meta name="verify-v1" content="wkCH/hRSre2EVQZHVE+FmSzH9RFtwtWiDEWqrZNGmxQ=" /> NoWires - Sua vida sem fios: Janeiro 2009
NoWires - Sua vida sem fios
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
  Funcion�rio demitido deixa 'bomba digital' pronta para destruir os dados da financeira Fannie Mae

Foi confirmado nos EUA que a empresa financeira Fannie Mae foi alvo de uma tentativa de "ataque digital", atrav�s de um c�digo malicioso implantado no seu sistema de computa��o por um funcion�rio demitido. O funcion�rio foi identificado como o Engenheiro especializado em sistema UNIX Rajendrasinh Babubha Makwana, de 35 anos de idade e o "c�digo bomba" foi instalado no servidor central da Fannie Mae no dia 24 de outubro de 2008, algumas horas depois que ele recebeu o aviso de demiss�o.

A Fannie Mae esteve recentemnente em evid�ncia nos notici�rios, devido aos problemas finaceiros que enfrentou na crise imobili�ria norte-americana.

O Engenheiro Makwana tem cidadania indiana e era funcion�rio da empresa de consultoria tecnol�gica OmniTech, mas vinha trabalhando de forma exclusiva com a manuten��o do sistema de computa��o da Fannie Mae no centro de processamento de dados da financeira na cidade de Urbana, Estado do Maryland, nos EUA. Makwana j� trabalha ali h� 3 anos e tinha total acesso ao sistema de computadores da empresa. Na manh� do dia 24 de outubro de 2008 Makwana recebeu o aviso de que estava sendo demitido, devido a um erro que havia cometido em seu trabalho no in�cio do m�s. Apesar deste aviso, aparentemente Makwana continuou tendo acesso ao sistema de computa��o at� o final do dia e os registros mostram que ele fez um login no servidor central da Fannie Mae no final do dia.

O c�digo que foi instalado fazia parte de um script que era executado automaticamente todos os dias �s 9 horas da manh�. O c�digo instalado por Makwana estava programado para, no dia 31 de janeiro de 2009, tomar uma s�rie de a��es que destruiriam totalmente a base de dados da Fannie Mae, atingindo mais de 4000 servidores espalhados pelos EUA. O c�digo malicioso foi no entanto descoberto cinco dias ap�s a demiss�o de Makwana por outro funcion�rio da OmniTech, o qual alertou aos diretores da Fannie Mae, que por sua vez acionaram o FBI. A investiga��o que se seguiu mostrou que o c�digo foi inserido por Makwana em um script leg�timo, no final do programa e ap�s uma p�gina inteira de linhas em branco. Assim, um exame menos detalhado faria com que o c�digo criminoso passasse despercebido. Ainda segundo a investiga��o, se a "bomba digital" plantada por Makwana fosse executada, a Fannie Mae teria muita dificuldade para recuperar os dados perdidos, tendo que recorrer a backups externos e a documentos arquivados em forma de papel, em um trabalho que consumiria muitas semanas. At� mesmo o sistema operacional dos servidores teria que ser re-instalado!

Quando foi demitido, Rajendrasinh Makwana recebeu uma indeniza��o de US$ 100 mil e est� agora sendo procurado pelo FBI. N�o h� registros que ele tenha deixado os EUA, mas seu paradeiro � ignorado pelas autoridades policiais.

Fonte: Wired
 
  Congresso dos EUA confirma fim da TV anal�gica em 17 de fevereiro de 2009

A medida para postergar o fim das transmiss�es de TV anal�gica nos Estados Unidos n�o passou pela Casa dos Representantes (C�mara dos Deputados) nesta quarta-feira (28 de janeiro de 2009), devido ao bloqueio dos congressistas republicanos. Na segunda, o Senado dos EUA havia aprovado, por unanimidade, o adiamento do fim das transmiss�es de TV anal�gica, marcado para 17 de fevereiro. A ideia era que isso ocorresse em 12 de junho, em uma medida que tem apoio p�blico do presidente Barack Obama. No entanto, ele n�o conseguiu os dois ter�os de apoio necess�rios na Casa.

Desta forma a partir de 17 de fevereiro as pessoas nos EUA que ainda tiverem televisores anal�gicos n�o poder�o assistir a nenhum programa, a menos que assinem servi�os de TV digital por cabo, substituam seu televisor por um modelo com "set-top box" (necess�rio para receber o novo sinal) embutido ou adquiram um conversor.

No Brasil, medida semelhante est� marcada para 2016, segundo o cronograma oficial.

Os parlamentares republicanos culparam a transi��o presidencial pela derrota. "Se n�o fosse a interrup��o da equipe de transi��o, talvez a mat�ria j� estivesse aprovada tanto no Senado quanto na C�mara", apontou o deputado republicano Joe Barton.

Os democratas devem tentar a aprova��o do adiamento novamente, na pr�xima semana --mas, desta vez, em uma forma que permita altera��es e que precise de uma maioria simples para passar. Caso a Casa aprove quaisquer altera��es, o projeto ter� que voltar ao Senado para aprova��o final.

Os grupos de defesa dos consumidores tamb�m defendiam a transi��o em junho, preocupados com os 20 milh�es de pessoas que n�o t�m condi��es de adapta��o ao sinal digital.

'� realmente lament�vel", declarou Joel Kelsey, analista da Uni�o de Consumidores. "Os consumidores est�o pasmos diante de algo grande e sem fundamento, em meio a uma crise econ�mica."

Mais de um milh�o de pessoas est�o na lista de espera para cupons de US$ 40 do governo que subsidiam o custo do conversor para aparelhos de televis�o mais antigos. O �rg�o respons�vel agora envia novos cupons apenas quando os j� distribu�dos, mas n�o utilizados, expiram. At� a �ltima semana, havia 2,6 milh�es de pedidos de cupons na lista de espera.

Cerca de 6,5 milh�es de resid�ncias nos EUA n�o est�o prontas para a transi��o, segundo os dados da consultoria norte-americana Nielsen Ratings.

Fonte: Folha OnLine
 
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
  Vendas de 'netbooks' podem chegar a 139 milh�es em 2013
Para a consultoria ABI Research, o ano de 2009 marcar� o in�cio da "era do netbook", mesmo com a crise econ�mica mundial. Estudo da empresa estima que ser�o comercializadas ao longo deste ano, 35 milh�es de unidades.

Para 2013, a expectativa � que a venda alcance a casa das 139 milh�es de unidades. Segundo os consultores da ABI Research, a raz�o para o incremento da venda dos netbooks seria o fato de que os smartphones n�o serem considerados os dispositivos ideais para o dia-a-dia.

