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NoWires - Sua vida sem fios: Mar�o 2009
NoWires - Sua vida sem fios
s�bado, 28 de mar�o de 2009
Motorista brit�nico segue indica��es do GPS e quase cai de penhasco
N�o � mais raro ver casos de motoristas que passam por apuros por terem seguido a risca todas as dire��es fornecidas por um navegador GPS.
O caso mais recente � de um ingl�s de 43 anos que quase caiu penhasco abaixo na cidade de Doncaster, na Inglaterra. Seguindo as instru��es do GPS, Robert Jones rodava por uma estrada estreita e �ngreme que terminava no penhasco. Por sorte havia uma cerca de prote��o na beira do penhasco, que ajudou a segurar o autom�vel BMW de Jones. No entanto o carro ficou pendurado por mais de nove horas, at� que os ve�culos de socorro conseguissem retirar o carro de l�.
"O navegador insistia que o caminho era uma estrada, mesmo ficando mais estreita e inclinada. Eu confiei. Ningu�m espera ser levado at� a beira de um penhasco", disse o motorista.
No fim das contas, Robert Jones foi multado pela pol�cia brit�nica por "dirigir sem o devido cuidado e aten��o".
No dia 24 de mar�o ser� lan�ado a partir do Cabo Canaveral, na Fl�rida, o mais novo sat�lite do sistema GPS, batizado de IIR-20M. O lan�amente ser� feito por um foguete Delta II, fabricado pela Boeing, que j� est� posicionado para o lan�amento.
O sat�lite � o s�timo da s�rie mais moderna da constela��o GPS. Al�m dos sinais j� existentes nos sat�lites mais antigos do GPS, o IIR-20M transmitir� sinais na frequ�ncia L5, sendo o primeiro sat�lite a orbitar a Terra e enviar dados nessa frequ�ncia. Os sat�liles da s�rie IIR s�o constru�dos pela Lockheed Martin Space Systems na cidade de Valley Forge, Estado da Pensilvania, nos EUA -- tem massa de 844 kg, alimentado com c�lulas solares que totalizam 2,44 kW.
A partir de 2010 os EUA pretendem iniciar o lna�amento de uma nova fam�lia de sat�lites para GPS, a chamada s�rie III. Os detalhes da s�rie III ainda s�o secretos, mas sabe-se que haver� mais dois canais para uso militar. Os gerentes do GPS prometem tamb�m que os sat�tites da s�rie III ter�o os canais civis com alta pot�ncia, o que provavelmente permitir� receber os sinais no interior de edif�cios.
Sinal anal�gico deixar� de ser transmitido por 158 emissoras de TV dos EUA
Enquanto a maioria das emissoras de televis�o dos EUA ainda mant�m a transmiss�o anal�gica at� o dia 12 de junho, data do desligamento oficial, 158 esta��es pretendem encerrar o sinal antes disso. A lista foi anunciada pela Comiss�o Federal de Comunica��es (FCC, na sigla em ingl�s), na ter�a-feira (17).
Boa parte dessas 158 emissoras -- que representam por volta de 15% das transmiss�es anal�gicas ainda em funcionamento -- t�m pequena participa��o no mercado e, em quase nenhuma delas, h� transmiss�o das quatro maiores redes comerciais do pa�s. As duas exce��es incluem as afiliadas da NBC e ABC em Denver, capital do Estado de Colorado, que encerrar�o o sinal anal�gico em 16 de abril.
Boa parte das emissoras que deixar�o de transmitir a programa��o em sinal anal�gico t�m pequena participa��o no mercado dos EUA. No dia 17 de fevereiro, data inicialmente programada para o desligamento (que foi postergado para 12 de junho), ao menos 25% das esta��es de TV nos Estados Unidos j� haviam cortado a transmiss�o do sinal anal�gico. Menos de um m�s depois, usu�rios de todas as partes do pa�s reclamavam do sinal digital.
As esta��es da TV p�blica PBS, que n�o querem manter o custo de manuten��o do sinal anal�gico, v�o desligar 58 transmiss�es em breve, deixando 125 para encerramento na data oficial. A rede Trinity, dedicada � programa��o religiosa, desligar� 26 esta��es, deixando oito em funcionamento.
A FCC pode proibir uma esta��o de encerrar o sinal antecipadamente, a fim de assegurar �s pessoas pelo menos uma esta��o transmitindo o sinal anal�gico em �reas nas quais h� apenas o sinal digital.
A empresa de pesquisas Nielsen informou, no dia 1� de mar�o, que 4,5 milh�es de resid�ncias que recebiam somente o sinal anal�gico n�o estavam preparadas para o corte. O n�mero inclui domic�lios cujos conversores de sinal foram comprados, mas que n�o puderam ser conectados em seus aparelhos.
A aquisi��o dos conversores foi subsidiada por cupons, em um programa que o governo dos EUA colocou em pr�tica no m�s de janeiro.
O programa de cupons recebeu nova verba do pacote econ�mico do governo que, por sua vez, est� trabalhando na lista de espera para obter os conversores.
Pol�cia Federal descobre equipamento capaz de fazer 'gato' em sat�lite dos EUA
A Pol�cia Federal (PF) realizou opera��o em seis estados atr�s de pessoas que interceptavam comunica��es de sat�lites da Marinha dos Estados Unidos. Na pr�tica, o equipamento era capaz de fazer "gato" nos sat�lites americanos.
O Fleet Sattelite Communications foi lan�ado pela Marinha dos EUA em 1978 para coordenar a comunica��o entre tropas, avi�es, navios, submarinos e o comando. Esse tipo de sat�lite forma uma rede estacion�ria em torno do planeta, no mesmo estilo dos sat�lites do GPS. Em 1993, a rede foi substitu�da por um novo sistema.
