tem um mapeamento das �reas n�o atendidas pelo sinal aberto, que deve ser usado como subs�dio para decidir quais seriam as emissoras mais importantes para o p�blico das parab�licas e distribui��o do sinal digital por sat�lite.

Fonte: Mundo Geo
 
domingo, 17 de maio de 2009
  Empresa nos EUA vende rob�s de "Perdidos no Espa�o"
Para quem tem mais de 45 anos, Lost in Space ou, no Brasil, Perdidos no Espa�o invoca as lembran�as de um seriado de televis�o produzido entre 1965 e 1968, que contava as aventuras da fam�lia Robinson no espa�o, a bordo da nave J�piter 2. Mas os grandes her�is eram o Rob� B9 e o Dr. Zachary Smith, clandestino que introduziu-se na nave com o prop�sito de destrui-la, mas que acabou sendo mais um membro da tripula��o que se viu perdida sem rumo no espa�o.

40 anos ap�s a s�rie original, uma empresa norte americana est� lan�ando r�plicas do famoso Rob� B9, constru�do nos m�nimos detalhes para se parecer com o rob� do seriado original. A empresa B9 Creations est� comercializando cada r�plica pelo pre�o de US$ 24500, diz ter capacidade de produzir 30 exemplares por ano e j� vendeu mais de 50 bob�s. A r�plica foi baseada principalmente no modelo usado no �ltimo ano do seriado, que foi filmado a cores e d� maiores detalhes sobre o rob�.

O rob� vendido pela B9 Creations tem alguns movimentos b�sicos e acionamento com controle remoto. Um sistema de som interno tem cerca de 500 frases gravadas por Richard Tufeld, que fazia a "voz" do rob� na s�rie original.
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Em 1998 foi lan�ado nos cinemas um filme, tamb�m chamado Lost in Space (Perdidos no Espa�o), dirigido por Stephen Hopkins, com roteiro baseado na famosa s�rie de televis�o. Para tentar atrair para o novo filme a aten��o dos f�s da s�rie de TV, o diretor convidou diversos atores do seriado original: Richard Tufeld fez novamente a voz do rob�; June Lockhart, a Maureen Robinson original, no filme � diretora da escola de Will Robinson e aparece em um holograma; Mark Goddard, o antigo Major West, � o oficial comandante do novo Major West; Angela Cartwright e Marta Kristen, as primeiras Penny Robinson e Judy Robinson, fizeram pequenos pap�is como rep�rteres. Bill Mumy, que fazia o papel de Will Robinson, n�o pode participar devido a compromissos. O ator Jonathan Harris, que fazia o Dr. Smith na s�rie, tamb�m foi convidado mas recusou-se a participar. O novo filme fez pouco sucesso.
 
  Equador estuda adotar padr�o de TV digital do Brasil

O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou no �ltimo s�bado (16 de maio de 2009) que o seu pa�s estuda adotar o padr�o nipo-brasileiro para televis�o digital, mas que ainda analisa qual sistema o pa�s adotar�. "A princ�pio, n�s gostar�amos de apoiar um irm�o latino-americano como o Brasil, que � o que produz a tecnologia para esse sistema de televis�o digital", explicou o presidente equatoriano. "Mas, obviamente, n�o sou especialista em quest�es t�cnicas, tenho que receber o relat�rio t�cnico definitivo, mas tamb�m estamos trabalhando nisto para come�ar uma nova era de televis�o no Equador", afirmou.

Atualmente h� tr�s sistemas de TV digital que disputam o mercado na Am�rica Latina, calculado em mais de 400 milh�es de pessoas. O formato adotado pelos Estados Unidos (ATSC) j� foi escolhido pelo M�xico. O sistema europeu (DVB, Digital V�deo Broadcasting), foi escolhido por Uruguai e Col�mbia. O sistema do Jap�o (ISDB) foi adotado pelo Brasil e pelo Peru, com a diferen�a que utiliza a codifica��o de v�deo no padr�o H.264/MPEG-4 AVC, enquanto que no Jap�o � utilizado o padr�o MPEG-2. Os demais pa�ses da Am�rica Latina ainda estudam qual padr�o ser� adotado.