Tamb�m h� uma an�lise que os chamados MIDs (dispositivos m�veis de internet) ter�o ainda que conquistar a confian�a do consumidor, al�m de serem lan�ados em pre�os compat�veis para concorrer com os netbooks, medida que � classificada como 'dif�cil' pelos analistas da consultoria, pelo menos, nesta primeira etapa de vendas.

Fonte: Converg�ncia Digital - Intel Digital Center
 
  Brit�nicos ter�o banda-larga em todos os lares em 2012
O Primeiro-Ministro brit�nico Gordon Brown apresentou um plano que prev� a disponibilidade em todos os lares brit�nicos de conex�o em banda-larga � internet, at� 2012. Em sua justifica para o projeto, o Primeiro-Ministro afirmou que permitir que a popula��o tenha acesso � tecnologia digital � t�o importante atualmente como "estradas, pontes e ferrovias foram no S�culo 20".

Apesar da ousadia da iniciativa, surgiram severas cr�ticas da oposi��o, afirmando que as metas s�o demasiadamente modestas. De fato, o projeto apresenta como velocidade da conex�o b�sica a taxa de 2 Mbps, que j� � considerada baixa para as aplica��es atuais e futuras de voz e v�deo. Foi citado inclusive o caso do Jap�o, que pretende levar fibras �pticas para todos os lares japoneses, com taxas de transmiss�o de 20 Mbps, no m�nimo, como prova da pouca relev�ncia do projeto brit�nico em compara��o ao que se tem feito em outros pa�ses.

O projeto brit�nico, denominado Digital Britain, tem um custo estimado de 300 milh�es de libras.

Fonte: The Guardian
 
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
  Asus come�a a fabricar mini-notebook Eee PC em Curitiba (PR)


A empresa de Taiwan Asus, que tornou popular no mundo todo os modelos de notebooks com tela de at� 10 polegadas, come�ou neste m�s a distribuir no Brasil os primeiros modelos fabricados localmente. O pa�s � o primeiro fora da �sia a ter produ��o local da marca Asus. O Eee PC fabricado aqui ser� vendido por R$ 1.499, no modelo mais barato.

Segundo Marcel Campos, gerente de marketing da Asus no Brasil, "h� muito tempo a empresa decidiu que a fabrica��o era um ponto crucial para entrar no pa�s de forma significativa".

Para atender essa estrat�gia, a Asus come�ou a buscar um parceiro de quem pudesse contratar produ��o sob encomenda e recentemente fechou neg�cio com a Visum, de Curitiba (PR).

A empresa nacional passou a produzir n�o s� os netbooks --termo com o qual s�o conhecidos os port�teis de tela menor e reduzida gama de recursos--, mas tamb�m as placas-m�e de computador, que a Asus j� fazia antes de ingressar na linha de port�teis.

Neste primeiro momento, a Visum produz dois modelos de netbooks e dois de placa-m�e para a Asus, mas a companhia tem planos de ampliar a linha nacionalizada ao longo do ano, segundo John Chen, gerente geral da companhia no Brasil.

Os equipamentos da marca j� eram vendidos no Brasil, via importa��o, mas como a filial n�o estava oficialmente estabelecida, a empresa diz n�o ter n�meros sobre a base instalada de port�teis ou de placas-m�e no pa�s.

Uma subsidi�ria foi formalmente criada em agosto passado, que hoje conta com cerca de 20 profissionais. "Queremos ser uma empresa brasileira, com pessoal local e produtos feitos para as peculiaridades desse mercado", disse Campos.

A companhia asi�tica tamb�m informou que negocia com v�rias operadoras de celular brasileiras acordos para que alguns netbooks cheguem ao mercado com o chip de celular 3G embutido e, assim, possa se conectar � Internet dessa forma.

De acordo com Chen, no entanto, a empresa ainda n�o pode divulgar os nomes das operadoras envolvidas.

A companhia j� credenciou algo como 10 distribuidores para seus produtos no Brasil e nesse momento est� "em processo final de negocia��o" com redes varejistas da Internet e fora dela, segundo Campos. Ele espera que at� fevereiro os produtos da Asus j� possam ser encontrados nas prateleiras de grandes redes do varejo local.

O gerente geral Chen descartou esperar qualquer impacto da crise econ�mica nos planos da empresa para o Brasil, mas disse ser prematuro estimar de quanto ser� a participa��o de mercado da companhia no mercado brasileiro de computadores.

Neste m�s, a consultoria IDC divulgou que as vendas de computadores na �sia ca�ram no quarto trimestre de 2008 pela primeira vez em 10 anos . A Asus e a Acer, entretanto, ambas de Taiwan, tiveram alta nas vendas de, respectivamente, 26,5 e 7,8 por cento sobre o ano anterior.

Fonte: G1
 
  Empresa de Hong Kong apresenta rastreador para idosos e pessoas sob cuidados m�dicos
O E-Care Hub C103 � um dispositivo desenvolvido pelo GorupSense, de Hong Kong, exclusivamente para rastrear pessoas idosas e pacientes sob cuidados m�dicos. Por ser espec�fico para isso, apresenta algumas fun��es inovadoras.

Al�m de rastreamento por GPS com fun��es de delimitar per�metros de perigo, tamb�m tem A-GPS, que recorre �s operadoras de telefonia m�vel para utilizar o dispositivo em ambientes fechados.

O E-Care Hub C103 tem um bot�o de p�nico grande, com f�cil acionamento mesmo por pessoas com dificuldades motoras; este bot�o, ap�s apertado, ativa automaticamente o m�dulo GSM para liga��o. Assim, o paciente pode se comunicar e falar exatamente o que sente no momento.

Outras fun��es espec�ficas incluem detector de quedas, ped�metro e a possibilidade de se comunicar com outros sensores.

O produto vem com carregador e acess�rios necess�rios para se prender ao paciente, como pulseira.
 
ter�a-feira, 27 de janeiro de 2009
  CSR lan�a Circuito Integrado que reune GPS, Bluetooth e FM

A empresa CSR, com sede em Cambridge na Inglaterra, est� anunciando o lan�amento do circuito integrado BlueCore BC7830, que combina recep��o GPS com Bluetooth e transmiss�o e recep��o FM, para uso em aparelhos m�veis.

O dispositivo � totalmente integrado em uma pastilha de sil�cio de apenas 11 mil�metros quadrados. O fabricante tem como foco os fabricantes de telefones celulares, que podem usar o novo componente para acrescentar funcionalidade GPS a aparelhos de m�dio custo. A empresa CSR estima que a adi��o da funcionalidade da recep��o de sinais GPS em um aparelho celular, com o novo circuito integrado, elevar� o seu custo de produ��o em apenas 1 d�lar.

