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NoWires - Sua vida sem fios
iPhone 3G tem atraido consumidores com renda menor
As vendas do
iPhone 3G em meados do ano cresceram mais rapidamente entre as fam�lias com renda abaixo da media nos EUA, diz um estudo da comScore. A pesquisa indica que a oferta de conex�o � Internet em alta velocidade no modelo 3G � que atraiu esses consumidores. Eles se voltaram para o iPhone 3G como um aparelho unico onde � possivel acessar a Internet, ouvir musica e trocar emails, alem de ser um telefone. Essa combina�ao de fun�oes teria para os consumidores de menor renda o apelo da redu�ao de custos, porque permite eliminar outros aparelhos.
Fonte: New York Times
Sensores sem fio prometem aprimorar a agricultura de precis�o
Engenheiros da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desenvolveram novos sensores capazes de coletar dados de �reas agr�colas e transmiti-los para uma central de processamento que poder� acionar automaticamente sistemas de irriga��o e aduba��o.
Os primeiros sensores desenvolvidos pela equipe capturam e transmitem dados sobre a umidade do solo, mas o projeto prev� que o sistema colete tamb�m informa��es como temperatura e conte�do de micronutrientes.
Com 5 cent�metros de largura por 10 de comprimento, o objetivo � construir sensores pequenos o bastante, para que possam ficar enterrados no solo, transmitindo seus dados sem a necessidade de antenas externas. Desta forma, sua opera��o n�o atrapalha o trabalho normal na lavoura, inclusive com o tr�nsito de m�quinas.
A rede de sensores agr�colas funciona com um espa�amento de 25 a 50 metros entre cada sensor, que pode ser enterrado a at� 30 cent�metros de profundidade. Os dados s�o enviados continuamente para um computador central, cujo software se encarrega de emitir os alertas necess�rios.
Fonte: Inova��o Tecnol�gica
Pol�cia brit�nica det�m jovem por roubar sinal Wi-Fi do vizinho
A pol�cia de Lincolnshire, na Inglaterra, deteve um jovem de 16 anos que teria usado sem autoriza��o a rede Wi-Fi de seu vizinho. As autoridades chegaram at� ele depois que o dono da conex�o sem fio � Internet fez uma reclama��o, desconfiado da lentid�o de seu acesso � web. Segundo o site de tecnologia The Register, que publicou a not�cia nesta quinta-feira (30), a pol�cia foi at� a casa do jovem no dia 5 de outubro. Ele foi detido e questionado por quase tr�s horas pelas autoridades, at� que seu pai interveio e ele foi liberado.
Dez dias depois, o jovem recebeu em sua casa uma carta dizendo que nenhuma a��o legal seria tomada. Como o texto n�o trazia mais explica��es, o pai do garoto fez uma reclama��o formal acusando as autoridades de realizarem uma deten��o ilegal. O brit�nico detido comprou em abril um laptop com sistema Wi-Fi e tamb�m utiliza outros equipamentos de conex�o sem fio � Internet. Ele admite que pode ter acidentalmente selecionado a rede errada na hora de se logar, usando assim a do vizinho. O site ingl�s afirma que uma r�pida an�lise indica a exist�ncia de outras sete redes na mesma �rea, sendo duas delas desprotegidas (podem ser facilmente usadas sem autoriza��o).
Especialistas brasileiros em direito digital alertam que o uso de redes privadas sem autoriza��o tamb�m pode, eventualmente, ser considerado crime no pa�s. Ainda n�o h� no Brasil, entretanto, uma lei espec�fica para tratar o uso n�o-autorizado de sinais de Wi-Fi. Segundo a advogada Patricia Peck, o uso das redes pode ser tratado, por analogia, como furto de sinal: isso j� acontece quando algu�m faz um 'gato' para ter acesso ao sinal de TV, telefone ou energia el�trica.
Jornalistas do site de not�cias G1 da Rede Globo foram recentemente �s ruas de S�o Paulo com a miss�o de descobrir se as conex�es sem fio da cidade est�o protegidas contra invas�es. Durante o percurso de 31 km pelas zonas Oeste, Sul e Centro da cidade, iniciado �s 11h30 do dia 13 de outubro de 2008, foram identificados cerca de 6.400 pontos de acesso Wi-Fi. Destes, mais de mil eram abertas, completamente vulner�veis a usu�rios externos e hackers. Para o teste do G1, foi utilizado um notebook com conex�o Wi-Fi e o software de monitoramento de redes Network Stumble, que capta sinais das conex�es e armazena as informa��es em uma lista. A reportagem circulou de carro por algumas das principais vias de S�o Paulo para coletar as informa��es, atividade conhecida no exterior como war driving. "� a situa��o pr�tica. � como se eu estivesse com um computador na rua e procurasse uma conex�o para usar", diz Diogo Superbi, engenheiro de vendas da Linksys.
Em locais como as avenidas Rebou�as, Paulista, 23 de Maio, Luis Carlos Berrini e Bandeirantes, por exemplo, � poss�vel achar pontos de acesso em qualquer �rea. O �ndice mais alto de conex�es abertas identificadas pela reportagem do G1 foi na Rua Peixoto Gomide, em que 36 dos 175 pontos n�o estavam protegidos. A maioria das conex�es protegidas, por�m, estava codificada pela criptografia WEP, considerada pelos especialistas mais vulner�vel que a WPA ou a WPA-2. No printscreen ao lado, os icones cinzas sem o cadeado indicam redes sem prote��o.
Mesmo com a rede protegida, o usu�rio deve prestar aten��o para n�o revelar detalhes particulares na configura��o. Superbi sugere que o nomes das redes n�o tenham dados como nome e n�mero de apartamento, por exemplo. No caso de estabelecimentos comerciais, no entanto, a recomenda��o � outra. "Se eu vejo uma rede aberta com o nome de um caf�, posso decidir parar ali para usar a conex�o", explica, citando o apelo comercial que os estabelecimentos podem explorar. Para Diogo, o usu�rio precisa se preocupar mais com a seguran�a de sua rede. "O mercado Wi-Fi cresceu, mas o n�mero de usu�rios que sabem configurar ainda � baixo. � um p�blico seleto", completa.
Fonte: G1
Nokia-Siemens prev� que a oferta de LTE dever� acontecer em tr�s anos no Brasil
De acordo com levantamento realizado pela Nokia Siemens Networks haver� uma explos�o do tr�fego de dados, reflexo do aumento de banda 3G e do aumento nas vendas de dispositivos m�veis. Esse comportamento dever� ocorrer entre 2010 a 2013. Ao que tudo indica, em quatro anos o espectro para CDMA estar� esgotado.
"Acreditamos que as operadoras devam estar preparadas para a chegada do LTE (Long Term Evolution) e estamos colaborando para isso", diz Wilson Cardoso, diretor de solu��es para a Am�rica Latina. ?Propomos mudan�as para que ocorra um descolamento de custos nas redes e nos servi�os?, complementa.
Em 2013 a estimativa � que o Pa�s conte com 200 milh�es de usu�rios m�veis e 100 milh�es de pessoas utilizando as tecnologias 3G e 4G, revertendo em uma receita de R$ 32 bilh�es entre as empresas de telefonia.
� importante se preparar agora para a demanda futura e entender qual o melhor momento para que a tecnologia LTE fa�a parte do dia-a-dia do usu�rio local. Pelo levantamento de dados efetuado, a Nokia Siemens Networks acredita que a oferta deva acontecer entre 2010 e 2011.
Outros dados colhidos d�o conta que em 2008 s�o 3,5 milh�es de usu�rios 3G e os investimentos em infra-estrutura de telecomunica��es, em tr�s anos, dever� ser de R$ 9 bilh�es. O tr�fego de dados neste ano � de 35 Gb por segundo e, para 2013 a expectativa � que suba para 1700 Gb por segundo; al�m disso h� previs�o de que o aumento do tr�fego cres�a 50 vezes.
Ainda de acordo com a empresa, o espectro W-CDMA utilizado em 2008 � de 3MHz, sendo que para 2013 aumentar� para 265 MHz. . Para chegar a esses resultados e proje��es, a Nokia Siemens teve como base todo o espectro dispon�vel para banda utilizado por uma �nica operadora; entre 2007 e 2009 a empresa assumiu efici�ncia de c�lula de 30% e, posteriormente, entre 80% e 90%. Desde o in�cio, a Nokia Siemens Networks assumiu que todos os dados trafegassem por rede IP e que, em 2010, estar� dispon�vel para as operadoras roteadores Gigabit Ethernet, que possibilitar�o tr�fego dez vezes maior que o atual.
Vale lembrar que a 3G ainda � recente e n�o foi utilizada em sua plenitude. E, ainda, o mercado dever� ver a 3,5 G, - a exemplo de tecnologias anteriores- antes do advento da LTE, ou outra que surja.
Mini notebooks Dell e HP