Fonte: G1
 
quinta-feira, 14 de maio de 2009
  Empresas de Energia El�trica apostam no PLC para competir no mercado de telecomunica��es

A regulamenta��o para a oferta de internet via Power Line Communications (PLC) ainda n�o est� conclu�da, mas as distribuidoras de energia el�trica j� fazem planos para conquistar uma fatia do mercado de banda larga a curt�ssimo prazo. Apesar de a implanta��o do servi�o n�o estar plenamente pacificada no setor el�trico, distribuidoras de energia como a Copel pretendem iniciar a oferta comercial de internet em 2009 e est�o confiantes de que t�m f�lego para abocanhar uma boa fatia deste mercado. "Temos como oferecer um produto com maiores velocidades e mais acess�vel", garantiu o consultor de telecomunica��es da empresa de energia el�trica do Paran�, a Copel, Orlando C�sar de Oliveira.

Para que os planos da Copel decolem, falta apenas a conclus�o da regulamenta��o da oferta do servi�o por parte da Ag�ncia Nacional de Energia El�trica (Aneel). A ag�ncia fez nesta ter�a-feira, 13 de maio, uma audi�ncia p�blica para que os interessados no assunto fizessem suas considera��es antes da conclus�o do regulamento. Um dos pontos que ainda gera controv�rsia � com rela��o � tarifa que poder� ser cobrada pelas distribuidoras pelo acesso �s redes de energia para a transmiss�o de dados. No setor el�trico existe uma regra que obriga as concession�rias a transferir parte dos ganhos com a loca��o de suas redes para as tarifas cobradas dos consumidores de energia, em prol da modicidade tarif�ria.

Ocorre que essa transfer�ncia tem sido vista como um desest�mulo por alguns agentes do setor na oferta do PLC. � a interpreta��o da Associa��o Brasileira de Distribuidores de Energia El�trica (Abradee), por exemplo. Para o assessor da diretoria da Abradee, Jos� Gabino, a Aneel poderia pensar em alternativas que estimulassem as empresas a prestar o PLC, como o adiamento por algum tempo da regra do repasse. "A regra que tem hoje n�o faz sentido nenhum. As empresas podiam ficar com toda a tarifa, por exemplo. � preciso encontrar um jeito de estimular a empresa", afirmou Gabino.

No Brasil, seis concession�rias j� fazem testes com o PLC h� alguns anos e apostam que a tecnologia est� pronta para permitir uma oferta competitiva de banda larga aos seus consumidores. S�o elas: Copel (PR), CEB (DF), Cemig (MG), Light (RJ), Celg (GO) e Excelsa (ES). Ao menos uma delas, a Copel, se diz preparada para iniciar sua opera��o comercial do servi�o no pr�ximo ano e planeja a execu��o de uma oferta-piloto para 10 mil clientes no in�cio de 2009.

Atualmente, a Copel comanda seu teste na localidade de Santo Ant�nio da Platina, onde cerca de 300 consumidores t�m acesso irrestrito e gratuito � banda larga via PLC. Nessa primeira fase, a distribuidora tomou a decis�o de n�o oferecer seus pacotes tendo como par�metro a velocidade de acesso, como fazem as teles. A empresa quer transportar para as telecomunica��es o mesmo m�todo usado na oferta de energia, ou seja, o cliente paga pelo que usar na transmiss�o de dados, sem restri��es pr�vias a velocidades de download. "Tem gente que nem televis�o tinha em casa e hoje v� TVs do mundo todo pelo computador", conta Orlando C�sar de Oliveira sobre a experi�ncia em Santo Ant�nio da Platina.

O m�todo tem sido chamado pela empresa de "web on demand" e, segundo o consultor da Copel, garante que a oferta seja bem mais acess�vel do que o sistema utilizado pelas teles. "Telecom est� em um modelo equivocado. Vamos implantar (o PLC) dentro do modelo de energia, onde n�o somos n�s que controlamos o consumo. � o pr�prio cliente." Oliveira acredita que, com a capilaridade da rede el�trica, o uso do PLC pode ser uma grande ferramenta para a real inclus�o digital do pa�s. "O escopo maior � que ele vem ao encontro da inclus�o digital, pois a rede el�trica tem uma penetra��o de 98%, 99%. O PLC � uma alternativa vi�vel e exequ�vel para a inclus�o."

Ao defender o uso do PLC, Oliveira tamb�m n�o poupa cr�ticas �s teles. Uma das grandes reclama��es � a pr�tica do traffic shaping, que a Copel garante que n�o ir� aderir caso confirme sua entrada no mercado de transmiss�o de dados. "A Copel n�o aplica controle de tr�fego. Isso � um erro, inclusive do governo, que deveria impedir essa pr�tica", protesta. Garantindo que n�o limitar� o acesso a qualquer tipo de transmiss�o, a distribuidora alega que as tecnologias PLC dispon�veis hoje asseguram conex�es com mais velocidade do que as oferecidas pelas teles.