As investiga��es da Ag�ncia Nacional de Telecomunica��es (Anatel) come�aram no ano passado, depois que a embaixada americana fez uma reclama��o sobre o uso n�o autorizado dos sat�lites militares � pr�pria ag�ncia e ao Minist�rio das Rela��es Exteriores do Brasil.
A opera��o realizada dia 18 de mar�o de 2009 ocorreu em seis cidades de Minas Gerais e em mais cinco estados. A PF encontrou irregularidades em 17 dos 20 locais vistoriados em todo o pa�s, como mostram as fotos das a��es realizadas pelos agentes.
Os usu�rios de r�dio frequ�ncia usavam o equipamento para falar com outras pessoas. Mas, para fazer isso, precisavam de uma licen�a especial, que n�o tinham. � como se fosse um "gato" para falar de gra�a no telefone ou ver televis�o por assinatura sem pagar.
Para o professor de computa��o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Renato Ferreira, que trabalhou com processamento de dados de sat�lites na ag�ncia espacial americana - a NASA, quem andou acessando os sat�lites dos EUA ilegalmente conhece sobre o assunto.
"Isso n�o acontece por acaso, nem sem conhecimento. N�o � uma brincadeira fazer um sat�lite operar como ele opera. A pessoa que fez isso tem conhecimento de como os sat�lites funcionam, em qual frequ�ncia ele transmite. N�o consigo imaginar que algu�m achou esse sinal, e usou testanto configura��es aleatoriamente", disse Ferreira, que explicou ainda que os sat�lites mais antigos n�o tinham tecnologia de prote��o de dados, como criptografia.
Nanoantenas de carbono superam antenas tradicionais em aplica��es sem fio
"Ela transmite quase t�o bem quanto uma antena de cobre comum, mesmo tendo apenas um d�cimo de mil�simo de seu peso." � assim que os pesquisadores da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, descrevem a sua nanoantena, constru�da com uma fibra feita com nanotubos de carbono.
Para testar a nanoantena e comprovar sua incr�vel efici�ncia, os pesquisadores abriram um telefone celular e substitu�ram a antena do aparelho pela fin�ssima fibra de nanotubos de carbono que eles teceram em seu laborat�rio.
"A surpresa mais agrad�vel foi como foi f�cil faz�-la funcionar. A parte mais dif�cil � manipular a antena. Ela flutua no ar ambiente," conta David Mast, que desenvolveu a nanoantena em colabora��o com seus colegas Vesselin Shanov e Mark Schulz.
A fotografia mostra na parte de cima, a fibra tecida a partir de nanotubos de carbono. Embaixo, o teste no celular do pesquisador. [Imagem: Jay Yocis, no site Inova��o Tecnol�gica]
Para facilitar os testes, os pesquisadores colaram sua antena dipolo de nanotubos de carbono, que mede apenas 25 micr�metros de di�metro, em uma fita adesiva.
A nanoantena tem in�meras possibilidades de uso, podendo servir para transmitir dados em equipamentos superminiaturizados, como implantes m�dicos, etiquetas RFID e em roupas inteligentes, que poder�o ter equipamentos eletr�nicos incorporados no interior das fibras do tecido.
El�trons na superf�cie
A antena de nanotubos de carbono funciona t�o bem porque os el�trons est�o sempre tentando ir para a superf�cie do material por onde eles transitam. Como o cobre � um material maci�o, resta uma superf�cie pequena para que eles transitem.
Na fibra de nanotubos de carbono, os el�trons podem ir sempre para a superf�cie dos diversos nanotubos individuais que comp�em a fibra. Em vez de vencer a resist�ncia para caminhar no interior de um material maci�o, eles est�o sempre na superf�cie, que � onde eles trafegam com maior efici�ncia. Al�m disso, os nanotubos s�o ocos, o que deixa ainda mais �rea superficial � disposi��o dos el�trons.
Substituindo as fia��es de cobre
"As fibras de carbono t�m uma fra��o dos atuais condutores de cobre e as antenas poder�o ser aplicadas diretamente [nos equipamentos], podendo ter import�ncia significativa em atividades aeroespaciais. Em um avi�o, h� v�rias centenas de quilogramas de cabos e fia��es de cobre," diz Mast.
Agora os pesquisadores planejam melhorar a resist�ncia de suas fibras, tecendo-as em m�ltiplas malhas, al�m de encontrar empresas que estejam dispostas a fabricar as nanoantenas em escala comercial.
Google Earth acrescenta primeiras imagens obtidas pelo sat�lite GeoEye-1
A empresa GeoEye, fornecedora de imagens de sat�lite, anunciou que come�ou a liberar imagens em alta resolu��o e coloridas para o Google.
As imagens do sat�lite GeoEye-1 que foram repassadas para o Google, foram obtidas nos �ltimos 60 dias e incluem as pir�mides do Egito, Monte Fuji, Sydney, Barcelona, e diversos outros locais.
Todas as imagens foram obtidas a partir de 423 milhas distantes do solo terrestre, a uma velocidade de 17 mil milhas por hora.
Por enquanto as imagens s� est�o dispon�veis no link http://earth.google.com/geoeye/. Somente daqui alguns dias ser�o acrescentadas nas ferramentas Google Earth e Google Maps, mas j� � poss�vel baixar um arquivo do tipo KML com as imagens.
Oi vai lan�ar em abril servi�o de TV direto de sat�lites
A empresa Oi mant�m o cronograma para lan�amento, em abril, de seu servi�o de TV por assinatura via sat�lite - DTH. A operadora confirma que o equipamento a ser disponibilizado aos assinantes ter� a capacidade de recep��o dos sinais dispon�veis nos sat�lites de banda C e que a programa��o Globosat n�o estar� inclu�da na programa��o neste primeiro momento. A Oi pretende focar o produto em camadas de menor renda.