No aparentemente saturado mercado de
notebooks de dimens�es reduzidas (conhecidos como
netbooks), as empresas norte americanas
Dell e
HP apareceram nos �ltimos dias com duas boas novidades.
O equipamento da Dell, chama-se
Inspiron Mini 12. Apesar de ter o processador Intel Atom, talvez n�o possa ser considerada um
netbook porque tem tela de 12 polegadas.
O equipamento da
HP � o modelo
Mini 1000, colocado
� venda hoje nos EUA. O pre�o da vers�o mais simples � US$ 399.
A �ltima foto � da edi��o de
notebook da HP desenhada pela estilista
Vivienne Tam. O
notebook foi mostrado no desfile da estilista em setembro, em Nova York. Al�m de escolher o tom vermelho e as flores para aplicar na superf�cie do computador, Vivienne criou �cones, protetores de tela e pap�is de parede. Agora o
notebook est� � venda, em edi��o limitada.
Nokia traz N96 para o Brasil para concorrer com o iPhone

A Nokia est� lan�ando nesta semana no Brasil o modelo N96, considerado um dos grandes concorrentes do iPhone, com vantagens como uma c�mera de melhor resolu��o. O novo aparelho, entretanto, chega ao pa�s com pre�o sugerido de R$ 2.399, pr�ximo do valor m�ximo cobrado pelo celular da Apple (R$ 2.599).O N96, apresentado ao p�blico durante a
Futurecom 2008, ser� vendido at� a pr�xima segunda-feira (3) exclusivamente pela loja da Nokia, localizada no bairro dos Jardins, em S�o Paulo, ou pelo site da empresa. Chega ao resto do varejo no dia seguinte.
O aparelho vem com tela de 2,8 polegadas e 16 Gbytes de mem�ria, que pode ser estendida para 24 Gbytes, com uso de cart�o externo. Segundo a empresa, � poss�vel armazenar 40 horas de v�deo ou 12 mil m�sicas.
Tem tamb�m c�mera de 5 megapixels --o iPhone tem 2 megapixels. Entretanto, ao contr�rio do celular da Apple, em que o usu�rio desliza os dedos pela tela sens�vel ao toque para acionar fun��es, no da Nokia � preciso recorrer a bot�es um tanto apertados.
O lan�amento tem tamb�m um sistema de GPS e um servi�o de mapas com cerca de 800 cidades brasileiras --� poss�vel fazer o upload de rotas e compartilh�-las com outros usu�rios.
Al�m de Wi-Fi, o produto vem com conex�o � internet pelo sistema HSDPA (High Speed Downlink Packet Acess), conhecido como 3,5G. Usa tamb�m a tecnologia Bluetooth.
Taxis em Paris ter�o conex�o WiFi

A empresa
Les Taxis Bleus de Paris est� fazendo testes para oferecer conex�o WiFi aos passageiros de taxis. O teste est� sendo feito em dez ve�culos, nos quais foram instalados modems que se conectam � rede 3G de uma operadora de telefonia celular local e disponibilizam o sinal WiFi dentro do taxi. Por enquanto o servi�o est� sendo oferecido de forma gratuita, como estrat�gia para atrair passageiros para a empresa. Se os testes forem satisfat�rios, a empresa est� estudando efetuar a cobran�a de uma taxa extra dos passageiros que desejarem usar o servi�o de conex�o WiFi no interior dos taxis.
Fonte: Plant Sans Fil
Nos EUA mais de 10 milh�es de telespectadores n�o est�o preparados para a TV digital
Segundo uma pesquisa realizada nos EUA pelo Instituto Nilsen, mais de 10 milh�es de lares norte-americanos n�o tomaram nenhum tipo de provid�ncia para receber os sinais de TV digital, apesar do fim da transmiss�o anal�gica estar confirmado para o dia 17 de fevereiro de 2009.
As conclus�es do estudo s�o que a maior parte destes domic�lios s�o habitados por fam�lias de baixa renda ou por pessoas idosas.
Fonte: Wired
A m�quina que mudou o mundo
Um excelente document�rio em v�deo sobre "a m�quina que mudou o mundo" -- "The Machine That Changed The World" -- est� dispon�vel para quem quer conhecer um pouco da hist�ria do computador.
O document�rio tem cinco cap�tulos:
Primeira parte: : Great Brains
Segunda Parte: Inventing the Future
Terceira Parte: The Paperback Computer
Quarta Parte: The Thinking Machine
Quinta Parte: The World at Your Fingertips
O document�rio tamb�m est� dispon�vel na forma de um arquivo �nico via BitTorrent.
Fonte: Make Magazine
Telef�nica vai testar WiMAX em S�o Paulo

Clientes pr�-selecionados dos bairros paulistanos de Pinheiros e Jardins ter�o acesso, a partir desta sexta-feira (24 de outubro), � tecnologia de banda larga sem fio atrav�s de uma rede WiMax implantada como teste pela Telef�nica. Os testes visam analisar a viabilidade t�cnica, a receptividade no mercado e avalia��o dos usu�rios. Os testes feitos pela Telef�nica, Motorola e Intel ter�o dura��o de tr�s meses -- esse per�odo pode ser prorrogado, dependendo dos resultados. Os 150 clientes pr�-selecionados que ter�o acesso � tecnologia de internet r�pida n�o pagar�o pelo servi�o durante o per�odo de testes. Ainda n�o foi divulgado o pre�o do acesso a esse tipo de conex�o.
De acordo com as empresas, existe a possibilidade da conex�o via WiMAX estar comercialmente dispon�vel a partir do primeiro trimestre de 2009, se houver homologa��o dos equipamentos. A rede montada pela Motorola utiliza a faixa de freq��ncias de 2,5 GHz e o servi�o na fase de teste disponibilizar� acesso � Internet com velocidade de 2 Mbps para download e 600 Kbps para upload, a partir do sinal enviado por tr�s esta��es r�dio base montadas na regi�o. As esta��es ficam nas ruas Butant�, dos Pinheiros e Bela Cintra. Ainda de acordo com as empresas, os volunt�rios receber�o um Access Point WiMax que ser� usado para conectar o computador � rede sem fios.
A principal vantagem da tecnologia WiMAX seria ofertar conex�o de banda larga em lugares de dif�cil acesso ou que n�o tenham cabos e fibras �ticas. Desta forma o seu teste na regi�o escolhida em S�o Paulo � totalmente sem sentido, uma vez que se trata de uma �rea com alta densidade demogr�fica e de �timo poder aquisitivo. Desta forma, o local � apropriado a ser servido por a cabo coaxiais ou at� mesmo por redes �pticas; uma rede WiMAX � reconhecidamente anti-econ�mica nestas condi��es. A Telef�nica afirma por�m que pretende oferecer o servi�o como complemento � rede de banda larga, sem especificar no entanto o motivo que levaria os usu�rios a buscar este servi�o em uma regi�o de S�o Paulo com outras possibilidades de conex�o e com velocidades maiores.
Fonte: G1
Microchip quer comprar Atmel para entrar no mundo ARM
A empresa Microchip, fabricante dos microcontroladores PIC, em conjunto com a empresa OnSEMI, fez uma oferta de compra da Atmel no valor de 2,3 bilh�es de d�lares. O valor representa US$ 5 por a��o da Atmel, valor bastante superior ao pre�o atual das a��es da Atmel nas bolsas de valores, que est� por volta de US$ 3,50.
A proposta est� sendo analisada pela diretoria da Atmel e, se concretizada, permitir� � Microchip adicionar os processadores ARM, presentes na maioria dos telefones celulares, ao seu portf�lio de produtos.
Fonte: Make Magazine
Liberado c�digo de desenvolvimento do sistema Android para telefones celulares