O dispositivo tamb�m suporta os pr�ximos padr�es de baixo consumo de energia nas transmiss�es por Bluetooth.

Fonte: CSR Press Release e InfoGPS
 
  GVT amplia oferta de Internet a 20 Mbps
A empresa GVT est� ampliando a oferta de sua banda larga super r�pida. O acesso � internet de 20 Mbps da operadora est� dispon�vel em mais cinco cidades a partir deste m�s: Balne�rio Cambori� (SC), Itaja� (SC), Crici�ma (SC), I�ara (SC) e Pelotas (RS). Assim, 43 cidades nos estados de o Rio Grande do Sul, Paran�, Santa Catarina, Goi�s, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia j� contam com a mais alta velocidade ofertada pela companhia.

Lan�ado em abril de 2008, o Turbonet MegaMAXX de 20 Mbps come�ou a ser comercializado em 15 cidades e a cobertura quase triplicou em menos de um ano. A expectativa � manter as expans�es, atingindo praticamente a totalidade das cidades onde a GVT tem oferta de banda larga. A operadora, no entanto, n�o revela em quanto tempo pretende levar essa velocidade a todas as cidades da sua �rea de atua��o. Os pre�os variam de estado para estado em fun��o dos impostos. Tomando como exemplo a cidade de Curitiba (PR), a conex�o de 20 Mbps custa R$ 501,52 por m�s para usu�rios residenciais, atrelada a um pacote b�sico de servi�o de telefone.

A penetra��o da banda larga na base de clientes saltou de 53%, em dezembro de 2007, para 66% no fechamento do terceiro trimestre de 2008. Ao final de 2007 44% dos assinantes de banda larga utilizavam velocidade de 1 Mbps ou acima e hoje esse percentual � superior a 80%.

Fonte: Teletime & GVT
 
  Sat�lites fabricados no Brasil pelo INPE come�am a ser testados na China
At� abril, na China, est� sendo testado um modelo (prot�tipo) dos CBERS-3 e 4, sat�lites com lan�amentos previstos para 2010 e 2013, respectivamente. Os equipamentos foram transportados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em novembro de 2008 para a montagem do modelo el�trico do sat�lite, que atualmente passa por uma bateria de testes. Segunda gera��o de sat�lites desenvolvidos em parceria pelo Brasil e China, o CBERS-3 e 4 representam uma evolu��o dos sat�lites CBERS-1, 2 e 2B, este �ltimo lan�ado em setembro de 2007.

As atividades iniciaram em dezembro, ap�s inspe��o para certificar que n�o houve nenhum dano na viagem de transporte, com testes el�tricos e verifica��o de todos os equipamentos, em suas embalagens e nos registradores de choque e umidade. Apenas depois desta inspe��o geral os equipamentos foram montados na estrutura do sat�lite para a realiza��o dos testes el�tricos.

"Dada � complexidade do sat�lite, seus testes el�tricos s�o realizados por 'Estados', chamados de A, B, C e D. O sat�lite � progressivamente integrado para ser configurado em cada um de seus Estados. Por exemplo, no Estado A o sat�lite est� com o M�dulo de Carga �til (PM) separado do M�dulo de Servi�o (SM) e n�o tem alimenta��o por baterias", explica Jos� Iram Barbosa, chefe do Servi�o de Garantia do Produto do INPE.

Os testes A1, na primeira quinzena de dezembro, verificaram a interface de pot�ncia entre todos os equipamentos. Os resultados destes testes indicaram que o sat�lite poderia seguir para os testes A2, que tiveram in�cio no come�o de janeiro e dever�o ser conclu�dos ainda este m�s. De mar�o a abril ser�o realizados os testes dos Estados B, C e D.

No Brasil, foram conclu�dos em dezembro os testes vibrat�rios e ac�sticos do modelo mec�nico, que agora est� sendo preparado para o in�cio dos ensaios t�rmicos. O INPE � respons�vel no Brasil pelo Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em portugu�s, Sat�lite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), parceria iniciada com a China h� 20 anos e que garantiu a ambos os pa�ses o dom�nio da tecnologia do sensoriamento remoto.

O desenvolvimento do sat�lite
De forma mais ampla, o desenvolvimento do CBERS � dividido em fases. A primeira (fase A) contempla a concep��o geral do sat�lite, um estudo de viabilidade t�cnica e a defini��o de uma estrat�gia de desenvolvimento, incluindo cronograma e estimativa de custos.

A fase B � a fase de projeto preliminar na qual se definem as concep��es dos subsistemas do sat�lite e as especifica��es em n�vel de sistema (sat�lite) e subsistema. Esta fase � conclu�da com a PDR (Revis�o de Projeto Preliminar) do sistema.

Em seguida, inicia-se a fase C, fase de projeto detalhado. Nesta fase, � feito o projeto detalhado de todos os subsistemas, levando-se em conta, al�m dos requisitos funcionais e de desempenho, todos os requisitos espec�ficos do ambiente espacial.

Na fase C, s�o constru�dos os modelos de engenharia (ME) dos subsistemas e equipamentos. Estes s�o equipamentos constru�dos utilizando-se componentes eletr�nicos funcionalmente equivalentes aos que ser�o utilizados nos modelos de qualifica��o e de v�o, mas sem qualifica��o espacial.

O objetivo dos MEs dos subsistemas � realizar a verifica��o funcional, de desempenho e de compatibilidade eletromagn�tica. Ap�s a verifica��o em n�vel de subsistemas, s�o feitos a integra��o e os testes do modelo el�trico do sat�lite, que t�m por objetivo verificar os requisitos funcionais, o desempenho e a compatibilidade eletromagn�tica do sat�lite como um todo.

Em paralelo � constru��o e testes do modelo el�trico, outros modelos de desenvolvimento do sat�lite s�o constru�dos, para verificar outros tipos de requisitos.

Um modelo estrutural com todas as caracter�sticas mec�nicas do sat�lite e dos subsistemas � constru�do e testado. O objetivo desse modelo � verificar se o sat�lite vai resistir aos esfor�os mec�nicos impostos ao longo de sua vida, principalmente os esfor�os do lan�amento. Esse modelo � submetido a testes est�ticos e din�micos (vibra��o e ac�stico).