Segundo o consultor, os equipamentos existentes permitem conex�es com velocidades de at� 400 Mbps. O plano de atendimento da Copel prev� a oferta de 100 Mbps para cada grupo de 50 potenciais clientes. Para viabilizar a oferta comercial do servi�o � sua base de consumidores de energia, de 3,5 milh�es, a distribuidora estima que ser� necess�rio um investimento de US$ 1 bilh�o. A parte mais complexa da estrutura de oferta de dados, o cabeamento em fibra da regi�o de atendimento, j� est� pronta com a implanta��o de 7 mil km de cabos OPGW - onde a fibra passa dentro dos cabos par�-raios das linhas de alta tens�o - e mais 7 mil km em cabos urbanos.

Segundo Oliveira, sem que a distribuidora precise fazer maiores esfor�os, � poss�vel atingir uma penetra��o de 33% na oferta de PLC, �ndice bem mais expressivo do que os obtidos nas ofertas tradicionais de banda larga, via cabo e ADSL. O c�lculo � baseado na estimativa de que, para cada tr�s conex�es de PLC, uma funciona com efici�ncia. Considerando a penetra��o de quase 100% da rede el�trica em sua �rea de atua��o, a distribuidora teria potencial inicial de oferecer banda larga, com bom funcionamento, para um ter�o de sua clientela atual.

Outra quest�o que ainda precisa de ajustes no modelo de oferta do PLC � a quantidade de empresas que poder�o gerenciar essa nova rede de acesso. De acordo com as apresenta��es feitas hoje na Aneel, apenas uma prestadora poderia ser respons�vel pelos modens que fazem a modula��o da rede el�trica para a oferta do PLC por conta de problemas de interfer�ncia. Caso essa hip�tese se confirme, o caminho natural seria a distribuidora de energia ter o controle exclusivo dessa rede de acesso.

No entanto, as distribuidoras asseguram que isso n�o impedir� a competi��o na oferta final do PLC, caso existam outras empresas interessadas em prestar o servi�o. A distribuidora, em uma via, ofereceria o servi�o aos seus clientes, mas por outro lado tamb�m poderia sublocar os modens para a oferta por terceiros. Mas o futuro dessas rela��es comerciais pode n�o ser pac�fico.

Oliveira insinua que as distribuidoras lutar�o para manter o controle de suas redes, inclusive na oferta de dados, e que n�o aceitar�o a possibilidade de abrir sua infraestrutura �s empresas de telefonia. "N�o faz sentido abrir para quem � monop�lio", alfineta o consultor da Copel, lembrando que n�o s� as concession�rias de telefonia fixa mantiveram em r�dea curta o acesso �s suas redes nos �ltimos anos. Segundo Oliveira, empresas como a GVT tamb�m jamais deixaram as subsidi�rias de telecom das distribuidoras entrarem em suas redes.

Fonte: Teletime
 
quarta-feira, 13 de maio de 2009
  Padr�o Ginga de interatividade da TV digital brasileira recebe aprova��o da UIT
O Ginga-NCL � o primeiro padr�o a ser aprovado e recomendado pela Uni�o Internacional de Telecomunica��es (UIT) para aplica��es interativas em IPTV. A Recomenda��o H.761 - "Nested Context Language (NCL) and Ginga-NCL for IPTV services" foi aprovada pelo Setor de Normaliza��o da UIT, no �ltimo dia 29, como resultado de propostas apresentadas por iniciativa da Ag�ncia Nacional de Telecomunica��es (Anatel) do Brasil.

Desenvolvido pela PUC-Rio, o Ginga-NCL � um subsistema do Ginga, software elaborado para permitir a interatividade no Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Foram aprovadas pela UIT a linguagem NCL e sua plataforma de execu��o. A aprova��o significa uma chancela da UIT ao padr�o brasileiro, que poder� ser utilizado por fabricantes do mundo todo em produtos que permitir�o a interatividade em IPTV.

Fonte: IDG Now!

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  KT usa WiBro na Cor�ia para orientar motoristas
A empresa de telecomunica��es l�der da Cor�ia do Norte, a Korea Telecom (KT), associou-se � tamb�m coreana Easycar para oferecer aos motoristas um novo equipamento, destinado a auxiliar o tr�nsito nas grandes cidades.