O c�digo fonte e a plataforma de desenvolvimento
Android, usada pelo
Google como base para o seu recente lan�amento de telefone celular, est�
liberada na Internet pela
Open Handset Alliance. Foi criado tamb�m o
site http://source.android.com/ onde se pode obter o c�digo fonte e acompanhar projetos de desenvolvimento, obter corre��es ou mesmo participar com colabora��es pr�prias. O c�digo fonte funciona sobre a licen�a
Apache2.0, mas certas partes do c�digo podem ser fornecida para outras licen�as de Linux, como a GPLv2 no kernel Linux.
Esta excelente noticia para os adeptos das plataformas de
software livre vem impactar diretamente sobre a
Apple, que insiste em manter controle sobre as ferramentas de desenvolvimento de software para o seu
iPhone. Para obter o c�digo fonte do
Android, basta seguir as instru��es disponibilizadas
aqui. Um detalhe curioso � o fato de n�o estar dispon�vel nenhuma forma de obter o c�digo Android para a plataforma Windows da Microsoft!
Micro-notebook cabe na palma da m�o
A empresa Imovio, com sede no Estado americano da Calif�rnia, lan�ou nessa semana um
notebook que, com a tela fechada, mede apenas 95 mm de largura por 65 mm de profundidade. A empresa afirma ser este o menor equipamento do g�nero no mundo. Segundo a empresa, o iKIT pesa 113 gramas e oferece acesso a chats, e-mail e internet.
O iKIT possui teclado QWERTY (tradicional), tela com resolu��o QVGA de 2,8 polegadas, porta para USB e � equipado com sistema Wi-Fi e Bluetooth.

O mini notebook funciona com um processador Marvell PXA270 (
Clock de 312MHz) e tem mem�ria RAM de 64 Mbytes. Segundo o fabricante, a proposta � que o pequeno notebook seja usado como uma alternativa ao
smartphone ou a um mini-PC. A bateria do iKIT tem dura��o de 250 horas em
standby e tr�s horas em funcionamento. O equipamento foi lan�adao inicialmente na Inglaterra, com pre�o entre 99 e 130 euros (entre R$ 300 e R$ 400).
TV Digital inaugurada dia 22 em Curitiba
O Ministro de Estado das Comunica��es, Senador H�lio Costa, assinar� no pr�ximo dia 22 de outubro (quarta-feira) os Termos de Consigna��o dos Canais do Sistema Brasileiro de Televis�o Digital (SBTVD) com as Emissoras de Televis�o da cidade de Curitiba. Na pr�tica este ato significa que as emissoras podem come�ar imediatamente a operar comercialmente a emiss�o do seu sinal na tecnologia digital.
Apesar de que a autoriza��o abrange todas as emissoras de TV que operam em Curitiba (afiliadas das redes Record, SBT, Bandeirantes e Globo), apenas a RPC, retransmissora local da Rede Globo, ter� condi��es de colocar o seu sinal digital no ar. A emissora est� realizando j� h� meses testes de transmiss�o do sinal digital, em uma parceria com a Universidade Tecnol�gica Federal do Paran� (UTFPR, antigo CEFET-PR). A emiss�o da RPC ser� feita no canal 41 da faixa UHF.
A Cerim�nia de Assinatura no dia 22 de outubro est� marcada para �s 17 horas, no Audit�rio da Universidade Tecnol�gica Federal do Paran� --UTFPR, localizado � Av.7 de Setembro, n� 3165 -- Bairro Rebou�as -- Curitiba - PR.
Fonte: Acessoria do Minist�rio das Telecomunica��es
WiFi gratis nos aeroportos