Um modelo t�rmico � constru�do com as caracter�sticas t�rmicas do modelo de v�o e � submetido a teste de balan�o t�rmico (TBT) em c�mara termo-v�cuo. O objetivo deste teste � verificar se todos os equipamentos e subsistemas suportar�o as diferen�as de temperatura durante a opera��o em �rbita.

Um modelo radioel�trico do sat�lite com as caracter�sticas radioel�tricas (antenas, formas, superf�cies) � constru�do e testado em campo de antenas para verificar diagramas de radia��o e interfer�ncias em RF.

Na fase C tamb�m s�o constru�dos modelos de qualifica��o dos subsistemas, cujos projetos s�o novos. Esses modelos de qualifica��o s�o fabricados com o mesmo n�vel de qualidade dos modelos de v�o, utilizam componentes eletr�nicos qualificados para uso no espa�o e s�o submetidos a ensaios ambientais de qualifica��o, em n�veis de vibra��o e faixas de temperatura superiores aos previstos para o modelo de v�o.

No final da fase C � realizada a CDR (Revis�o Cr�tica do Projeto), onde se verifica se o projeto dos subsistemas e do sat�lite est� finalizado e atendendo �s especifica��es, e se os preparativos para a fabrica��o dos modelos de v�o est�o conclu�dos e sua fabrica��o pode ser iniciada.

Na fase D s�o constru�dos os modelos de v�o dos subsistemas, depois realizadas a integra��o e os testes do sat�lite e, finalmente o lan�amento em �rbita.

O desenvolvimento dos sat�lites CBERS-3 e 4 encontra-se atualmente na fase C.

Fonte: INPE
 
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
  Nokia oferece conex�o a Internet gratis atrav�s de WiFi no campus da USP em S�o Paulo

A Nokia abre hoje o sinal de 10 torres espalhadas pela USP que oferecem sinal de banda larga sem fio na universidade na faixa de 2,4 GHz (WiFi).

A conex�o aberta de Wi-Fi j� existe dentro de alguns pr�dios da universidade, mas agora ficar� dispon�vel tamb�m em �reas abertas do campus como a Pra�a do Rel�gio, por exemplo. Ao todo, a Nokia oferece um link de 54 Mbps na USP.

Ap�s uma fase de uso p�blico, a companhia n�rdica poder� instalar novas torres no campus da universidade para melhorar a qualidade do sinal nas �reas onde a banda larga for usada com mais intensidade. A infraestrutura estreia neste 25 de janeiro, data do anivers�rio da cidade, pois � tratada pela Nokia como ?um presente? � capital paulista.

Nos meses de outubro e novembro, usu�rios da Nokia puderam ?escolher o presente? votando por SMS, pela internet ou em lojas da empresa, entre tr�s op��es: o Wi-Fi na USP (Connect USP), download gratuito de audiobooks (Connect Book) e um tour guiado pelo celular em um importante museu de S�o Paulo (Connect Art). A Connect USP foi a op��o mais votada, com 44,3% dos votos.

A rede ficar� no ar por um ano e faz parte de uma a��o promocional da Nokia que deseja divulgar uma loja conceito que abriu no bairro dos Jardins, em S�o Paulo.

Ap�s 12 meses, a Nokia vai desligar os equipamentos, que ser�o doados � USP. Se quiser manter a rede Wi-Fi, a universidade dever� arcar com os custos de manuten��o e link para a rede.

Em dezembro do ano passado, assessor da coordenaria de tecnologia da informa��o da Universidade de S�o Paulo, David Barg Filho, disse ao Plant�o INFO que a rede por ser simplesmente desativada daqui a 12 meses. "Nossa preocupa��o � quando esse prazo expirar, pois a USP n�o tem recursos para manter essa estrutura", disse Barg.

Fonte: Info Online
 
  Consumidores trocam Linux por Windows pirata

O presidente da Positivo Inform�tica, H�lio Rotenberg, em entrevista ao portal norte-americano Cnet.News, publicada nesta quinta-feira, 17/04, admitiu, oficialmente, que a explos�o das vendas de computadores no mercado brasileiro - incentivada por medidas oficiais do governo, em especial, para os PCs com Linux, tamb�m � uma significativa porta de entrada para a pirataria na parte de sistema operacional.

Segundo Rotenberg, os consumidores usufruem do pre�o baixo dos computadores vendidos com Linux, mas posteriormente obtem um c�pia ilegal do sistema operacional Windows da Microsoft, para instalar nos seus equipamentos. Na Positivo Inform�tica, por exemplo, Rotenberg estima que mais de 70% dos computadores que foram comercializados com Linux ganham uma vers�o "pirata" do Windows em menos de 24 horas.

Fonte: Converg�ncia Digital
 
  Pressionada pela AMD, Intel resolve baixar os pre�os de processadores

A Intel, maior fabricante de micoprocessadores do mundo, cortou o pre�o de alguns produtos em at� 48 por cento diante de queda na demanda e surgimento de novos processadores de baixo custo da rival Advanced Micro Devices (AMD).

O pre�o dos processadores Celeron 570 da Intel, projetados para uso em notebooks, caiu 48 por cento, para 70 d�lares. Enquanto isso, um dos processadores da Intel voltados a desktops e equipado com quatro n�cleos teve seu pre�o reduzido em 40 por cento, para 316 d�lares.

Fonte: Saber Eletr�nica

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
  Sat�lite GeoEye-1 captura imagens da posse do Presidente Barack Obama

O sat�lite GeoEye-1, �nico sat�lite comercial capaz de coletar imagens com 50 cm de resolu��o espacial, gerou imagens dia 20 de janeiro de 2009 sobre o Edif�cio do Capit�lio na capital dos EUA (Washington D.C.), na festa de comemora��o da posse do Presidente dos USA Barack Obama. As imagens mostram algumas nuvens e a massa de pessoas presentes � cerim�nia.

Fonte: Threetek
 
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
  My WiFi � a proposta da Intel para conectar todos os dispositivos sem fios



A empresa Intel est� anunciando uma tecnologia a ser adotada doravante na linha de produtos que utilizam os microprocessadores Intel Centrino 2 que permite criar uma rede pessoal (PAN) WiFi ao mesmo tempo que � poss�vel permanecer conectado a uma rede local WiFi (LAN). A tecnologia foi batizada pela Intel de My WiFi.

A tecnologia Intel My WiFi surge de uma combina��o de hardware e software e ser� parte integrante de todos os notebooks baseados nos processadores Intel da linha Centrino 2. Interamente os equipamentos baseiam-se nos chipsets WiFi da Intel modelos 5100 e Ultimate N 5300.