O aparelho � basicamente um navegador baseado em GPS, chamado KT SHOW WiBro, que utiliza a rede sem fios metropolitana WiBro da KT para dar ao equipamento v�rias funcionalidades adicionais. O usu�rio obt�m, atrav�s da conex�o IP de alta velocidade com a rede WiBro, informa��es de �udio sobre o tr�nsito e imagens de c�meras localizadas em cruzamentos e avenidas, podendo assim ser informado sobre acidentes, engarrafamentos e rotas alternativas de tr�nsito.

A KT e a Easycar ainda n�o anunciaram o pre�o e disponibilidade do aparelho.

Fonte: InfoGPS Online
 
  Kenwood lan�a aparelho para autom�veis com TV Digital, CD, DVD e GPS
A empresa Kenwood est� lan�ando no mercado japones um equipamento para autom�veis que re�ne em um �nico aparelho tocador de CD e DVD com receptor de TV digital e navegador por sinais GPS. O equipamento, modelo HDV-909DT, tem tela tipo LCD de 7 polegadadas, com resolu��o de 480 pixels X 234 pixels e aceita arquivos DivX, MP3 e JPEG. Possui um receptor interno de TV digital (sistema 1Seg, apropriado para recep��o em movimento) e os arquivos podem ser armazenados em um pen-drive externo, conectado a uma porta USB 2.0, ou transferidos para um disco r�gido interno com capacidade de 40GB. A sa�da de som utiliza o sistema 5.1, com sa�da para subwoofer. Obviamente h� tamb�m no aparelho um receptor de r�dio AM e FM.

O aparelho recebe tamb�m sinais dos sat�lites GPS e mostra a posi��o do ve�culo em mapas tridimensionais que abrangem todo o terit�rio do Jap�o. O pre�o de lan�amento no mercado japones � equipalente a proximadamente 1500 Euros.

Fonte: �bergizmo
 
domingo, 10 de maio de 2009
  TV Alterosa inaugura sinal digital e faz testes com Ginga para interatividade
A TV Alterosa, afiliada do SBT em Minas Gerais, come�ou a transmitir sua programa��o com sinal digital na sexta-feira, 8 de maio de 2009. Al�m da inaugura��o das transmiss�es digitais, a emissora fez ainda testes em Betim de aplicativos interativos, usando, para garantir o retorno, modem da fabricante MXT, que desenvolve equipamentos GPRS e que podem ser acoplados a receptores de TV digital. Segundo a emissora, este � o primeiro teste oficial de interatividade plena do Sistema Brasileiro de TV Digital.�

Segundo o gerente t�cnico da emissora Luiz Eduardo Le�o, o teste foi realizado com prot�tipos de receptores equipados com uma "vers�o beta" do Ginga, j� que o middleware ainda n�o foi totalmente normatizado. O teste consistia em um aplicativo no qual o usu�rio respondia uma pergunta simples e recebia um conte�do exclusivo. Segundo o engenheiro, a comunica��o se deu pela Internet, atrav�s do modem GPRS que usou a rede celular GSM. No entanto, qualquer rede f�sica capaz de conectar o receptor � Internet poderia ser usada, como telefonia fixa, cable modem etc.�

Fonte: Teletime
 
  Garmin lan�a GPS com c�mera digital integrada


A Garmin anunciou o lan�amento do Oregon 550 e Oregon 550t. Os dispositivos GPS integram uma c�mara digital de 3.2 megapixels, o que possibilita ao usu�rio georreferenciar suas imagens.

Al�m disso, o aparelho possui b�ssola o tela touchscreen. A c�mara digital possui zoom digital, al�m de georreferenciar automaticamente as imagens.

O GPS possui 850 MB de mem�ria interna, tela de tr�s polegadas e cart�o de mem�ria. O aparelho permite personalizar cinco perfis de navega��o, automotivo, mar�timo, lazer, fitness ou Geocaching.

Fonte: InfoGPS Online
 
quarta-feira, 6 de maio de 2009
  Depois do espartilho, surge a cueca com GPS

A Lindelucy, uma confec��o de Juruaia, no Sul de Minas, criou uma cueca com GPS. O acess�rio, que tem o tamanho de um pequeno celular costurado na pe�a, � capaz de mostrar a localiza��o da pessoa ou por onde ela passou.