A partir de dezembro, 12 aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportu�ria (Infraero) dar�o acesso gratuito � internet em todas as �reas, inclusive nas salas de embarque, atrav�s de conex�o sem fios IEEE 802.11 (rede WiFi). Segundo a Infraero, inicialmente, a implanta��o da infra-estrutura wireless vai beneficiar passageiros que passarem por Guarulhos (SP), Gale�o (RJ), Bras�lia (DF), Confins (MG), Santos Dumont (RJ), Congonhas (SP), Salvador (BA), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Curitiba (PR) e Bel�m (PA).
O investimento para a instala��o do servi�o � de cerca de R$ 1 milh�o. A Infraero informa que outros 20 terminais a�reos devem oferecer rede sem fio em 2009.
O presidente da empresa, Sergio Gaudenzi, disse, por meio de nota, que os usu�rios ser�o os maiores beneficiados. "Os aeroportos j� se preparam para a alta esta��o e, sem d�vida, este � um dos servi�os que facilita a vida de quem estiver embarcando, fazendo conex�es ou simplesmente transitando pelos nossos aeroportos." Ainda de acordo com a Infraero, o sistema ter� capacidade de detectar pontos de acesso intrusos, anulando-os e controlando as pot�ncias irradiadas dos pontos autorizados para que n�o interfiram uns nos outros.
Fonte: G1
Anatel n�o tem prazo para liberar equipamentos em 2,5 GHz
A decis�o do Minist�rio das Comunica��es de realizar o preg�o das cidades digitais -- ele est� agendado para o pr�ximo dia 15 --, permitindo que os interessados em prover o servi�o utilizem qualquer tecnologia, a partir do uso de equipamentos de radia��o restrita na faixa n�o-licenciada de 2.4 GHz e 5.8GHz, foi acertada. A opini�o � do gerente geral de Certifica��o e Engenharia de Espectro da Anatel, Maximiliano Martinh�o, que concedeu entrevista ao portal Converg�ncia Digital. Ele garantiu que a Ag�ncia n�o ter� problemas para homologar qualquer equipamento que venha a ser utilizado para a execu��o do projeto nessas faixas. Do ponto de vista de equipamentos de radia��o restrita na faixa de 2.4 GHz e 5.8 GHz, h� uma boa oferta no mercado de produtos n�o-licenciados, mas certificados pela Anatel. "N�o vai faltar equipamento para a implanta��o do projeto. Acredito que a Ag�ncia n�o ser� empecilho para o funcionamento das Cidades Cigitais", frisou.Como o foco do edital das Cidades Digitais s�o localidades com menos de 100 mil habitantes, a id�ia � contratar a infra-estrutura; realizar a instala��o dos equipamentos e dotar os munic�pios de cobertura digital. "Quanto mais simples e flex�vel for o projeto, melhor. Neste modelo, as faixas com equipamentos de radia��o restrita cabem como uma luva", sugeriu Martinh�o. O gerente da Anatel observou ainda que nessas cidades n�o existe congestionamento do espectro; os equipamentos n�o t�m problemas de licenciamento e, por fim, n�o existe a necessidade de solicitar outorga � Ag�ncia - o que significa a aus�ncia de pagamentos ao �rg�o regulador.
No entanto, Martinh�o ressaltou que todos os equipamentos que emitem radiofreq��ncia t�m de estar certificados pela Anatel. Sem essa homologa��o, eles n�o podem ser usados no pa�s. Isso porque, explica o gerente da Anatel, a certifica��o garante que eles operam dentro das condi��es de radia��o restrita e com a seguran�a necess�ria, sem perigo de interfer�ncias em outras faixas. De acordo com a Anatel, atualmente, existem cerca de 50 transceptores em 2.4 GHz para aplica��o em sistemas Wi-Fi e Wi-Mesh, e aproximadamente 30 para 5.8 GHz, j� certificados pelo �rg�o regulador para as aplica��es de Cidades Digitais. Na faixa de 3,5 GHz, pode-se operar o WiMAX, j� licenciado. Atualmente, a faixa � usada pela Brasil Telecom, Embratel e Neovia entre outras.
Com o an�ncio da licita��o, muitas empresas ficaram preocupadas. Isso porque, neste momento, h� um bom n�mero de pedidos de certifica��o de equipamentos em 2.5 GHz para WiMAX na Anatel. Martinh�o explicou que esses pedidos ainda est�o em processo de avalia��o pela Ag�ncia porque existe uma pend�ncia regulat�ria que deve ser levada em considera��o.De acordo com o gerente, existem duas quest�es envolvendo a faixa de 2,5GHz. A primeira remete ao ponto de vista da radiofreq��ncia -- considerada j� solucionada. Mas a quest�o da presta��o de servi�o ainda � considerada complicada e sem uma defini��o concretizada. Essa faixa de 2,5GHz � atualmente utilizada pelos operadores de MMDS, servi�o de Televis�o por Assinatura. Indagado se os equipamentos que aguardam o processo da Anatel poderiam ser certificados a tempo de as empresas postulantes dessa homologa��o virem a participar do edital, marcado para o dia 15. Martinh�o preferiu dar uma resposta t�cnica. Segundo ele, todos os dias entram pedidos de homologa��o de equipamentos no �rg�o regulador. "O per�odo para se analisar o processo e proceder na homologa��o varia em m�dia de 10 a 20 dias", concluiu, deixando claro que a quest�o da faixa de 2,5 GHz n�o � um problema t�cnico, mas sim, pol�tico.Minicom: Edital beneficiar� munic�pios sem servi�os Segundo a Assessoria do Minicom, o edital de Cidades Digitais foi feito para os munic�pios ainda n�o contemplados por qualquer projeto ligado � infra-estrutura de telecomunica��es e ao acesso � banda larga. Questionada pela reportagem do Converg�ncia Digital, no entanto, se as localidades j� beneficiadas por projetos de cidades digitais poder�o ser beneficiadas no novo edital, a Assessoria n�o respondeu diretamente. A posi��o do Minicom � que n�o h� ainda defini��o das cidades a serem contempladas na concorr�ncia.De acordo com o termo de refer�ncia, a sele��o das 160 cidades digitais no Brasil obedecer� a tr�s crit�rios: fistribui��o parit�ria de 26 cidades, com a destina��o de uma para cada Estado; 34 cidades proporcionais � popula��o de cada Estado; e 100 cidades, proporcionais ao n�mero de munic�pios de cada Estado.Ainda segundo o termo, os crit�rios poder�o ser ajustados pela Coordena��o Geral de Projetos Especiais da Secretaria Executiva do Minicom de forma que o interesse p�blico e social prevale�a na elegibilidade das cidades atendidas. Tamb�m h� a preocupa��o que nenhum Estado seja contemplado com menos de tr�s cidades digitais.O termo tamb�m prev� que, preferencialmente, ser�o atendidas as localidades com caracter�sticas sociais, econ�micas e culturais voltadas para o turismo; para a polariza��o de neg�cios e para os ensinos t�cnico e superior p�blico. Na hip�tese de cidades-candidatas apresentarem caracter�sticas similares, a defini��o para o aporte do recurso ser� pela que tiver o maior �ndice de vulnerabilidade social.
Fonte: Converg�ncia Digital
BlackBerry com tela sens�vel ao toque tamb�m chega para competir com o iPhone da Apple
O fabricante Research in Motion (RIM) divulgou nesta quarta-feira (8) um telefone inteligente BlackBerry com tela sens�vel ao toque. A novidade chamada Storm mostra que a empresa, famosa por seus aparelhos com grandes teclados, adotou uma das caracter�sticas respons�veis pela popularidade do iPhone, telefone multim�dia da Apple, que elimina o uso de bot�es.
A novidade ser� lan�ada nos Estados Unidos pela operadora Verizon, ainda este ano, por pre�o n�o revelado. Em outros pa�ses, estar� dispon�vel para clientes da Vodafone.
Apesar de adotar a tela sens�vel, a RIM quis reproduzir a sensa��o que os usu�rios t�m quando pressionam um bot�o -- algo que o iPhone n�o oferece. Para isso, colocou sob a tela uma esp�cie de mola que reage ao toque.
Fonte: Gazeta do Povo
13 de outubro de 1983: Come�a a operar a primeira rede de telefonia celular

O dia de hoje (13 de outubro) marca o anivers�rio de 25 anos da primeira rede de telefonia celular comercial. Nesta data, em 1983, a empresa
Ameritech Mobile Communications inaugurou a sua rede celular na cidade de Chicago nos EUA. A primeira liga��o foi feita por Bob Barnett, ent�o presidente da Ameritech Mobile Communications, para o neto de Alexander Graham Bell (inventor do telefone), que se encontrava naquele dia na Alemanha.

O equipamento m�vel usado nesta primeira chamada foi um Motorola DynaTAC 8000X, desenvolvido alguns anos antes por Martin Cooper. O aparelho media cerca de 33 cm, sua largura era de 12 cm e sua espessura era de 7 cm, padr�es extremamente grandes comparados aos atuais O aparelho possibilitada somente 30 minutos de conversa��o, pesava quase 1 kg e o seu pre�o na �poca era aproximadamente quatro mil d�lares.
Em 25 anos o crescimento das redes de telefonia celular foi impressionante. Os �ltimos dados mostram que h� 3,5 bilh�es de usu�rios de telefones celulares no mundo - para compara��o, h� no mundo 1,5 bilh�es de televisores e 900 milh�es de computadores (inclu�ndo desktops e notebooks).
Fonte: Dailywireless
Projeto de inclus�o digital da USP � destaque na BBC
Um projeto de inclus�o digital coordenado pelo Professor Marcelo Zuffo, da Universidade de S�o Paulo (USP) foi tema de
uma reportagem do site da BBC. A proposta � espalhar centenas de equipamentos WiFi do tipo
Access Points em uma cidade, cada um alimentado por c�lulas solares, de modo a criar uma grande �rea de cobertura para acesso gratuito � Internet.
O equipamento tem como objetivo levar o acesso � Internet para comunidades carentes. O custo de implanta��o proposto � extremamente reduzido, pois cada um dos equipamentos Access Points serve como repetidora do sinal sem fios. A proposta � instalar os equipamentos no topo de postes de luz, com pouca necessidade de manuten��o.
O Professor Marcelo Zuffo � filho de Jo�o Antonio Zuffo, tamb�m professor da USP, criador do primeiro circuito integrado projetado no Brasil e autor de diversos livros sobre eletr�nica digital.
ETRI e Samsung planejam mostrar WiBro com 200 Mbps