Atualmente a tecnologia IEEE 802.11 permite criar uma rede entre diversos dispositivos WiFi, como uma s�rie de notebooks, atrav�s do conceito de rede Ad-Hoc. O problema nos equipamentos usuais � que, uma vez ligado a uma rede Ad-Hoc, um notebook n�o pode se conectar ao mesmo tempo com uma LAN WiFi. Ou seja, nos notebooks atuais � poss�vel se conectar via WiFi com alguns dispositivos perif�ricos - por exemplo, com uma c�mera fotogr�fica equipada com cart�o de mem�ria WiFi - mas durante esta conex�o perde-se a possibilidade do computador permanecer conectado � Internet atrav�s de um equipamento Access Point WiFi.

A Intel est� disponibilizando um documento em ingl�s descrevendo a tecnologia My WiFi (pdf) e tamb�m uma demonstra��o gr�fica em Flash.

Fonte: Intel + Daily Wireless

 
  China quer ter o seu pr�prio sistema de navega��o por sat�lites at� 2015

Segundo um comunicado oficial de autoridades locais, a China planeja implementar seu pr�prio sistema global de navega��o por sat�lites at� no m�ximo 2015, tornando-se assim independente de tecnologias de outros pa�ses, principalmente do sistema norte-americano GPS.

Na verdade a China j� possui um sistema pr�prio de geo-localiza��o baseado por sat�lites, chamado de Beidou. Em chin�s a palavra beidou denomina uma esp�cie de concha usada como medida para arroz e tamb�m � o nome da constela��o chamada no ocidente de "Ursa Maior". O sistema chin�s de sat�lites Beidou � atualmente bastante rudimentar em compara��o com o norte-americano GPS, pois utiliza sat�lites em �bitas geo-estacion�rias. Isto faz com que suas �rbitas sejam muito elevadas, obrigando ao uso de receptores volumosos em terra para captar os sinais.

Atualmente o sistema Beidou tem cobertura somente na Rep�blica Popular da China e nos pa�ses vizinhos (Longitudes entre 70�~140� E e Latitudes entre 5�~55� N). O sistema comp�e-se de dois sat�lites geo-estacion�rios e mais um de reserva. Os equipamentos terrestres devem se comunicar com os 2 sat�lites para obter a localiza��o. Utilizam canais de r�dio pra Downlink em 2491,75+/-4,08 MHz e de Uplink em 1615,68 MHz. Seu sistema de coordenadas (datum) � o Beijing 1954.

O sistema Beidou foi iniciado em 2000, com o lan�amento dos sat�lites Beidou 1A e Beidou 1B. Em maio de 2003 houve um novo lan�amento, do sat�lite Beidou 1C, aparentemente para servbir de reserva para os outros dois. Os lan�amentos pareciam terminados por ai, quando em 2007 foram lan�ados dois sat�lites, que foram chamados de Beidou 2A e Beidou 2B, provavelmente para testar novas tecologias.

O novo sistema, chamado de Compass (B�ssola) - ou Beidou 2 - vai habilitar usu�rios civis e militares da China a definirem suas localiza��es e tra�ar rotas, baseados em informa��es obtidas atrav�s de sat�lites em �rbita e receptores em solo. Para isso, o governo chin�s pretende lan�ar 30 sat�lites adicionais at� a metade da pr�xima d�cada, que se juntar�o aos cinco que j� est�o em �rbita, para completar o sistema. Est�o previstos lan�amentos de dez sat�lites entre 2009 e 2010.

Fontes: Mundo GEO e Reda��o NoWires
 
  INATEL disponibiliza documentos de refer�ncia para cidades digitais
O Inatel Competence Center -- refer�ncia em educa��o no setor de telecomunica��es -- preparou uma s�rie de documentos contendo especifica��es t�cnicas sobre tecnologias, equipamentos, softwares e metodologias aplic�veis a Cidades Digitais. O Guia T�cnico Inatel � dividido em m�dulos, que s�o publicados periodicamente.

Os documentos est�o dispon�veis no site do Guia das Cidades Digitais para download gratuito. Os documentos est�o no formato Adobe PDF e os seguintes volumes j� est�o dispon�veis:

M�dulo 1 - Etapas de um projeto e dimensionamento do sistema
M�dulo 2 - Tecnologia WiMAX
M�dulo 3 - VoIP
M�dulo 4 - Tecnologia Wi-Fi

Outros volumes ser�o disponibilizados em breve.

Fonte: Guia das Cidades Digitais
 
  Gansos e cisnes ganham RFID e GPS em S�o Paulo para evitar furtos

A Prefeitura de S�o Paulo est� usando GPS e RFID em gansos e cisnes de parques p�blicos. O uso de dispositivos de navega��o nos animais dos parques da cidade come�ou a ser implantado no final de 2008 e ser� ampliado ao longo deste ano.

Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, os recursos tecnol�gicos visam monitorar melhor o comportamento dos bichos que vivem em cativeiro e proteg�-los de furtos.

Todos os anos, dezenas de patos, gansos e cisnes s�o furtados de parques p�blicos. Os animais jovens e que possuem valor de revenda, como os cisnes, s�o revendidos para propriet�rios particulares que desejam cri�-los em suas ch�caras, jardins e fazendas.

O uso dos dispositivos n�o servir� apenas para proteger os animais contra furtos. Veterin�rios e bi�logos da Prefeitura est�o observando as informa��es coletadas pelos dispositivos para compreender melhor como eles se deslocam pelos parques, o quanto nadam por dia, entre outros aspectos

Fonte: InfoGPSonline.com
 
domingo, 18 de janeiro de 2009
  Em 2008 o Brasil alcan�ou o n�mero de 24,5 milh�es de usu�rios residenciais de internet

O Brasil encerrou dezembro de 2008 com 24,5 milh�es de usu�rios resid�nciais ativos de internet, aumento de 14,7% em rela��o ao mesmo m�s de 2007 e de 0,5% ante novembro, segundo relat�rio do Ibope//NetRatings divulgado nesta sexta-feira, 16.

Dessa forma, o n�mero de internautas em resid�ncias dobrou em tr�s anos, sendo que o resultado do �ltimo m�s de 2008 foi 69% superior a dezembro de 2006 e 100% maior do que dezembro de 2005, quando havia pouco mais de 12,2 milh�es de internautas ativos em domic�lios.

O total de pessoas que moram em resid�ncias em que h� computador com internet foi de 38,2 milh�es, no quarto trimestre. No terceiro trimestre de 2008, considerando todos os ambientes (resid�ncias, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas, telecentros), o n�mero de pessoas de 16 anos ou mais de idade com acesso foi de 43,1 milh�es.