Depois da reuni�o do conselho diretor nesta quinta-feira (19/3), o presidente da Anatel (Ag�ncia Nacional de Telecomunica��es), Ronaldo Sardenberg, confirmou que, para a ag�ncia, a defini��o sobre a certifica��o de equipamentos WiMAX para a faixa de 2,5 GHz est� condicionada � altera��o no regulamento sobre condi��es de uso dessa faixa. E essa decis�o pode demorar muito, pois a proposta ainda ser� submetida a consulta p�blica e a an�lise da �rea t�cnica antes da vota��o definitiva do conselho diretor.
"Parte dos conselheiros entende que assuntos comuns, ligados � faixa de 2,5 GHz, devem ser tratados conjuntamente. N�o podemos homologar sem saber qual vai ser a decis�o final sobre a faixa", explicou Sardenberg, conforme relata o site Telecom Online. ?� fundamental que haja consenso. N�o adianta homologar ou certificar, se o comprador do equipamento n�o tem faixa. Se aprovarmos nestas condi��es, podemos causar preju�zo �s empresas.?
A faixa de 2,5 GHz � alvo de disputa entre operadoras de MMDS (microondas terrestres) e de telefonia celular. As primeiras querem o espectro para a tecnologia WiMAX, que permitir� a oferta de triple play, enquanto as celulares enxergam no 2,5 GHz o caminho evolutivo para a quarta gera��o. As mudan�as no regulamento visam justamente propor novos usos � faixa, com a destina��o aos servi�os m�veis.
Lixo espacial que amea�ou Esta��o Internacional era de um antigo foguete norte americano
A NASA divulgou novos dados sobre o lixo espacial e sobre os procedimentos de evacua��o da Esta��o Espacial Internacional, que ocorreu no final de semana passado.
O objeto � formado por uma pequena massa met�lica, com 12,7 cent�metros de di�metro, conectado a um cabo de 1 metro de comprimento, com uma massa total menor do que 1 kg. A pe�a pertencia ao �ltimo est�gio do foguete Delta (PAM-D) usado para lan�ar o sat�lite n�mero 37 do sistema GPS (Global Positioning System). A pe�a � monitorada desde o lan�amento do sat�lite, ocorrida em 1993, possuindo o c�digo "25090 PAM-D" no sistema de rastreamento de lixo espacial. Conhecida tecnicamente como "yo weight", ela � usada para fazer com que o est�gio do foguete caia em dire��o � atmosfera depois da separa��o da carga �til, evitando que eles entrem em contato novamente. Normalmente esta pe�a fica presa ao foguete e cai na Terra, mas no caso deste foguete ela se desprendeu e tem orbitado a terra desde 1993.
O peda�o de lixo espacial, embora monitorado, possui uma �rbita com um perigeu muito alto (154 km) o que levou a erros de avalia��o de seu curso. Revalia��es de �ltima hora mostraram que ele entraria na �rea de seguran�a da Esta��o Espacial Internacional, o que o acendeu o alerta vermelho no centro de comando da NASA,
Os astronautas estavam dormindo no momento do alarme. Eles foram acordados e informados de que n�o haveria tempo para manobrar a Esta��o, devendo refugiar-se no m�dulo russo Soyuz.
Apesar dos pequenas dimens�es e massa do lixo espacial, a ISS viaja a uma velocidade de 28.000 km/h, o que torna um choque com um objeto mesmo pequeno uma amea�a substancial, inclusive com o risco de despressuriza��o da esta��o e interrup��o dos sistemas de suporte de vida.
H� rumores circulando no mercado de eletr�nica que a empresa norte-americana Apple vai lan�ar em breve um novo equipamento, na linha dos pequenos notebooks que tem sido conhecidos como netbooks.
Na verdade o mercado mundial de netbooks est� em plena expans�o e j� despertou a aten��o de grandes empresa, como � o caso da Dell, que j� fez os seus lan�amentos. A Apple at� agora tem ficado de fora desta "onda", mas j� circularam na Internet fotografias do que seria um iPhone tamanho grande com tela sens�vel ao toque, semelhante ao que foi objeto de uma patente recente depositada pela Apple.
Segundo os analistas, o equipamento ser� lan�ado no segundo semestre de 2009.
Peru pode adotar sistema de TV digital semelhande ao Brasil
As principais redes de televis�o peruanas manifestaram apoio � ado��o do sistema nipo-brasileiro (ISDB-T) para a televis�o digital do pa�s a partir de 2011. Est� sendo esperada para dentro de poucos dias a decis�o do Minist�rio de Transportes e Comunica��es do Peru, que avalia as tecnologias dispon�veis mundialmente. Segundo informa��es reproduzidas no site Info Online, a decis�o peruana ser� conhecida no final de mar�o.
Quatro das seis redes de televis�o do Peru, agrupadas na Sociedade Nacional de R�dio e Televis�o, disseram em comunicado publicado na imprensa que sua decis�o havia sido un�nime em elei��o sobre a tecnologia digital.
"Realizamos an�lises detalhadas, tanto t�cnicas como econ�micas e comerciais sobre as diferentes tecnologias existentes, resultando o padr�o japon�s-brasileiro (ISDB-T) como o mais adequado para ser implantado em nosso pa�s", diz o comunicado.
O Peru espera iniciar ainda em 2009 as transmiss�es experimentais de televis�o digital aberta em todo o pa�s. O presidente peruano, Alan Garc�a, encontrou-se em fevereiro com o ministro das Comunica��es brasileiro, H�lio Costa, que teria oferecido coopera��o cient�fica e um investimento financeiro.
Na Am�rica do Sul, a Col�mbia optou pelo sistema europeu de televis�o digital em agosto do ano passado. Chile, Argentina e Venezuela ainda estudam qual modelo ser� adotado.