O laborat�rio sul-coreano
ETRI (Electronics and Telecommunications Research Institute) e a empresa
Samsung Electronics anunciaram seus planos de fazer a demonstra��o de uma rede WiBro em Seul, capital da Cor�ia do Sul, com velocidade de conex�o sem fios chegando a mais de 200 Mbps. A demonstra��o est� agendada para uma reuni�o da ITU-R que est� se realizando at� o dia 15 de outubro na capital sul-coreana. O novo sistema, chamado de
WiBro Evolution, pretende ser capaz de oferecer servi�o de conex�o m�vel � Internet com
149 Mbps (
downlink) /
43 Mbps (
uplink) e pode ser um dos candidatos para a
"Long Term Evolution" ou tecnologia m�vel
4G que a ITU pretende normalizar at� 2010.
Segundo a Samsung, a proposta � ter o servi�o WiBro Evolution dispon�vel ao p�blico em 2011.
Sat�liye GeoEye envia primeiras imagens em alta resolu��o

A GeoEye, uma das provedoras mundiais de informa��o geoespacial na forma de imagens de sat�lite e a�reas, acaba de anunciar que est� dispon�vel a primeira imagem colorida, com meio metro de resolu��o espacial, obtida com o sat�lite GeoEye-1.
O sat�lite passou por um breve per�odo de calibra��o e testes, depois de ser lan�ado no in�cio de setembro da base a�rea de Vandenberg, na Calif�rnia. As imagens comerciais do GeoEye-1 come�ar�o a ser distribu�das ainda neste ano.
A primeira imagem do GeoEye-1, da Universidade de Kutztown, nos EUA, foi produzida atrav�s de uma fus�o de dados obtidos com os sensores de 41 cent�metros de resolu��o espacial no modo pancrom�tico e 1,65 metro na forma multiespectral, gerando uma imagem final com meio-metro de detalhamento.
A imagem da Universidade Kutztown mostra o campus, que inclui gin�sios, estacionamentos, ruas internas e quadras de esportes, entre outras edifica��es. Coletada �s 12h do dia 7 de outubro de 2008, a imagem foi obtida enquanto o sat�lite se movia do norte para o sul, a 681 quil�metros de altura.
Um acordo feito com a empresa Google, um pouco antes do lan�amento do sat�lite, d� exclusividade ao gigante na Internet na distribui��o de imagens do GeoEye-1. O Google � o segundo maior parceiro na constru��o do sat�lite, junto com a Ag�ncia Nacional de Intelig�ncia-Geoespacial dos EUA. O GeoEye-1, no entanto, n�o � um sat�lite espi�o e as fotos tiradas pelo sat�lite ser�o vendidas para empresas interessadas.
A Google j� est� planejando um novo sat�lite, o GeoEye-2, quer ser� capaz de obter fotos com resolu��o de 25 cent�metros. No entanto, o governo norte americano somente permite atualmente que sejam divulgadas na Internet imagens de sat�lites com, no m�ximo, resolu��o de 50 cent�metros, alegando que as imagens poderiam ser usadas por terroristas. O lan�amento do GeoEye-2 � previsto para 2011 ou 2012.
Mais Informa��es: http://www.geoeye.com/
Ap�s reclama��es, American Airlines veta sites porn�s durante v�os
A American Airlines ir� filtrar o conte�do de internet acessado pelo sistema sem fios a bordo de seus avi�es, durante os v�os, para barrar sites pornogr�ficos. A companhia a�rea declarou que est� trabalhando em parceria com a Aircell, empresa que fornece os servi�os de internet de bordo, para estabelecer um filtro no sistema de acesso.
Maior empresa a�rea dos Estados Unidos, a American Airlines passou a disponibilizar internet em seus v�os de forma experimental em agosto, para viagens realizadas em Boeings 767 de Nova York a San Francisco e de Los Angeles a Miami. Inicialmente, a companhia afirmou que n�o filtraria conte�do pornogr�fico, mas decidiu mudar sua pol�tica ap�s reclama��es de comiss�rios de bordo e passageiros.
Fonte: Folha OnLine
Estados Unidos ultrapassa Europa no uso do 3G