Tempo de navega��o

Em dezembro, o tempo de navega��o do internauta residencial brasileiro foi de 22 horas e 50 minutos, 4% menor que no m�s de novembro e 0,7% inferior a dezembro de 2007. O Ibope//NetRatings atribui a queda ao amadurecimento do perfil do usu�rio brasileiro. Usu�rios mais velhos apresentam menos tempo de uso da web e menor n�mero de p�ginas visitadas. Entre dezembro de 2007 e dezembro de 2008, o p�blico com at� 24 anos cresceu 7,5%, enquanto entre adultos com 25 anos ou mais de idade a evolu��o foi de 21,5%.

Com isso, em dezembro, o Brasil, at� ent�o l�der no ranking de tempo de navega��o por pessoa caiu para a terceira posi��o. O Pa�s foi superado pela Fran�a, que ocupou a primeira posi��o entre os pa�ses medidos com a mesma metodologia, com 23 horas e 39 minutos. Em segundo lugar apareceu a Alemanha, que marcou 23 horas e 3 minutos de navega��o por pessoa em resid�ncias.

Outro fator que contribuiu para a queda no tempo de uso foi o forte crescimento na Europa do uso de sites de redes sociais, p�ginas em que os internautas navegam por mais tempo. Esse intenso uso de sites de relacionamento que come�ou recentemente em outros pa�ses j� existe no Brasil desde 2005, de acordo com o Ibope//NetRatings.

Fonte: TELETIME
 
ter�a-feira, 13 de janeiro de 2009
  �nibus entre Toledo (PR) e a capital de S�o Paulo vai oferecer WiFi gratuita para os passageiros
A empresa Brasil Sul Linhas Rodovi�rias anunciou o oferecimento de acesso � internet Wi-Fi para os usu�rios de �nibus, a partir de um modem 3G.

O projeto-piloto foi implantado em dois ve�culos da frota da companhia, que fazem o percurso entre Toledo (interior do Paran�) e S�o Paulo, via Londrina. A ideia, segundo a empresa, � que o acesso se amplie para toda a frota.

O servi�o permite a conex�o � internet gratuita, via notebook ou celulares compat�veis com acesso wireless WiFi, por meio de um roteador 3G instalado nos �nibus.

No Brasil, as experi�ncias de conex�o Wi-Fi m�vel ainda s�o incipientes. No entanto, a empresa de �nibus informa que "a tecnologia 3G torna a oferta do servi�o vi�vel, n�o s� do ponto de vista t�cnico, como tamb�m econ�mico".

Ainda segundo a empresa, os dois �nibus que oferecem o servi�o fazem 60 viagens por m�s, transportando cerca de mil passageiros, num percurso de 900 Km, e que dura aproximadamente 14 horas.

Fonte: Folha Online
 
  Jap�o e Brasil uniformizam padr�o de TV digital
Brasil e Jap�o conclu�ram a harmoniza��o dos seus padr�es de TV digital, diz o F�rum Brasileiro de TV Digital. Segundo a entidade, a harmoniza��o teria sido conclu�da no quinto encontro do Grupo de Trabalho Conjunto (GTC) Brasil-Jap�o, composto por representantes dos governos brasileiro e japon�s e do F�rum do SBTVD, realizado em dezembro, em Bras�lia. A harmoniza��o dos documentos apresentados est� agora em revis�o final para publica��o em futuro pr�ximo. Trata-se de resultado de seis meses do esfor�o conjunto da Associa��o Brasileira de Normaliza��o (ABNT), Associa��o das Ind�strias e Neg�cios R�dio (ARIB, respons�vel pelo padr�o japon�s) e do F�rum do SBTVD, sob a supervis�o e coopera��o t�cnica do GTC.

Com a harmoniza��o, os dois padr�es n�o passam a ser compat�veis entre si. Afinal, h� diferen�as como o middleware e os formatos de compress�o de v�deo e de �udio. Contudo, formam um padr�o mais flex�vel. Pa�ses que queiram adotar a padr�o nipo-brasileiro poder�o optar entra as diferentes tecnologias dispon�veis e customiz�-lo de acordo com as suas demandas. O Brasil tem feito esfor�os para trazer parceiros da Am�rica Latina para o padr�o. A Argentina �, hoje, o principal alvo.

Fonte: TELETIME
 
s�bado, 10 de janeiro de 2009
  Barack Obama pede que seja adiado o fim da TV anal�gica nos EUA

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um apelo para que o Congresso norte-americano adie o fim das transmiss�es de TV anal�gica no pa�s, marcada para 17 de fevereiro. A justificativa � que muitos telespectadores ainda est�o despreparados para o processo.

Em uma carta aos parlamentares, John Podesta, um dos chefes da equipe de transi��o de Obama, afirma que o desligamento da TV anal�gica n�o pode ocorrer agora porque o programa governamental criado para ajudar telespectadores na transi��o para a TV digital ficou sem recursos.

O processo de transi��o � preocupante porque os propriet�rios de televisores anal�gicos n�o poder�o ver TV a menos que assinem servi�os de TV digital por cabo, substituam seu televisor por um modelo com "set-top box" (necess�rio para receber o novo sinal) embutido ou adquiram um conversor. No Brasil, medida semelhante est� marcada para 2016, segundo o cronograma oficial.

Os assessores de Obama afirmam que o governo n�o est� fazendo o suficiente para ajudar os telespectadores durante a transi��o, especialmente em �reas rurais e comunidades menores.

Conforme j� foi noticiado no site NoWires, para subsidiar a compra dos conversores, que custam entre US$ 40 e US$ 80, o governo norte americano tem distribu�do cupons de desconto no valor de US$ 40 por resid�ncia. Entretanto, a Administra��o Nacional de Telecomunica��es e Informa��o (NTIA), bra�o do Departamento de Com�rcio encarregado do programa, alerta que ter� de criar uma lista de espera para os descontos, a menos que receba mais dinheiro.

"Com cupons indispon�veis, suporte e educa��o insuficientes e os norte-americanos mais vulner�veis despreparados, eu apelo para que voc�s considerem uma mudan�a na data estabelecida para a mudan�a", afirmou Podesta em uma carta enviada aos parlamentares. Para efetivar a medida, seria necess�rio aprovar uma lei sobre o assunto.

Entretanto, o adiamento deve encontrar grande resist�ncia, especialmente entre os republicanos. Meredith Attwell Baker, da NTIA, afirma que a administra��o de George W. Bush se op�e � medida, j� que o governo e a ind�stria "investiram muito na prepara��o para a data". "Um adiamento criaria incerteza, frustra��o e confus�o entre os consumidores", diz.