Dispositivo USB permite fazer rastreamento por GPS
A empresa Hammacher Schlemmer lan�ou um equipamento que permite o acompanhamento de pessoas ou objetos por meio da recep��o de sinais GPS. O aparelho tem a forma de um pen drive USB e possui no seu interior um receptor GPS de alta sensibilidade. O equipamento possui uma mem�ria interna que permite armazenar 100 horas de dados, contendo as coordenadas geogr�ficas dos lugares visitados, as rotas de deslocamento e as velocidades percorridas. A id�ia � que o equipamento seja mantido junto com a pessoa que se deseja rastrear, ou que seja afixado a um ve�culo ou a um objeto qualquer. Para faciliar a fixa��o em ve�culos, ele possui um im� que lhe permite ser colocado em qualquer superf�cie met�lica. O equipamento funciona com pilhas AAA.
Ap�s um certo per�odo de tempo, o dispositivo deve ser conectado � porta USB de um computador. Um software, fornecido junto com o equipamento, permite ent�o que os dados gravados no aparelho sejam lidos e colocados em um mapa, acrescentando a data, hora, local e dura��o de cada parada. O fabricante anuncia como principal aplica��o o monitoramento de cargas, permitindo por exemplo verificar o caminho percorrido por uma encomenda desde o instante em que � despachada de uma empresa at� chegar �s m�os do cliete. � obvio, por�m, que o dispositivo poder� ser facilmente usado para monitorar por onde uma pessoa esteve durante um intervalo de tempo.
Coreia quer introduzir banda larga sem fio WiBro na Am�rica Latina
A Coreia do Sul tentar� alcan�ar acordos para comercializar sua tecnologia de banda larga sem fio WiBro no Brasil e em outros pa�ses da Am�rica Latina, com uma miss�o comercial liderada pelo vice-ministro de Economia sul-coreano, Kim Young-hak.
Cinquenta executivos de empresas privadas e p�blicas, com o vice-ministro sul-coreano � frente, visitar�o, al�m do Brasil, Col�mbia e Peru para apresentar as vantagens da tecnologia WiBro, das transmiss�es digitais multim�dia e da televis�o pela internet.
A WiBro, uma vers�o sul-coreana da tecnologia WiMax (IEEE 802.16e), � a mais importante tecnologia sem fio de alta velocidade para internet na Coreia do Sul, de cujo desenvolvimento se encarrega, entre outras empresas, a Samsung Electronics.
Para o governo sul-coreano, o mercado latino-americano � atrativo, j� que espera-se que, nos pr�ximos anos, cres�a notavelmente a demanda pelas conex�es de alta velocidade.
Al�m disso, segundo o Minist�rio da Economia do Conhecimento da Coreia do Sul, os pa�ses da regi�o registraram um crescimento econ�mico cont�nuo e est�vel, mas continuam carecendo de modernas infraestruturas para as tecnologias da informa��o e da comunica��o.
No Brasil a id�ia dos sul-coreanos vai esbarrar nas restri��es da ANATEL, que mostra-se indefinida quanto ao futuro das faixas de freq��ncias de 2,5 GHz e 3,5 GHz. Em 2006 a ANATEL chegou a lan�ar um edital para a faixa de 3,5 GHz, na qual poderiam ser implantados servi�os baseados em tecnologia WiMAX, como o WiBro sul-coreano. Por�m este edital recebeu questionamentos jur�dicos por parte das operadoras de telefonia celular, que n�o poderiam participar do leil�o. O resultado, depois de muito tempo de infefini��o, foi o cancelamento do edital pela ANATEL. J� para a faixa de 2,5 GHz os obst�culos s�o das empresas de TV por assinatura, que em algumas localidades utilizam esta faixa de freq��ncias para distribui��o de sinal para as �reas perif�ricas, onde n�o h� cabos coaxiais para a transmiss�o dos sinais de TV.
Se as freq��ncias de 2,5 GHz e 3,5 GHz continuarem com os atuais entraves, o Brasil poder� n�o ter acesso a nenhuma tecnologia de banda larga WiMax.
A empresa norte americana Google refor�ou seu ataque ao setor de telecomunica��es com um servi�o gratuito chamado Google Voice que, caso venha a obter sucesso, poderia reduzir as receitas de pequenas e grandes empresas, como o eBay, propriet�rio do servi�o de telefonia via internet Skype, e operadoras de telefonia, al�m de diversas empresas iniciantes de tecnologia.
O Google Voice � uma vers�o expandida de um servi�o anteriormente conhecido como GrandCentral, o nome de uma empresa iniciante que o Google adquiriu 20 meses atr�s. O objetivo do servi�o � simplificar a maneira pela qual as pessoas administram seus telefonemas, mensagens de correio de voz e mensagens de texto. O servi�o inicialmente s� estar� dispon�vel para os assinantes atuais da GrandCentral; o Google informa que o p�blico em geral pode come�ar a utiliz�-lo dentro de algumas semanas.
O Google Voice permite que os usu�rios direcionem todos os seus telefonemas a um �nico n�mero que pode tocar em sua casa, escrit�rio e celular simultaneamente. Tamb�m oferece aos usu�rios um sistema de correio de voz �nico e f�cil de administrar para m�ltiplas linhas telef�nicas. E permite que os usu�rios fa�am telefonemas, via internet, gratuitamente nos Estados Unidos - e por uma pequena tarifa em caso de liga��es internacionais.
Os analistas apontaram os recursos de telefonia via internet como o aspecto do servi�o que mais tem potencial de incomodar as empresas estabelecidas. Embora telefonemas de baixo custo via internet tenham se tornado comuns, o potencial do Google para atingir uma audi�ncia de massa pode fazer diferen�a, disseram alguns analistas.