Depois de um in�cio lento, os Estados Unidos alcan�aram a Europa Ocidental na ado��o da rede 3G. De acordo com a empresa de pesquisas comScore, 28,4% dos assinantes norte-americanos de servi�o m�vel t�m dispositivos com 3G contra 28,3% dos maiores pa�ses da Europa.
O n�mero de assinantes dos Estados Unidos com dispositivos 3G cresceu 80% para 64,2 milh�es durante o ano passado. O lan�amento do iPhone 3G � a maior contribui��o para o crescimento. A Apple vendeu mais de 1 milh�o de unidades em apenas tr�s dias, ap�s o lan�amento do produto, em 11 de julho deste ano.
O mercado tem respondido com entusiasmo do mesmo modo que vendedores de servi�os m�veis t�m aumentado suas redes de produ��o e criado novos modelos de dispositivos 3G. A It�lia e a Espanha s�o os �nicos principais pa�ses europeus com maior penetra��o do 3G em rela��o aos Estados Unidos.
A ado��o do 3G no Reino Unido cresceu de 7,7%, conquistando 27,6% do mercado em junho de 2008, comparado aos 19,9% de junho de 2007.A Europa, no geral, apresentou um aumento de 8%, ganhando 28,3% do mercado. A Espanha figurou com o maior crescimento (14,7%), somando 37,2% de mercado. Os Estados Unidos saltaram de 11,7% para 28,4%.
"Por anos, a ind�stria m�vel norte-americana desejou ter o n�vel de sofistica��o do mercado europeu", observou , observou Mark Donovan, vice-presidente s�nior e analista s�nior da comScore. "Hoje os norte-americanos finalmente alcan�aram os europeus na ado��o do 3G. Os avan�os na tecnologia da rede 3G e a introdu��o de dispositivos atrativos no mercado norte-americano tiveram seus frutos com a ado��o de aparelhos m�veis que continuam a crescer em um ritmo acelerado", acrescentou.
Fonte: comScore
HP tamb�m quer concorrer com o iPhone
Da mesma forma como a Nokia come�a a concorrer com o iPhone com o seu aparelho celular Nokia 5800 XpressMusic (
veja not�cia do site NoWires), a
HP norte-americana prepara um produro para tentar abocanhar uma fatia do sucesso da Apple. A HP planeja lan�ar um
smartphone da linha
iPaq voltado ao mercado de consumo, reportou o
The Wall Street Journal. Segundo a fonte ouvida pelo jornal, o aparelho ter� suporte tanto tela de toque quanto teclado, e vai rodar sistema operacional Windows Mobile 6.1.
O primeiro modelo deve chegar � Europa at� o final do ano, com um lan�amento mais amplo previsto em seguida. Forte nos segmentos de computadores pessoais, a HP n�o t�m tradi��o na venda de dispositivos m�veis para usu�rios finais. A linha iPaq sempre foi mais focada em clientes corporativos.
Fonte: Computerworld
7 de outubro de 1959: A espa�onave Luna 3 fotografa o lado oculto da Lua
O dia 7 de outubro de 1959 � o anivers�rio de um fato marcante na hist�ria das telecomunica��es: nesta data a espaconave sovi�tica Luna 3 fez as primeiras fotografias da face oculta da Lua, fotos estas que foram enviadas para a Terra atrav�s de sinais de r�dio. As fotografias, obtidas com uma c�mara fotogr�fica controlada automaticamente, foram escaneadas por um sistema eletr�nico e recebidas na Terra somente no dia 18 de outubro.
A miss�o Luna 3 foi repleta de fatos pitorescos. A espa�onave foi construida pela Uni�o Sovi�tica em plena "guerra fria", �poca marcada por uma intensa disputa tecnol�gica com os EUA. Foi a primeira espa�onave sovi�tica a usar transistores nos seus circuitos eletr�nicos. Anteriormente os sovi�ticos j� tinham conseguido duas miss�es de sucesso: em janeiro de 1959 a espa�onave Luna 1 foi a primeira a orbitar a Lua e, em setembro do mesmo ano, a nave Luna 2 foi o primeiro objeto constru�do pelo homem a atingir a superf�cie lunar, a oeste do Mar da Serenidade, local pr�ximo do pouso de uma das miss�es Apollo, muitos anos depois. O objetivo da miss�o Luna 3 era enviar uma espa�onave n�o tripulada que fisesse um sobrev�o na Lua e obtivesse fotografias da face lunar que n�o � vis�vel da Terra. A primeira dificuldade residia no controle remoto em s�, para o qual foi necess�rio projetar um sistema de transmiss�o de r�dio capaz de ser recebido pela pequena espa�onave a milhares de quil�metros de dist�ncia. O outro desafio era como transmitir as fotografias para a Terra, pois naquela �poca somente se contava com filmes fotogr�ficos para isso. A solu��o foi um engenhoso sistema que combinaria uma c�mara fotogr�fica operada automaticamente e um laborat�rio de revela��o de filmes embutido na pequena espa�onave. Ap�s a revela��o e secagem do filme, a �rbita da espa�onave se aproximaria da Terra, ocasi�o na qual seria acionado um sistema de "scaner" baseado em um sensor de luminosidade, que transmitiria por r�dio as imagens obtidas, para receptores instalados no territ�rio sovi�tico.
No entanto a solu��o proposta esbarrava em uma dificuldade inicial: o ambiente espacial tem elevados n�veis de radia��es e, como os filmes fotogr�ficos tinham que ter alta sensibilidade para obter boas fotos, isto implicava na necessidade de blindar toda a c�mara fotogr�fica com uma camada de chumbo de 5 cm a 6 cm de espessura para a radia��o n�o "velar" os filmes. Naturalmente esta solu��o aumentaria em muito o peso e o volume da espa�onave, impedindo seu lan�amento. No entanto nesta �poca os EUA tinham feito algumas experi�ncias com bal�es-espi�es que sobrevoavam o terr�t�rio russo a grandes altitudes. Estes bal�es, semelhantes a bal�es metereol�gicos, eram lan�ados de pa�ses do oeste europeu e atingiam grandes altitudes, pegando correntes de vento que sopram na dire��o leste. O resultado era que os bal�es, equipados com c�meras fotogr�ficas de alta resolu��o, conseguiam tirar fotos do territ�rio sovi�tico antes de ca�rem no Oceano Pac�fico, onde eram resgatados por navios porta-helic�pteros norte-americanos. Alguns bal�es, no entanto, haviam ca�do no territ�rio russo antes de completarem o percurso. Evidentemente os bal�es capturados foram estudados com detalhes pelos cientistas sovi�ticos, que verificaram que as c�meras usavam um tipo especial de filme fotogr�fico desenvolvido pela Kodak nos EUA, que resistia muito bem aos altos n�veis de radia��o das camadas superiores da atmosfera. Os cientistas sovi�ticos n�o conseguiram produzir filmes semelhantes, mas como havia uma boa quantidade de filmes virgens capturados dos bal�es-espi�es, a solu��o para o projeto Luna 3 veio no uso de filmes norte-americanos na c�mera fotogr�fica que iria fotografar a Lua. Assim, por ironia do destino, as primeiras fotos da face escura da Lua foram feitas por uma espa�onave sovi�tica, mas com filmes Kodak norte-americanos. Naturalmente os norte-americanos n�o souberam disso na �poca, mas o fato foi divulgado em 2000 por Y.P.Lagutina, engenheiro russo que trabalhou no projeto da c�mara fotogr�fica do Luna 3.
A nave Luna 3 foi lan�ada ao espa�o no dia 4 de outubro de 1959 de uma base constru�da pr�ximo a um observat�rio astron�mico na Crim�ia. � not�vel saber que apenas 2 anos antes os sovi�ticos haviam lan�ado o Sputnik, o primeiro sat�lite a orbitar a Terra, com massa de 90 kg. A carga �til do foguete lan�ador da Luna 3 totalizava 278,5 kg e a nave foi colocada em uma �rbita terrestre com uma elipse extremamente exc�ntrica, tendo a Terra em um dos focos. No perigeu a �rbita alcan�ava 468 mil quil�metros, suficiente portanto para a Luna 3 passar pr�ximo da superf�cie da Lua. O lan�amento foi anunciado na imprensa sovi�tica, mas o objetivo real da miss�o permaneceu obscuro at� que ficou evidente que a �rbita exc�ntrica atingiria a Lua.
Apesar do lan�amento bem sucedido, logo nos primeiros instantes do v�o percebeu-se que a pot�ncia do sinal de r�dio emitido pela nave Luna 3 era muito inferior ao esperado. O sinal de balizamento era emitido na freq��ncia de 183,6 MHz, juntamente com um sinal peri�dico em 39,986 MHz (este sinal seria usado para transmitir as fotos), mas era recebido de forma muito d�bil pelos receptores sovi�ticos - isto tornaria imposs�vel receber as fotografias lunares. No entanto o r�dio-telesc�pio Lowell, situado junto ao observat�rio Jodrell Bank na Inglaterra, anunciou que conseguia captar os sinais de r�dio da Luna 3 com boa qualidade. Este r�dio-observat�rio, inaugurado em 1947, conta com um enorme refletor parab�lico de 76 metros de di�metro, sendo operado pela Universidade de Manchester para investiga��o astron�mica. Em uma atitude in�dita at� ent�o, os cientistas sovi�ticos entraram em contato com os seus colegas ingleses em Jodrell Bank, que confirmaram a recep��o dos sinais do Luna 3. Era imposs�vel, no entanto, se comunicar com a Luna 3, pois a antena do r�dio-telesc�pio Lowell n�o estava equipada com emissores de r�dio, apenas com receptores. Felizmente a nave seguiu sua �rbita exatamente como planejado e a c�mera fotogr�fica a bordo do Luna 3 operava de forma autom�tica: um sensor de luz acionado pela luz do sol refletida na Lua disparava o processo fotogr�fico. Desta forma, ao se aproximar da superf�cie lunar no dia 7 de outubro de 1959 o sensor acionou a abertura da cobertura protetora das lentes e a c�mera fotogr�fica come�ou uma seq��ncia de fotos, totalizando 29 fotogramas ao longo de 40 minutos de sobrev�o lunar. A c�mara fotogr�fica era equipada com duas objetivas, uma de 500 mm e outra de 200 mm, que se alternavam a cada foto. A lente de 200 mm permitia uma vis�o total do disco lunar, enquanto que a lente de 500 mm focava-se em detalhes da superf�cie da Lua.
Ap�s a seq��ncia de fotos a nave Luna 3 passou sobre um dos polos da Lua e a �rbita sofreu uma deflex�o pelo efeito da gravidade lunar, come�ando a longa viagem da espa�onave de volta � Terra. Enquanto isso na Uni�o Sovi�tica os cientistas se mobilizavam para uma verdadeira opera��o de guerra, que envolveu o deslocamento de uma s�rie de equipamentos militares para a Crim�ia, onde um conjunto de antenas Yagi foi montado �s pressas. Ap�s as fotos o equipamento � bordo do Luna 3 fez a revela��o e a secagem do filme fotogr�fico de forma autom�tica e come�ou a transmitir periodicamente para a Terra o resultado do escaneamento feito com a tira de negativo. O observat�rio de Jodrell Bank anunciou que algumas horas depois do sobrev�o lunar recebeu uma s�rie de sinais com modula��o FM na faixa de 40 MHz, provavelmente sendo o in�cio da transmiss�o das fotografias lunares. Os sovi�ticos conseguiram tamb�m captar estes sinais, mas eram muito d�beis para recompor as imagens. Somente no dia 18 de outubro de 1959, quando a Luna 3 j� se achava mais pr�xima da Terra, os sovi�ticos conseguiram obter sinais mais fortes que resultaram em fotografias de melhor qualidade - como resultado, a imprensa sovi�tica informou oficialmente no dia 19 de outubro que a miss�o Luna 3 tinha sido um sucesso e confirmou que tinham sido obtidas fotografias da face oculta da Lua. As fotografias s� foram disponibilizadas ao ocidente no dia 28 de outubro. Alguns jornais ocidentais se mostraram c�ticos que aquelas fotografias de baixa qualidade tivessem sido obtidas nas proximidades da Lua, mas o observat�rio de Jodrell Bank confirmou que as emiss�es de r�dio recebidas da espa�onave Luna 3 eram de fato compat�veis com as informa��es divulgadas pelos sovi�ticos sobre o sistema de transmiss�o de fotografias. Fitas gravadas pelos equipamentos do r�dio-telesc�pio Lowell foram entregues para a NASA, que conseguiu decodificar o protocolo de transmiss�o e confirmou que as fotos divulgadas pela Uni�o Sovi�tica eram aut�nticas.
Das 29 fotos tiradas, 12 foram recebidas com boa qualidade na Terra e podem ser vistas
aqui. As fotos mostraram que a face oculta da Lua � bem menos marcada por crateras que a face que costumamos observar aqui da Terra. Duas �reas planas foram batizadas pelos sovi�ticos de
Mare Moscovrae (Mar de Moscou) e
Mare Desiderii (Mar dos Desejos). Posteriormente outras fotografias de melhor qualidade mostraram que a marcha que foi chamada de Mar dos Desejos na verdade � composta de uma �rea menor, chamada de
Mare Ingenii (Mar da Ingenuidade) e algumas crateras vizinhas, que nas fotos da Luna 3 pareciam formar uma �rea �nica.