Segundo a propriet�ria da Lindelucy, Lucia Iorio, a ideia surgiu a partir do espartilho com GPS, lan�ado pela loja no ano passado. "As mulheres ganharam esse presente dos homens e agora somos n�s que vamos rastrea-los onde estiverem", afirma.

Lucia explica que a lingerie masculina tem v�rias finalidades, como manter a seguran�a da pessoa, pois o GPS tem um sistema de rastreamento e vem com um bot�o contra p�nico, que pode ser acionado em caso de assalto ou sequestro. Os dados de latitude e longitude s�o enviados a um n�mero pr�programado de telefone celular.

A cueca no estilo boxer e com o sistema GPS, pode ser adquirida em v�rias cores e tamanhos. Ela custa 490 reais. Para quem desejar monitorar as mulheres, o espartilho com o aparelho GPS custa 1.750 reais.

Fonte: InfoGPS Online
 
ter�a-feira, 5 de maio de 2009
  IBGE lan�a servi�o online gratuito para melhorar a qualidade de dados GPS
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat�stica (IBGE) passou a disponibilizar, a partir do dia 6 de maio, um servi�o online gratuito, o RBMC-IP, que pela primeira vez vai permitir a obten��o, em tempo real, de coordenadas (latitude, longitude e altitude) de melhor qualidade por usu�rios de equipamentos de GPS que possuam acesso � internet sem fio, como os utilizados para controle de frota, locomo��o, navega��o mar�tima, agricultura, etc.

O servi�o consiste na transmiss�o em tempo real, pela internet, das observa��es coletadas em 26 das 60 esta��es GPS de opera��o cont�nua espalhadas pelo territ�rio nacional, pertencentes � Rede Brasileira de Monitoramento Cont�nuo dos Sistemas GNSS (RBMC), mantida pelo IBGE.

Ao utiliz�-lo, um usu�rio que esteja em terra ou no mar poder� melhorar em dez a cem vezes a precis�o do conhecimento da sua posi��o em rela��o �quela fornecida pelo GPS sozinho. Para fazer uso do RBMC-IP, � preciso se cadastrar no site http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/download/cadastro.php.

Chamado de RBMC-IP, o servi�o consiste na transmiss�o em tempo real, pela internet, das observa��es coletadas em 26 das 60 esta��es GPS de opera��o cont�nua espalhadas pelo territ�rio nacional, pertencentes � Rede Brasileira de Monitoramento Cont�nuo dos Sistemas GNSS (RBMC), mantida pelo IBGE. Ao utiliz�-lo, um usu�rio que esteja em terra ou no mar poder� melhorar em dez a cem vezes a precis�o do conhecimento da sua posi��o em rela��o �quela fornecida pelo GPS sozinho. Para tanto, al�m da internet sem fio, o usu�rio dever� ter, em seu equipamento GPS (ou um notebook, ou um PDA conectado ao equipamento GPS), um software que aplique as corre��es oriundas das esta��es de refer�ncia (RBMC) e possibilite a obten��o de coordenadas mais precisas. Dever� tamb�m se cadastrar no site do IBGE. A partir da�, os dados recebidos pelo seu receptor GPS ser�o combinados com os transmitidos pelo IBGE pela internet, o que permitir� a obten��o de precis�es de posicionamento que podem variar de alguns cent�metros (no caso do uso da t�cnica RTK - Relativo Cinem�tico em Tempo Real) a alguns dec�metros (no caso do uso da t�cnica DGPS - GPS Diferencial), em vez dos nove metros que s�o fornecidos pelo GPS sozinho.

Os dados (ou corre��es) da RBMC ser�o disponibilizados por meio de um protocolo internet conhecido como Networked Transport of RTCM2 via Internet Protocol (NTRIP), desenvolvido pela Ag�ncia Alem� de Geod�sia e amplamente utilizado na Europa. O NTRIP permite conex�es simult�neas de computadores desktop, laptops e PDAs (computadores de m�o) que possuam acesso � internet sem fio, como, por exemplo, GPRS ou modem 3G. Antes desse servi�o, a RBMC j� vinha disponibilizando dados GPS, mas apenas para aplica��es que n�o necessitavam de resultados em tempo real.

Todos os resultados obtidos pelo RBMC-IP estar�o automaticamente em SIRGAS2000, sistema de refer�ncia oficialmente em uso no Brasil desde 2005.