"Eu consideraria que o Google tem o potencial de mudar as regras do jogo devido � sua capacidade de convencer um maior n�mero de pessoas a trocar suas ferramentas existentes por essa nova ferramenta", disse Phil Wolff, editor do Skype Journal.
Mas o Google enfrentar� formid�vel concorr�ncia do Skype, o rival que domina a telefonia via internet. O servi�o da empresa, gratuito quando as pessoas ligam para outros usu�rios da Skype e barato para liga��es a telefones regulares, tem 400 milh�es de usu�rios registrados e conquista 350 mil novos assinantes ao dia, de acordo com o eBay. A empresa tem como foco refor�ar as capacidades de v�deo e de videoconfer�ncia do servi�o.
"O Skype est� anos-luz � frente em termos de v�deo, chat e telefonia de voz simult�neos", disse Ross Sandler, analista da RBC Capital Markets. "N�o acredito que tenham muito com que se preocupar".
Em uma apresenta��o a investidores na quarta-feira, Josh Silverman, presidente da Skype, disse que "o chat e os servi�os de voz se tornar�o dominantes" na telefonia via internet. "As pessoas far�o sua escolha de software de comunica��o com base em quem ofere�a a melhor experi�ncia em termos de v�deo".
O eBay reconheceu que o Skype n�o tem sinergias com as demais por��es de seu neg�cio, e sinalizou que pode tentar vend�-lo nos pr�ximos meses.
A telefonia via internet funciona de modo diferente no Google Voice e no Skype. Em lugar de iniciar o telefonema no computador, em um telefone especial ou por um aplicativo em um celular ou aparelho similar, os usu�rios do Google Voice podem usar qualquer telefone para ligar para sua central de correio de voz. Quando entram, basta pressionar um bot�o para obter um tom de chamada e fazer outra liga��o. O sistema n�o foi dimensionado para liga��es em v�deo, ainda que o Google ofere�a capacidades simples de conversa em v�deo por meio do Google Talk, seu servi�o de mensagens instant�neas.
Para chamadas internacionais a linhas fixas em alguns pa�ses importantes, o Google Voice � ligeiramente mais barato que o Skype, e os telefonemas internacionais a celulares com o sistema Google custam cerca de um ter�o a menos que os via Skype.
Vincent Paquet, co-fundador da GrandCentral e agora gerente-s�nior de produtos no Google, diz que as tarifas dos telefonemas via internet provavelmente desempenhariam papel importante para subsidiar o servi�o gratuito, que por enquanto n�o vir� acompanhado de publicidade. "N�s somos capazes de gerar receita suficiente para bancar o servi�o com os telefonemas internacionais", afirmou, apontando que o Google Voice hoje opera nos servidores do Google e portanto tem custo operacional muito baixo.
Os analistas disseram que n�o estava claro que por��o do mercado de telefonia o Google Voice poderia roubar �s operadoras. O Google, que produz software para celulares, j� est� em conflito com diversas empresas de telecomunica��es quanto � regulamenta��o e ao controle da receita rapidamente crescente gerada por servi�os e publicidade de internet m�vel.
Alguns dos demais recursos do Google Voice, como transcri��es de mensagens de voz, s�o oferecidos como servi�os pagos por empresas iniciantes como a Spinvox e a PhoneTag. E recursos de teleconfer�ncia s�o vendidos por algumas operadoras de telecomunica��es, mas tamb�m est�o dispon�veis gratuitamente por meio de alguns servi�os online.
O Google Voice pode incomodar mais os defensores da privacidade, e talvez as autoridades regulat�rias, do que as ofertas dos concorrentes, porque permitiria ao Google, que j� recolhe vasto volume de dados sobre o comportamento dos usu�rios de internet, obter informa��es sobre seus h�bitos telef�nicos.
"Isso gera dois problemas distintos", diz Marc Rosenberg, diretor executivo do Electronic Privacy Information Center. "Quanto � privacidade, o sistema permitir� maior ac�mulo de informa��es e rastreamento de h�bitos de usu�rios, sem salvaguardas. O segundo problema � a crescente consolida��o dos servi�os oferecidos via internet sob o controle de uma companhia dominante".
Cientistas do MIT criam bateria de l�tio que recarrega em 10 segundos
A revista Nature publica, nesta quarta-feira (11), um artigo em que apresenta uma nova bateria � base de l�tio, que � capaz de armazenar e gerar uma maior quantidade de energia do que as atuais, e � recarregada em apenas dez segundos --uma inven��o que poderia revolucionar o mundo da telefonia celular. A bateria deve ser comercializada em alguns anos, segundo os pesquisadores que capitaneiam o projeto.
A inven��o foi desenvolvida por Byoungwoo Kang e Gerbrand Ceder, dois cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que se dedicaram a melhorar o rendimento oferecido pelas baterias atuais atrav�s de um novo desenho dos canais encarregados de transportar a energia de um lado para outro da pilha.
Atualmente, as baterias de l�tio oferecem um bom rendimento energ�tico --mas seu ponto fraco � o baixo n�vel de pot�ncia em determinados momentos nos quais, por qualquer motivo, � necess�rio uma carga extra.
O fato � associado � lentid�o com a qual os �ons e el�trons do l�tio circulam.
Por isso, os pesquisadores centraram seus esfor�os em conseguir aumentar a velocidade de deslocamento dos �ons. Eles criaram uma ferramenta capaz de distribuir a energia por cada um dos cantos do dispositivo.
Ceder explicou que isto permitiria carregar uma pequena bateria --similar � usada nos telefones celulares-- em apenas dez ou 20 segundos, o que "poderia ter muit�ssimas aplica��es pr�ticas e poderia chegar a mudar nosso estilo de vida".
Kang e Ceder utilizaram como base o composto LiFePO4, usado frequentemente na fabrica��o de baterias. Ap�s o cobrirem com uma mistura de ferro, f�sforo e oxig�nio, o composto foi aquecido, o que permitiu que os �ons se deslocassem com rapidez.