A nave Luna 3 parou de emitir sinais de r�dio no dia 22 de outubro de 1959. Provavelmente desintegrou-se ao entrar na atmosfera terrestre em mar�o ou abril de 1960. Outras fontes afirmam que a nave permaneceu em �rbita terrestre at� 1962.
Em 1965 uma equipe norte americana voltou a analisar as fitas gravadas pelo r�dio-telesc�pio Lowell e, com a ajuda de computadores, conseguiu filtrar o ru�do da transmiss�o e obteve fotografias de boa qualidade e com muitos detalhes da superf�cie lunar que n�o apareciam nas fotos de 1959, mostrando como o sistema projetado pelos sovi�ticos era avan�ado para a �poca.
Nokia lan�a telefone celular 5800 para concorrer com iPhone
A Nokia lan�ou oficialmente o seu aparelho celular com o qual pretende concorrer com o iPhone da Apple. O aparelho Nokia 5800 XpressMusic tem conectividade 3G HSDPA e � o primeiro celular multim�dia da Nokia que funciona atrav�s de toque na tela, como o iPhone. A tela tem 3,2 polegadas e resolu��o de 640 pixels X 360 pixels, com c�mera integrada de 3,2 megapixel com flash duplo a LEDs. No quesito de v�deo o aparelho da Nokia bate de longe o iPhone, pois al�m da c�mera de maior resolu��o (a c�mera do iPhone tem 2-megapixel e n�o tem flash), o 5800 grava v�deos com qualidade VGA (640 pixels X 480 pixels) e tem uma c�mera adicional na parte frontal, para v�deo-chamadas, algo que o iPhone definitivamente n�o tem.
O aparelho da Nokia vem com cart�o de mem�ria de 8GB (padr�o microSD), que pode ser trocado por um cart�o de 16 GB (a mem�ria do iPhone vem pr�-instalada no aparelho e n�o pode ser aumentada). O Nokia 5800 inclui tamb�m GPS e Wi-Fi. Outra caracter�stica interessante � que o fone de ouvido usa plugs comuns tipo P2 de 3,5 mm, permitindo portanto o uso de fones de qualquer marca. Outro ponto interessante � a bateria do 5800. A Nokia promete 9 horas de conversa��o na rede 3G, contra 5 horas (ou menos) do iPhone 3G. O 5800 conta com um aceler�metro integrado que muda a dire��o da tela do mesmo modo que o iPhone. O 5800 conta com um software de navega��o por GPS ainda inexistente no iPhone, que � o de dire��es de mapas, presente no Nokia Maps. O Google Maps do iPhone fornece dire��es, mas n�o "fala" a dire��o a tomar.
O lan�amento do Nokia 5800 est� sendo feito inicialmente apenas para o mercado europeu. A promo��o do lan�amento permite acesso a um site de m�sicas mantido pela Nokia, onde o usu�rio poder� fazer o download de um n�mero ilimitados de m�sicas pelo prazo de um ano. O pre�o � de 279 Euros, para aparelhos desbloqueados que aceitam cart�es SIM de qualquer empresa.
A Nokia afirma que o 5800 XpressMusic n�o � um aparelho topo de linha, mas sim um modelo intermedi�rio que pretende popularizar as telas touchscreen. Outros lan�amentos devem seguir em breve, portanto.
O aparelho 5800 usa a nova vers�o do sistema operacional
Symbian S60 5. edi��o, que tem suporte a telas de toque e tamb�m para
Adobe Flash Lite 3. H� informa��es que futuramente a Nokia ir� adotar uma vers�o de Linux em seus aparelhos celulares, para o que o modelo 5800 j� est� preparado.
Ford oferece uma chave especial do carro para os pais preocupados com os filhos ao volante
A fabricante norte americana Ford de autom�veis est� oferecendo nos EUA uma nova solu��o para aqueles pais que costumam emprestar o ve�culo aos seus filhos motoristas, mas n�o dormem ficam preocupados com o que o jovem vai fazer no tr�nsito.
Trata-se de um sistema chamado MyKey, onde o ve�culo � fornecido com uma chave adicional para a igni��o. A chave tem embutida um chip especial, que avisa � central eletr�nica que o ve�culo est� sendo dirigido por algu�m com pouca experi�ncia. Ao acionar o ve�culo com a chave MyKey, automaticamente a velocidade m�xima do autom�vel ficar� limitada em 80 milhas por hora (aproximadamente 130 km/h). O autom�vel tamb�m emitir� um aviso sonoro irritante se o cinto de seguran�a n�o estiver afivelado e opcionalmente tocar� alarmes sonoros nas velocidades de 45, 55 e 65 milhas por hora, limites comuns nas cidades e estradas norte-americanas. O equipamento de som do ve�culo tamb�m passa a ter um limite de volume que n�o pode ser excedido.
O equipamento ser� padr�o na linha Ford Focus e opcional nos ve�culos das linhas Mercury e Lincoln.
Microsoft prepara Windows para computa��o baseada na Internet