A empresa de pesquisas Nielsen estima que 8 milh�es das 114 milh�es de resid�ncias com televis�o nos Estados Unidos ainda est�o completamente despreparadas para a transi��o. E outros 10% ainda t�m ao menos uma televis�o que n�o est� pronta para o fim das transmiss�es anal�gicas.

As frequ�ncias dispon�veis com o fim da transmiss�o anal�gica devem ser utilizadas para servi�os de comunica��o sem fio.

Fonte: Folha Online
 
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
  Sistema de navega��o russo Glonass chega a 19 sat�lites


O foguete russo Proton, lan�ado a partir da base de Baikonur, no Cazaquist�o, colocou em �rbita no dia do Natal (25 de dezembro de 2008) tr�s sat�lites para o sistema de navega��o Glonass, an�logo russo do GPS americano e do europeu Galileu.

Um porta-voz da Roscosmos, a ag�ncia espacial da R�ssia, afirmou que os tr�s aparelhos entraram em �rbita terrestre dez minutos depois do lan�amento do foguete portador, transmitido ao vivo pelo canal de televis�o russo 'Vesti', e que aconteceu �s 8h43 (hor�rio de Bras�lia).

Com este lan�amento, o sistema de navega��o russo fica com a composi��o de 19 aparelhos Glonass-M. Para ter cobertura global completa, no entanto, o sistema deve contar com pelo menos 24 --o que ocorrer� no final de 2009, segundo os planos anunciados pelo Minist�rio da Defesa da R�ssia.

O GLONASS - em russo Global'naya Navigatsionnaya Sputnikovaya Sistema - Sistema de Navega��o Global por Sat�lite - foi criado na d�cada de 1980 pela Uni�o Sovi�tica como um sistema semelhante ao NAVSTAR-GPS norte-americano, que na �poca tinha seu protocolo fechado e era usado exclusivamente para fins militares. O sistema sovi�tico chegou a ter 18 sat�lites em �rbita, mas a partir do fim da Uni�o Sovi�tica o sistema foi abandonado e, em 2002, s� restavam sete sat�lites em �rbita. A partir de 2004 o Governo da R�ssia resolveu recuperar o sistema GLONASS e criou a empresa Information Satellite Systems (ISS), que est� progressivamente promovendo o lan�amento de novos sat�lites para substituir os que, apesar de ainda em funcionamento, est�o chegando ao limite de vida �til, com planos de chegar a 24 sat�lites operacionais.

Os sat�lites que est�o sendo lan�ados agora s�o denominados GLONASS-M e possuem melhores caracter�sticas de sinal do que os antigos sat�lites do s�culo passado. Sua vida �til esperada � de 7 a 8 anos. Est� tamb�m em estudos uma nova s�rie de sat�lites, a serem lan�ados ap�s 2010, chamados GLONASS-K, com vida �til estimada em 10 anos.

Fonte: Folha Online e Reda��o NoWires
 
ter�a-feira, 6 de janeiro de 2009
  Discuss�es marca destino das faixas de 2,5 GHz e 3,5 GHz no Brasil

Nem bem 2009 come�ou e a Anatel j� est� sendo confrontada com o que deve ser um de seus principais alvos no novo ano: a readequa��o do espectro de radiofrequ�ncia para atender � crescente demanda dos servi�os m�veis. O primeiro sinal de que esta n�o ser� uma tarefa f�cil est� nas 226 contribui��es feitas pelas mais diversas empresas na consulta p�blica n� 54/2008, onde a ag�ncia prop�e a destina��o, em car�ter prim�rio, da faixa de 3,5 GHz para o Servi�o M�vel Pessoal (SMP).

V�rias entidades apresentaram sua contribui��o mais de uma vez, mas ainda assim o quantitativo de coment�rios � expressivo, ainda mais considerando tratar-se de um texto de cunho t�cnico.

Tantas interven��es t�m rela��o com a disputa entre os diversos segmentos de mercado pelo espa�o de 3,5 GHz, adequado para novas tecnologias de banda larga e m�veis, como o WiMAX. Mas os coment�rios revelam tamb�m um desconforto geral com alguns conceitos e a falta de objetividade da proposta apresentada em itens cruciais para a adapta��o.

O ponto de maior pol�mica continua sendo o n�vel de mobilidade dos servi�os prestados nesta faixa e quem poder� explorar essa mobilidade. Os prestadores de SCM, encabe�ados pela Abramulti, querem que n�o haja qualquer restri��o � participa��o das empresas nos leil�es das frequ�ncias de 3,5 GHz, permitindo assim que todos os prestadores de telecomunica��es entrem na disputa pelas faixas.

Este pedido, no entanto, n�o est� restrito �s SCMs. Concession�rias como a CTBC e fornecedores de tecnologias como a Qualcomm fizeram coment�rios na mesma dire��o, embora mais sutis. A Qualcomm inclusive criticou a destina��o em car�ter prim�rio para o SMP, a��o que considerou "prematura", visto que n�o existiria uma indica��o clara da ind�stria para a fabrica��o de equipamentos diretamente relacionados com a telefonia m�vel nesta faixa.

Tema de in�meras controv�rsias ao longo dos �ltimos dois anos, a mobilidade restrita voltou a ser tema na consulta do 3,5 GHz. Tudo porque a Anatel incluiu um artigo na proposta eliminando a previs�o regulat�ria da nomadicidade (nome t�cnico para a mobilidade restrita). O entendimento geral � de que a retirada da previs�o da mobilidade restrita significaria a autoriza��o para todas as prestadoras de telecomunica��es pudessem oferecer servi�os com mobilidade plena. Esse entendimento est� expl�cito em pelo menos uma contribui��o, da Telcomp.

No entanto, a grande maioria das empresas � contra a elimina��o do conceito de mobilidade restrita da regulamenta��o. Mas, ao contr�rio do que se possa pensar � primeira vista, o posicionamento n�o � uma defesa de que as empresas que n�o s�o operadoras do SMP tenham uma atua��o limitada na oferta de servi�os m�veis.

A maior parte das cr�ticas � retirada da nomadicidade est� no fato de que a Anatel n�o foi clara se a barreira � mobilidade est� de fato sendo removida ou se existir�o outras limita��es. O entendimento de boa parte das concession�rias e dos fabricantes de equipamentos � que, da forma como est� o texto, a exclus�o da mobilidade restrita resultaria na elimina��o de um "direito adquirido".