Al�m dos dois pesquisadores do MIT, empresas de tecnologia j� haviam revelado que trabalham no desenvolvimento de baterias e pilhas mais potentes e baseadas em outros elementos qu�micos, cujas dura��es de carga podem chegar at� um m�s.
Copel testa Internet pela rede el�trica no Norte Pioneiro do Paran�
Desde o come�o da semana passada oper�rios est�o instalando cabos de fibra �ptica nos postes de energia el�trica de uma das principais ruas de Santo Ant�nio da Platina, cidade no Norte Pioneiro do Estado do Paran�. Por esses cabos, a Companhia Paranaense de Energia El�trica (Copel) pretende levar a 300 domic�lios o acesso � internet banda larga via rede el�trica.
O projeto, ainda em fase de testes, faz de Santo Ant�nio da Platina, a primeira cidade brasileira a contar com a tecnologia PLC (Power Line Comunications), que torna o acesso � rede mundial de computadores at� 50 vezes mais r�pida. A previs�o � de que at� o fim de mar�o os usu�rios do sistema da Copel, comecem a usufruir da nova tecnologia ? a princ�pio, limitada a um dos lados da rua 13 de Maio, que corta o centro da cidade. Os testes devem durar um ano, e nesse per�odo o desempenho ser� monitorado e avaliado pela companhia. A disponibilidade da tecnologia tamb�m n�o vai representar custo adicional na fatura no final do m�s. Enquanto estiver operando em fase de testes, o servi�o ser� gratuito. A empresa tamb�m ainda n�o tem um calculo de quanto o servi�o pode custar quando estiver dispon�vel comercialmente.
De acordo com o diretor de Distribui��o da Copel, Ronald Tadeu Ravedutti, as pessoas que v�o integrar os testes ter�o o compromisso de monitorar o funcionamento da internet. As informa��es desses clientes, explica o diretor, � que v�o conduzir ao aperfei�oamento da infra-estrutura. "Ser�o 300 pontos, que j� foram escolhidos dentro de alguns crit�rios pr�-estabelecidos. Temos resid�ncias, projetos educacionais, escolas e estabelecimentos comerciais. Procuramos selecionar locais onde funcionam v�rios computadores juntos. Dessa forma, a pesquisa ser� bem ampla", disse.
Uma das maiores vantagens do PLC � a velocidade. "Hoje existem poucos fornecedores e seus servi�os s�o restritos em qualidade e uso de facilidades. O que propomos � oferecer acesso � internet banda extra-larga, isto �, acesso a velocidades acima de 10 megabits por segundo. Isso acrescido de telefone, medi��o de energia, vigil�ncia e seguran�a, entre outros", explica Ravedutti.
O sistema PLC usa os cabos da rede el�trica como meio f�sico para levar os servi�os de telecomunica��es. Nesse primeiro momento, somente a internet ser� instalada, mas futuramente, a tecnologia dever� tamb�m facilitar o servi�os em outras �reas da telecomunica��o, como TV a cabo, por exemplo. Outra vantagem do PLC ser� a viabilidade de monitora��o e controle da rede el�trica e tamb�m a medi��o e controle do servi�o de energia el�trica de seus consumidores. "Pretendemos testar e avaliar esta aplica��o, o que seria de muito benef�cio para todos os usu�rios", completa.
O PLC j� vem sendo utilizado em mais de 40 pa�ses e sendo explorado comercialmente em pelo menos 20 deles. Desde 1998, a Copel est� pesquisando a tecnologia e tornou-se a primeira concession�ria de energia do Brasil a obter autoriza��o da Ag�ncia Nacional de Telecomunica��es (Anatel) para atuar tamb�m na �rea de telecomunica��es. Em 2001 a empresa testou pioneiramente no pa�s as conex�es por meio da rede el�trica num grupo de 50 domic�lios de Curitiba, utilizando equipamentos cedidos mediante conv�nio de coopera��o com uma empresa da Alemanha. Os testes conclu�ram pela viabilidade da tecnologia desde que ela pudesse ser aprimorada, de forma a poder competir com as alternativas existentes.
A empresa canadense Byte Craft Limited, fundada em 1976 e que se dedica atualmente a prestar servi�os de desenvolvimento de software para sistemas eletr�nicos embedded, est� disponibilizando gratuitamente dois livros sobre o assunto:
Este livro tem como alvo a programa��o de microcontroladores usando a linguagem C. Destina-se principalmente a dois tipos de pessoas: O primeiro � formado por aqueles que j� tem conhecimentos de programa��o em C, mas querem se aprofundar no entendimento do funcionamento dos microcontroladores. O segundo � de pessoas que j� tiveram contato com microcontroladores, mas desejam obter maior conhecimento da linguagem C para programa-los. Clique aqui para obter o arquivo PDF completo do livro (228 p�ginas).
Escrito por Walter Banks e Gordon Hayward, o livro surgiu a partir de uma palestra sobre l�gica fuzzy aplicada a sistemas de controle, ministrada em 1993 num evento sobre Embedded Systems nos EUA. Este material, adicionado a artigos publicados pelos autores em revistas especializadas, resultou em um livro introdut�rio � l�gica fuzzy, aplicada a sistemas eletr�nicos do tipo embedded.Clique aqui para obter o arquivo PDF completo do livro (75 p�ginas).
Favela Dona Marta no Rio de Janeiro ganha rede sem fio
A favela Dona Marta, localizada em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, ser� a primeira do Pa�s a ter acesso a internet gratuita, atrav�s de tecnologia sem fio, em toda a sua extens�o. O acesso se dar� gra�as a um projeto do Governo do Estado, que instalar� antenas na comunidade e construir� postos de servi�o para os cidad�os. O acesso come�ou a ser fornecido na segunda-feira, dia 9 de mar�o.