Um bom exemplo de setor que ser� beneficiado com este servi�o � o da agricultura de precis�o, que utiliza o GPS para controlar o uso de adubos e pesticidas nas planta��es. Fazendo uso do servi�o RBMC-IP, atrav�s da t�cnica RTK, os produtos podem ser aplicados somente onde realmente s�o necess�rios, ou seja, haver� uma economia para o produtor e, ao mesmo tempo, benef�cio para o meio ambiente, reduzindo a agress�o que o solo recebe quando pesticidas s�o aplicados nas planta��es. A utilidade ser� maior ainda em todas as aplica��es de navega��o terrestre e mar�tima.

At� ent�o, para a realiza��o de um levantamento RTK convencional, eram necess�rios um receptor instalado em uma esta��o com coordenadas conhecidas, denominado de esta��o de refer�ncia ou base RTK, um receptor m�vel (rover)e um r�dio de comunica��o VHF, para enviar os dados da esta��o de refer�ncia RTK ao receptor m�vel.

Um fator que limita a �rea de abrang�ncia para a realiza��o do RTK nesse modelo � o alcance da transmiss�o das ondas do r�dio, pois, se existirem obst�culos entre a refer�ncia e o receptor m�vel, a precis�o esperada n�o ser� alcan�ada. Al�m disso, como a separa��o entre dois canais de r�dio � estreita, o sinal pode receber a interfer�ncia de outros usu�rios trabalhando na mesma banda de frequ�ncia, reduzindo a qualidade do levantamento.

O servi�o RBMC-IP via internet sem fio substitui a conex�o via r�dio VHF. Dentre as vantagens da mudan�a, � poss�vel citar as seguintes: a) os receptores GPS habilitados para realizar levantamentos RTK n�o necessitar�o de licen�as especiais para trabalhar com o protocolo NTRIP, mas apenas de uma conex�o internet; b) um modem GSM/ GPRS ou 3G, para conex�o via internet sem fio, � mais barato que um r�dio VHF; c) n�o ser� necess�rio manter um equipamento GPS com um operador todo o dia em uma esta��o de refer�ncia, j� que as esta��es de refer�ncia s�o fornecidas pelo IBGE atrav�s da RBMC; d) n�o ser� necess�rio buscar locais altos para instalar a esta��o de refer�ncia e o transmissor, uma vez que o alcance da internet � maior que o do r�dio; e) n�o ser� necess�rio se preocupar com obst�culos f�sicos, j� que, enquanto o r�dio n�o funciona com obstru��es, a internet independe delas; e f) a jornada de trabalho fazendo uso do RBMC-IP ser� reduzida quando comparada com o m�todo cl�ssico via r�dio

A transmiss�o dos dados ser� realizada da seguinte forma: o receptor GPS existente em cada uma das esta��es que participam do servi�o RBMC-IP envia continuamente mensagens no formato RTCM at� um servidor "caster" localizado na sede do IBGE, no Rio de Janeiro. Um usu�rio, com um aplicativo "cliente"3, uma conex�o internet e um software que permite calcular as coordenadas corrigidas, conecta-se ao servidor caster do IBGE e escolhe a(s) esta��o(�es) da RBMC-IP cujos dados ou corre��es diferenciais deseja receber. As corre��es s�o recebidas pelo GPS do usu�rio e, dessa forma, obt�m-se as posi��es corrigidas. Atualmente, o servidor caster do IBGE recebe dados de 26 esta��es localizadas nas principais capitais brasileiras.

Entretanto, o usu�rio precisar� preencher o cadastro e se registrar. A solicita��o ser� avaliada, e uma identifica��o e senha de acesso ser�o enviadas por e-mail. Haver� algumas restri��es de acesso para evitar congestionamento de tr�fego neste servidor. Assim, cada usu�rio s� poder� acessar 3 das 26 esta��es da RBMC; se o usu�rio ficar conectado por mais de 24 horas consecutivas no servidor do IBGE, ele ter� o seu acesso cancelado; a identifica��o e senha de acesso ser�o v�lidos por um per�odo m�ximo de tr�s meses; ser�o permitidos no m�ximo 50 acessos simult�neos ao servi�o.

Por fim, o microcomputador do usu�rio n�o poder� estar dentro de uma rede de firewalls ou Proxy, pois, nesse caso, o servi�o RBMC-IP n�o ir� funcionar.

Fontes: IBGE & InfoGPS Online
 
  WiMAX F�rum certifica equipamentos da Motorola em 2,5 GHz

A Motorola anunciou nesta segunda-feira, 4 de maio de 2009, que o WiMAX F�rum certificou dois CPEs e um ponto de acesso da tecnologia WiMAX em 2,5 GHz. A chancela do WiMAX F�rum garante que os produtos s�o interoper�veis com equipamentos de outros fabricantes.