Como j� era de se esperar, as operadoras m�veis tamb�m s�o contra o fim da mobilidade restrita. Mas neste caso porque temem uma "concorr�ncia predat�ria" por parte das demais empresas, como declarou a Claro. A Vivo tamb�m protestou sobre este item e alertou a Anatel sobre os problemas de se controlar a oferta restrita de servi�os m�veis, rememorando o "Caso V�sper" - autorizada do STFC que oferecia telefonia fixa por WLL com mobilidade plena apesar de existirem regras proibindo esse tipo de produto.

Um dos aspectos mais importantes da consulta sobre a faixa de 3,5 GHz, encerrada esta semana pela Anatel, � a presen�a, em diversos momentos, da discuss�o sobre a destina��o de uma outra faixa definida internacionalmente para servi�os m�veis: a frequ�ncia de 2,5 GHz. Especialmente os fabricantes e desenvolvedores de tecnologias mostraram resist�ncia com rela��o � iniciativa da Anatel de resolver a destina��o da 3,5 GHz antes da 2,5 GHz. Qualcomm e Ericsson, por exemplo, declararam claramente acreditar que as altera��es na faixa de 2,5 GHz deveriam vir primeiro, e que boa parte dos conflitos encontrados na discuss�o de agora seriam sanados se o 3,5 GHz ficasse para depois.

O grande empecilho da Anatel para atender essa demanda � que o Brasil possui um servi�o fora da gama de telefonia m�vel nesta faixa. Trata-se do MMDS, que hoje usa a faixa em car�ter prim�rio e ambiciona expandir seus servi�os para a banda larga. A quest�o � que, para prestar os outros servi�os, as interessadas em operar na faixa de 2,5 GHz devem possuir uma licen�a de MMDS e oferecer os servi�os de TV por assinatura seguindo disposi��es da Anatel. Ao mesmo tempo, os mercados mais importantes j� est�o divididos entre os principais operadores de MMDS.

A eventual abertura do 2,5 GHz para outros servi�os tem sido discutida dentro da Anatel, mas ainda n�o h� uma posi��o definida sobre o tema, porque isso implicaria mexer nas regras do MMDS e eventualmente extinguir o servi�o. Diante do impasse, a Anatel n�o tem homologado equipamentos para WiMax na faixa de 2,5 GHz. Em fevereiro, esta discuss�o vir� � tona com a necessidade de um posicionamento oficial da ag�ncia sobre a renova��o ou n�o das outorgas de MDMS que est�o vencendo

Fonte: Teletime - link 1 & link 2
 
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
  LG vai lan�ar telefone celular 3G de pulso
A empresa LG Electronics est� apresentando um "telefone celular de pulso", com tela sens�vel ao toque e conectividade 3G (modelo LG-GD910).

O aparelho possui uma v�deo c�mera, espessura de 13,9 mm e est� preparado para velocidade de conex�o de at� 7,2Mbps, atrav�s de sistema HSDPA (High Speed Downlink Packet Access), al�m de conex�o Bluetooth. Os comandos s�o efetuados por toque na pequena tela de 1,43 polegadas e o equipamento permite reproduzir arquivos MP3, al�m de aceitar comandos de voz.

De acordo com a companhia LG, o aparelho estar� dispon�vel na Europa em 2009.

O novo celular-rel�gio vai permitir, depois de quase 60 anos, a se realizar o sonho de imitar o lend�rio detetive Dick Tracy das hist�rias em quadrinhos. Ele usava um "video-fone" de pulso para se comunicar, em suas aventuras policiais!

Fonte: AVING
 
  Symwave vai lan�ar equipamento de armazenamento com conex�o USB 3.0
A empresa Symwave, com sede em Laguna Niguel, Calif�rnia (EUA) anunciou que vai demonstrar um equipamento para armazenamento de dados na pr�xima CES�2009 que ser� o primeiro produto no mercado de inform�tica a incorporar a nova interface USB vers�o 3.0. Conforme j� noticiado anteriormente no site NoWires, a vers�o USB 3.0 permite taxas de trnsfer�ncias da ordem de 5Gbps e � compat�vel com as vers�es anteriores USB 2.0 e USB 1.1 presentes na maioria dos computadores.

Fonte: AVING
 
s�bado, 3 de janeiro de 2009
  TV anal�gica ser� desligada em fevereiro nos EUA, por�m 8 milh�es de casas est�o despreparadas
A pouco mais de um m�s do fim das transmiss�es de TV anal�gica nos Estados Unidos, marcado para 17 de fevereiro de 2009, o programa governamental criado para ajudar telespectadores na transi��o para digital pode ficar sem recursos. Cerca de 8 milh�es de resid�ncias ainda n�o se adaptaram.

O processo de transi��o � preocupante porque os propriet�rios de televisores anal�gicos n�o poder�o assistir TV a menos que assinem servi�os de TV digital por cabo, substituam seu televisor por um modelo com set-top box (necess�rio para receber o novo sinal) embutido, ou adquiram um conversor.

No Brasil, medida semelhante est� marcada para 2016, segundo o cronograma oficial.

Para subsidiar a compra dos conversores, que custam entre US$ 40 e US$ 80, o governo norte americano tem distribu�do cupons de desconto no valor de US$ 40 por resid�ncia. Entretanto, a Administra��o Nacional de Telecomunica��es e Informa��o (NTIA), bra�o do Departamento de Com�rcio dos EUA encarregado do programa, alerta que ter� criar uma lista de espera para os descontos, a menos que receba mais dinheiro.

O NTIA espera que o Congresso aprove um fundo de mais US$ 1,34 bilh�o para o projeto. Caso o dinheiro n�o seja liberado, apenas ser�o distribu�dos cupons quando os j� fornecidos, mas n�o utilizados, expirarem. Com isso, consumidores podem n�o receber o desconto at� o fim das transmiss�es de TV anal�gica.

A consultoria Nielsen estima que 7% das 114 milh�es de resid�ncias com televis�o nos Estados Unidos ainda est�o complemente despreparadas para a transi��o, enquanto outros 10% ainda t�m ao menos uma televis�o que n�o est� pronta para o fim das transmiss�es anal�gicas.

Fonte: Folha Online
 
  Anatel abre vagas em concurso p�blico

A Ag�ncia Nacional de Telecomunica��es (Anatel) abre vagas em concurso p�blico com sal�rio de R$ 8.389,60. As oportunidades s�o para engenheiros de diversas especialidades. Tamb�m h� vagas para profissionais de n�vel m�dio, com sal�rio de R$ 4.190,07.

As inscri��es custam R$ 45 (n�vel m�dio) e R$ 85 (superior) e podem ser feitas de 5 a 27 de janeiro.

Mais informa��es pelo site http://www.cespe.unb.br/
 
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