De acordo com o projeto, os quase dez mil moradores v�o poder acessar a internet de qualquer ponto do morro. Est�o sendo instaladas 16 antenas que transmitir�o o sinal via r�dio.
O projeto � de responsabilidade da Secretaria Estadual de Ci�ncia e Tecnologia e conta com apoio da PUC-RJ. O financiamento dos R$ 496 mil necess�rios foi feito pela Funda��o Carlos Chagas de Apoio � Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). A Secretaria de Seguran�a ajudou cedendo equipamentos de telecomunica��es utilizados durante os Jogos Pan-Americanos de 2007.
Al�m do sinal aberto, os moradores do Dona Marta ganhar�o um quiosque com computadores conectados � rede para quem n�o tiver equipamentos em casa. O quiosque ser� instalado em uma pra�a no p� do morro.
Fonte: Assessoria de Comunica��o do Estado do Rio de Janeiro
Competi��es de rob�s em San Francisco, EUA
No per�odo de 12 a 14 de junho de 2009 a cidade de S�o Francisco, na Calif�rnia (EUA) ser� sede do 6.o Campeonato Mundial de Rob�s - RoboGames�2009. O evento reunir� cerca de 70 competi��es, inclu�ndo guerra de rob�s, competi��o de rob�s homan�ides, futebol de rob�s, lutas de sum� de rob�s e at� mesmo rob�s que v�o lutar kung-fu. Algumas competi��es ser�o com rob�s aut�nomos, e outras com rob�s comandados remotamente por operadores humanos.
Como curiosidade, o evento seria chamado de ROBOlympics, mas o Comit� Ol�mpico Internacional entrou com uma representa��o judicial contra os organizadores do evento, proibindo-os de utilizar no nome das competi��es qualquer men��o � palavra Olimp�ada, em qualquer idioma, por considerar que trata-se de uma marca registrada associada a eventos esportivos praticados por seres humanos.
A Nokia apresentou oficialmente no Brasil o aparelho N85, o mais novo smartphone de ponta da empresa. O dispositivo tem c�mera fotogr�fica de 5 megapixels, com lente Carl Zeiss, conectividade Bluetooth, Wi-Fi e 3G, al�m de tela de 2,3 polegadas do tipo OLED. A mem�ria do N85 � de 8Gb, suficiente para armazenar at� 30 horas de m�sica. Para o lan�amento do produto, a Nokia vai acrescentar a trilogia Matrix e o filme Batman ao N85.
Al�m disso, o aparelho tem receptor de sinais GPS, juntamente com o software de navega��o Nokia Maps 2.0. Com a c�mera e o GPS, o equipamento permite a fun��o geotagging, que acrescenta as coordenadas geogr�ficas do local onde foi obtida a foto aos arquivos de imagens.
O N85 come�ar� a ser comercializado a partir da segunda quinzena de mar�o pela Claro, e depois de abril por outras operadoras. O pre�o sugerido � de 1.699 reais, que poder� ser reduzido para o p�blico final atrav�s de subs�dios das operadoras, vinculados a assinatura de um determinado plano de servi�os.
Ao contr�rio de outros aparelhos da s�rie N, o N85 ser� produzido no Brasil, na f�brica da Nokia em Manaus.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que o governo investir� US$ 7,2 bilh�es para disseminar o acesso � banda larga naquele pa�s. O an�ncio foi feito no dia 13 de fevereiro, quando o chefe de Estado assinou a Lei de Recupera��o e Reinvestimento. A equipe de Obama considera como banda larga conex�es fixas de ao menos 5 Mbps de download e sem fio de, no m�nimo, 3 Mbps.
Os recursos ser�o investidos em �reas onde h� poucos domic�lios com acesso a internet r�pida e em locais onde n�o existe infraestrutura para que a conex�o em alta velocidade seja aproveitada. Parte do dinheiro tamb�m ser� utilizada no mapeamento do acesso � banda larga no pa�s. Os bilh�es poder�o ser transferidos a entidades privadas ou p�blicas, desde que elas se comprometam a permitir livre acesso � rede.
A lei ainda obriga o Comit� Federal de Comunica��es (FCC, na sigla em ingl�s) a desenvolver um plano para que todos os norte-americanos possam navegar em alta velocidade at� o fim do mandato de Obama.
Dois programas far�o os investimentos. O Oportunidades Tecnol�gicas, gerido pela Administra��o Nacional de Telecomunica��es e Informa��o, ficou com a maior parte do montante, US$ 4,7 bilh�es. Os US$ 2,5 bilh�es restantes ficaram sob responsabilidade do Servi�o de Utilidades Rurais, do Departamento de Agricultura dos EUA.
O Oportunidades Tecnol�gicas ter� US$ 3,99 bilh�es para investimentos diretos em programas de dissemina��o de tecnologias de acesso � banda larga. Dos US$ 700 milh�es que sobram, metade ir� para o mapeamento da internet r�pida no pa�s, US$ 200 milh�es para centros de acesso p�blico, US$ 250 milh�es para iniciativas de gera��o de demanda por servi�os e outros US$ 10 milh�es para custos.
Segundo a lei, os US$ 3,99 bilh�es podem, na pr�tica, ser ainda mais, pois o investimento do governo federal em cada projeto n�o pode ultrapassar 80% do total. Logo, se as regras forem cumpridas, os gastos devem chegar a US$ 5 bilh�es.
J� o programa de incentivo � banda larga rural deve investir no est�mulo � concorr�ncia entre provedores para que o custo para o consumidor final caia e em neg�cios que podem crescer com o acesso � internet r�pida.