Enquanto o �rg�o trabalha para garantir �s operadoras o funcionamento dos equipamentos entre fabricantes, o que � essencial para que a tecnologia ganhe escala e caia de pre�o ao longo dos anos, as empresas n�o conseguem vender os produtos no Brasil. Como se sabe, os pedidos de certifica��o de equipamentos de WiMAX em 2,5 GHz est�o parados na Anatel h� quase um ano.

Jos� Geraldo de Almeida, gerente de novos neg�cios para a �rea de home & network mobility da Motorola, relembra o entendimento da procuradoria especializada da Anatel de que a certifica��o � um ato vinculado, ou seja, � Anatel cabe aprovar ou n�o os equipamentos n�o podendo omitir-se sobre os pedidos. "Se voc� ignora atos vinculados, tudo pode acontecer", afirma. Para o executivo, a quest�o crucial � qual o momento o pa�s pretende aumentar a oferta de espectro para banda larga m�vel. "Minha estimativa � que a Anatel n�o venda as faixas para o LTE antes de 2013. O que est� na balan�a � banda larga fixa ou nom�dica hoje e telefonia celular daqui a alguns anos. Quando a Anatel faz isso, ela est� tomando uma pol�tica p�blica. Estamos trocando o presente imediato pelo futuro com algum grau de incerteza", critica.

Embora n�o haja uma ordem formal do conselho diretor para a suspens�o das homologa��es, a justificativa da ag�ncia � que as empresas de MMDS, que hoje s�o donas da faixa de 2,5 GHz, n�o possuem licen�a de SCM associadas � faixa. Segundo esta l�gica seguida pela Anatel, isso impede que as empresas de MMDS utilizem os equipamentos, argumento recha�ado pelas empresas, j� que o MMDS � um servi�o que, por defini��o, permite a transmiss�o de dados. Outro argumento da Anatel � que n�o � poss�vel homologar os equipamentos antes da decis�o sobre a nova destina��o da faixa 2,5 GHz.

Fonte: Teletime
 
  Altus recebe 15 mil chips do CEITEC
A Altus Sistemas de Inform�tica recebeu o primeiro lote de chips encomendados ao CEITEC. Quinze mil mem�rias GBL para automa��o industrial chegaram a sede da companhia na quinta-feira (30/04).

O neg�cio representa a primeira entrega em grande quantidade de chips produzidos no Brasil desde final da d�cada de 1980, quando as atividades de microeletr�nica foram interrompidas no pa�s com o fim da "Lei de Inform�tica", e a consequente libera��o das importa��es de componentes eletr�nicos. Segundo o CEITEC, sendo um chip de controle industrial, existe a possibilidade de expans�o do volume de produ��o nacional.

O CEITEC � uma empresa especializada no desenvolvimento e produ��o de circuitos integrados de aplica��o espec�fica (ASIC?s), com f�brica em Porto Alegre - RS.

Entre suas principais metas esta inserir o Brasil no mercado global como produtor de semicondutores atrav�s da implanta��o de empresas competitivas em microeletr�nica, atuando como l�der e estimulador na forma��o e capacita��o de m�o-de-obra especializada e na moderniza��o de outros setores industriais na Am�rica Latina.

Em sua �rea de atua��o, viabiliza projetos estrat�gicos para o Brasil, sendo reconhecido como modelo no segmento de Microeletr�nica. Neste setor colabora com o desenvolvimento de produtos e processos, com destaque para a agro-ind�stria e automa��o industrial.

Fonte: CEITEC e IT Web
 
  Renesas e NEC negociam fus�o
A NEC Electronics, da qual a NEC Corp. controla 65 por cento, e a Renesas, que � uma joint venture entre a Hitachi e a Mitsubishi Electric, dizem que planejam a fus�o para abril de 2010. O objetivo � impulsionar a competitividade global das empresas em microcontroladores, sistemas e circuitos integrados em geral.

O presidente da NEC Electronics, Toshio Nakajima, afirmou que as empresas juntas est�o cortando 200 bilh�es de ienes em custos, e que espera que a nova companhia n�o precise atuar no vermelho.

A NEC Electronics e a Renesas esperam fechar os detalhes do acordo at� o final de julho deste ano e manter a nova empresa listada em bolsa. A NEC provavelmente ir� absorver a Renesas, que atualmente tem 55 por cento de seu controle nas m�os da Hitachi e 45 por cento na da Mitsubishi Electric.

Tanto a NEC quanto a Renesas s�o especializadas em microcontroladores e semicondutores, e a uni�o entre ambas deve gerar vendas anuais de quase 13 bilh�es de d�lares, superando a Toshiba como a maior fabricante de circuitos integrados do Jap�o.

Fonte: Saber Eletr�nica
 
  Redes sem fios poder�o se tornar realmente sem fios

Voc� chega a um shopping ou aeroporto, liga seu notebook e pode imediatamente se conectar � internet. E todos chamamos isso de rede sem fios. Mas ser� que essa rede realmente prescinde dos fios?

Do ponto de vista de um engenheiro de telecomunica��es, a resposta � n�o. O problema � que � necess�rio um cabo para que o sinal possa chegar at� o roteador. Apenas a partir dele � que a conex�o fica dispon�vel "sem fios", mas apenas dentro de uma �rea restrita.

Isso acontece porque � caro e tecnologicamente dif�cil criar redes realmente sem fios em grandes �reas, para cobrir uma cidade inteira, por exemplo.

Mas esses problemas agora poder�o ser resolvidos gra�as ao trabalho da equipe do professor Andreas Kassler, da Universidade de Karlstad, na Su�cia. A pesquisa contou com a participa��o do brasileiro Marcel Cavalcanti de Castro, cientista da computa��o formado pela Universidade Federal de Goi�s.

A ideia � que os n�s da rede - os pontos de acesso - comuniquem-se entre si, trocando dados diretamente, em vez de cada um deles ter uma conex�o a cabo com a internet.

Hoje essa tecnologia tem um empecilho grave: a capacidade de transmiss�o de dados da rede cai rapidamente � medida que s�o acrescentados novos n�s, porque cada um deles gasta tempo e largura de banda comunicando-se com os demais.

O Dr. Kassler resolveu o problema equipando cada um dos n�s da rede com v�rias placas de rede e fazendo-as trocar dados em v�rias frequ�ncias diferentes simultaneamente. Os ganhos s�o exponenciais, garantindo que a capacidade de transmiss�o de dados da rede n�o sofrer� nenhuma degrada��o.

A pesquisa chamou a aten��o das operadoras e empresas de telefonia porque o sistema � muito mais barato de ser instalado do que a coloca��o de cabos at� cada um dos pontos de acesso � internet que se deseja implantar.

A tecnologia ser� testada pela Deutsche Telekom durante um ano. Inicialmente os testes incluir�o os laborat�rios da empresa e a Universidade de Karlstad. A seguir, a avalia��o ser� levada para um ambiente urbano real de Berlim. Os testes ser�o focados na telefonia por IP.

Fonte: Inova��o Tecnol�gica
 
domingo, 3 de maio de 2009
  Intel divulga My WiFi para ligar tudo sem fios


A Intel est� divulgando sua tecnologia My WiFi, que prop�e o uso de redes IEEE 802.11 para ligar TUDO, desde impressoras, c�meras fotgr�ficas e equipamentos de som.

 
sexta-feira, 1 de maio de 2009
  Apple quer desenvolver chips pr�prios

A Apple est� � procura de novos empregados da ind�stria de semicondutores, e tamb�m est� desenvolvendo a sua capacidade de desenvolver chips pr�prios. As informa��es est�o na edi��o de quarta-feira (29) do di�rio econ�mico "Wall Street Journal".

A fabricante do iPhone e do iPod espera que seus esfor�os fa�am com que se desenvolvam novas funcionalidades para os seus dispositivos, e que habilite a empresa a manter mais segredo, em rela��o aos vendedores de chips, sobre os detalhes tecnol�gicos dos seus equipamentos.

Um porta-voz da Apple confirmou que a companhia contratou Bob Drebin, executivo de produtos gr�ficos da fabricante de chips Advanced Micro Devices, e Raja Koduri, que ocupou a mesma posi��o antes de Drebin.

No entanto, o porta-voz n�o deu mais detalhes sobre o assunto. A p�gina de Drebin em uma rede social o indica como diretor-s�nior da Apple.

A Apple tem contratado engenheiros, a fim de criar chips multifuncionais para que sejam usados em seus telefones, diz o "Wall Street Journal". A tecnologia dos chips estaria dispon�vel j� no come�o do ano que vem.

Fonte: Folha Online
 
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