Barack Obama demonstra preocupa��o com o acesso � internet nos EUA desde que assumiu o posto de presidente da na��o mais rica do mundo. Para ele, a banda larga pode contribuir bastante para que o pa�s supere a crise econ�mica. Estudo feito em 2007 pelo MIT e a Brookings Instution, duas grandes institui��es de pesquisa, mostra que um aumento de um ponto percentual na taxa de dissemina��o per capita de internet em alta velocidade nos EUA resulta na cria��o de 300 mil postos de trabalho. Segundo o trabalho, se o pa�s de Obama tivesse taxa de acesso � internet similar � da Dinamarca, haveria tr�s milh�es de postos de trabalho a mais. Os EUA atualmente ocupam a 15.a posi��o no ranking de acesso � internet da Organiza��o para a Coopera��o e Desenvolvimento Econ�mico (OCDE).
Os efeitos da banda larga podem ser vistos em v�rios setores da economia. De acordo com relat�rio do Departamento de Com�rcio divulgado em 2006, im�veis com internet r�pida s�o 6% mais valorizados no mercado imobili�rio. Segundo a porta-voz do governo norte-americano, Nancy Pelosi, cada d�lar investido em banda larga tem um retorno dez vezes maior.
Pesquisa feito pela Pew Internet Research, empresa especializa em pesquisas sobre internet, pre�o e presen�a do servi�o s�o os dois maiores obst�culos para a expans�o da internet r�pida naquele pa�s, onde 9% das casas ligadas � rede ainda utilizam conex�o discada.
O Google atualizou as imagens de diversos cantos do mundo nos programas de mapeamento da empresa.
Mesmo que ainda n�o tenha divulgado a lista completa, diversas imagens do novo sat�lite GeoEye j� est�o dispon�veis.
As atualiza��es das imagens do Google Earth atingem todos os continentes, sendo que o Brasil n�o ficou de fora. At� o momento foram adicionadas imagens na regi�o amaz�nica, interior de S�o Paulo e tamb�m da cidade de Goi�nia.
Nas fotos, novas imagens das cidades de Manaus e Goi�nia.
A Asus anunciou um novo smartphone, que promete ser o produto de ponta da empresa. O P835 � um aparelho bastante parecido com iPhone da Apple, pelo menos no aspecto visual.
A tela do P835 � do tipo touch screen com 3,5 polegadas e resolu��o de 800 x 480 pixels. Al�m disso tem uma barra inferior para ajudar na navega��o na internet.
O aparelho roda Windows Mobile 6.1 e se conecta a redes 3G, podendo chegar a 7,2 Mbps, al�m de redes Wi-Fi. A c�mera fotogr�fica tem 5 megapixels, a mem�ria interna � de 4 Gb e slot para cart�o de mem�ria do tipo microSDHC. O equipamento tem receptor de sinais GPS integrado com solu��o completa de navega��o.
A empresa ainda n�o anunciou o pre�o sugerido nem quando estar� dispon�vel.
Crise abala mercado de circuitos integrados e vendas caem quase 30% no mundo
As vendas mundiais de circuitos integrados somaram US$ 15,3 bilh�es em janeiro, uma queda de 28,6% em rela��o ao mesmo m�s de 2008, afetadas pela recess�o econ�mica, informou hoje a Associa��o da Ind�stria de Semicondutores (SIA, em ingl�s).
A entidade, com sede no Vale do Sil�cio, acrescentou que a redu��o frente ao m�s anterior chegou a 11,9%.
Janeiro �, tipicamente, um m�s de vendas baixas no setor, mas a forte queda reflete "uma eros�o cont�nua da confian�a dos consumidores e os efeitos da recess�o econ�mica global", disse o presidente da SIA, George Scalise, em comunicado. Ele ressaltou tamb�m que os estoques das companhias do setor "s�o muito baixos", o que significa que a capacidade de provis�o destas companhias "est� aumentando".
Esta n�o foi a �nica not�cia negativa recente para o setor, pois a Spansion, uma das principais fabricantes de mem�rias do tipo flash dos Estados Unidos, declarou fal�ncia no domingo. A Spansion possui aproximadamente 8.900 trabalhadores no mundo todo, e suas a��es s�o cotadas no �ndice Nasdaq, onde perderam cerca de 98% do valor no �ltimo ano.
A empresa Mission Motors, especializada na constru��o de motocicletas el�tricas, se prepara para lan�ar seu primeiro modelo em s�rie. A Mission One � um prot�tipo que dever� chegar ao p�blico em 2010.
Com visual futurista, o ousado projeto conta com baterias de �on-l�tio que garantem ao modelo uma autonomia de mais de 200 km. Al�m disso, a Mission One � capaz de ultrapassar os 240 km/h, com um impressionante torque de 13,82 kgfm. Para efeito de compara��o, a Honda CB600F Hornet tem torque de 6,47 kgfm.
Neste primeiro momento, a empresa divulgou a fabrica��o de apenas 50 exemplares, que contar�o com pe�as de marcas conceituadas no mundo das motos como: as suspens�es �lhins invertidas de 43 mm. J� os freios regenerativos ( recarregam a bateria a cada freada) s�o da italiana Brembo com 4 pist�es, por fim, as rodas s�o da Marchesini.
Para recarregar est� verdadeira esportiva � necess�rio uma tomada normal, com 220 V ou 110V. No primeiro caso, em apenas 2:30 as baterias de �on-l�tio s�o carregadas, j� com 110V, � preciso esperar cerca de 8 horas at� que ela fique de "tanque cheio".
O projeto foi revelado durante a confer�ncia de tecnologia e design dos Estados Unidos e, segundo a fabricante, at� 2010 estar� dispon�vel no mercado. Entretanto, para se ter um brinquedinho desses em sua garagem, ser� preciso desembolsar a quantia de US$ 87 000 ou pr�ximo a R$ 200 mil reais.
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