Dentro de um m�s, um novo projeto da Microsoft dever� ser apresentando aos consumidores. Apelidado temporariamente de Windows Cloud (nuvem, em ingl�s) pelo executivo-chefe da empresa, Steve Ballmer, o sistema ser� mais leve, r�pido e ser� baseado na internet, de acordo com o jornal norte-americano "New York Times".
"Assim como temos um sistema operacional para PC, para telefone e para servidor, precisamos de um novo sistema operacional que rode na internet", disse Ballmer em eventos em Londres e em Paris, de acordo com relatos obtidos pelo jornal. A id�ia � que o usu�rio possa acessar sua �rea de trabalho de qualquer lugar com acesso � internet.
Um projeto chamado Red Dog e desenvolvido por Dave Cutler, um dos principais engenheiros de software da empresa, est� sendo desenvolvido como a base do novo sistema. Conhecido por desenvolver c�digos sofisticados, Cutler planeja um sistema operacional on-line r�pido o suficiente para os consumidores acessarem de suas casas ou escrit�rio. "Aposto que vamos cham�-lo de Windows 'Alguma-Coisa'. Ser� anunciado em quatro semanas. Mas at� esse dia vou cham�-lo de Windows Cloud e ele ser� um lugar onde voc� pode executar diferentes aplica��es direto na internet", completou Ballmer.
Fonte: Folha OnLine & CNET News
F�brica de semicondutores ir� se instalar em S�o Carlos (SP)
A empresa norte-americana
Symetrix Corporation anunciou que ir� construir no futuro Parque Tecnol�gico de S�o Carlos (localizado a 231 km da capital paulista) uma f�brica de semicondutores. Segundo a empresa, a unidade ser� a primeira da Am�rica Latina na produ��o de mem�rias e sensores e dever� consumir US$ 1 bilh�o em investimentos. O projeto � uma parceria entre a Symetrix e o grupo Damha, que � o respons�vel pela �rea de 1 milh�o de metros quadrados onde ser� constru�do o parque tecnol�gico, previsto para ser entregue no primeiro trimestre de 2009. A
UNESP (Universidade Estadual Paulista) tamb�m participa da iniciativa com suporte cient�fico e tecnol�gico a unidade.
A primeira etapa da f�brica est� prevista para ser entregue em 2011, com a produ��o de chips de mem�rias ferroel�tricas, para utiliza��o em bilhetes de transporte p�blico, telefonia digital, TV digital e movimenta��es banc�rias. A previs�o � que j� na primeira etapa do projeto, quando ser�o investidos US$ 150 milh�es, sejam criados mais de 700 empregos diretos, com a contrata��o de pessoal com m�o-de-obra qualificada --a maioria com curso superior--, nas �reas de qu�mica, f�sica, matem�tica, designer, entre outros.
O representante da Symetrix no Brasil afirmou que a escolha por S�o Carlos foi definida devido a exist�ncia de v�rias institui��es de ensino superior voltadas a tecnologia de ponta. Ele afirmou que "a cidade foi definida dada o largo investimento em tecnologia desde a d�cada de 40". A patente deste chip pertence ao brasileiro Carlos Paes de Ara�jo, que � professor da universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e � um dos propriet�rios da Symetrix. De acordo com o prefeito de S�o Carlos, Newton Lima Neto, que tamb�m � vice-reitor licenciado da Universidade Federal de S�o Carlos, a cidade est� preparada para receber empresas no p�lo tecnol�gico, que fica na Rodovia SP-318, que liga S�o Carlos a Ribeir�o Preto, e pr�ximo ao aeroporto M�rio Pereira Lopes.
iPhone � prova de �gua
Por incr�vel que possa parecer, h� quem n�o queria abandonar seu Apple iPhone nem mesmo debaixo d'�gua. A empresa Audio Amphibx produz uma capa protetora H2O, com a qual o "iPhoneman�aco" pode mergulhar a at� 3,5 metros de profundidade usufruindo das fun��es do amado telefone sem danific�-lo!
O acess�rio custa US$69.95 na Apple Store.
Intelbr�s entra no mercado de GPS para ve�culos
A Intelbras lan�ou no mercado nacional seu primeiro modelo de navegador veicular, o MapTrax GP350. O aparelho possui a fun��o TTS (Text-To-Speech), que, al�m dos comandos de navega��o, possibilita ao usu�rio ouvir o nome de uma rua para a qual ele ter� de fazer uma determinada manobra.
O MapTrax GP350 possui tela de 3,5 polegadas, mem�ria interna de 256 Mb, mapas da Teleatlas, navegador Nav N Go, al�m de acess�rios para fixa��o no p�ra-brisas, carregador de bateria veicular e de parede.
O modelo MapTrax GP350 est� � venda nas redes de varejo convencionais, quanto nos sites de vendas online.
Fonte:
Info GPS OnLine e
Intelbr�s
VISA e Nokia fecham parceria para usar celular como se fosse um cart�o de cr�dito
A VISA e a Nokia anunciaram que v�o oferecer pagamento por celular na pr�xima gera��o de telefones da fabricante, come�ando com o Nokia 6212, que ser� lan�ado em outubro na Europa, revelaram as empresas na �ltima sexta-feira (26/09/2008). A princ�pio, os aplicativos para pagamento, transfer�ncia de dinheiro, alertas e notifica��es da VISA ser�o oferecidos pelas institui��es financeiras interessadas em testar a usabilidade da tecnologia. Os usu�rios do modelo Nokia 6212 ser�o os primeiros a poderem pagar contas usando o celular como se fosse um cart�o VISA, gra�as aos chipsets Near-Field Communications (NFC) integrados no celular para que ele funcione como uma carteira eletr�nica. Segundo a Nokia, a colabora��o com a VISA resultou em testes com pagamentos m�veis com a NFC nos Estados Unidos, Mal�sia e Londres. A Nokia n�o possui previs�o de chegada do modelo ou poss�vel parceria para pagamento via celular no Brasil.
Fonte: Computerworld
Rede WiMAX da Sprint Nextel entra em opera��o nos EUA


A operadora
Sprint Nextel lan�ou sua rede de WiMax m�vel na cidade de Baltimore nos EUA nesta segunda-feira (29/09/2008). Batizado de
Xohm, o servi�o oferecer� velocidade de download entre 2 Mbps e 4 Mbps, com pre�os dos planos come�ando em 30 d�lares por m�s para usu�rios m�veis, afirmou a companhia. Outros planos incluem um passe di�rio por 10 d�lares, uma op��o dom�stica por 25 d�lares por m�s e um plano que permite dois aparelhos dentro da rede simultaneamente por 50 d�lares por m�s. Clientes n�o ter�o que assinar um contrato de longa dura��o.
A Sprint tamb�m vender� os modems necess�rios por seu site e lojas do varejo local. O modem da Samsung, chamado de Express, custar� 59,99 d�lares, enquanto o aparelho da Zyxel sair� por 79,99 d�lares. A companhia tamb�m planeja introduzir modens da fabricante chinesa ZTE no final do ano e espera ver modelos de laptops e tablets, como um j� prometido pela Nokia, com modens WiMax integrados.
A Sprint espera vender tamb�m um modem dual-mode capaz de se conectar tanto � rede Wimax como �s de telefonia celular 3G j� existentes.
A Sprint est� no processo de combinar sua divis�o respons�vel pela rede Xohm com a Clearwire e planeja formar uma nova companhia no quarto trimestre, chamada tamb�m Clearwire. A companhia construir� uma rede WiMax nacional que a Sprint revender� parte da banda como uma operadora m�vel virtual.
Fonte: Computerworld
Apple permite que desenvolvedores de aplicativos troquem informa��es

A Apple anunciou que vai permitir a programadores que produzem aplicativos para o iPhone 3G trocarem informa��es sobre os c�digos entre si. Uma norma que proibia inclusive os desenvolvedores de pedirem dicas em f�runs ou por e-mail foi foco de protestos. A mudan�a, anunciada ontem (1/outubro/2008), ocorre uma semana depois do lan�amento do primeiro celular que utiliza a plataforma Android, do Google, que promete permitir que os programadores criem e vendam aplicativos sem grandes restri��es.
Recentemente, a Apple tamb�m vetou aos programadores que tivessem seus aplicativos rejeitados pela App Store, loja de aplicativos da Apple, publicarem na internet os motivos da recusa. A regra criou uma nova onda de cr�ticas sobre esse processo de aprova��o, j� visto por muitos como "fechado" e "exc�ntrico". Os "programinhas" produzidos por meio do kit de desenvolvimento de software (SDK) do iPhone s�o uma das grandes novidades do novo aparelho. Os aplicativos s�o criados por terceiros e podem ser comprados por meio da loja App Store.
A empresa de Steve Jobs afirma o que o NDA (sigla para "acordo de n�o divulga��o") tinha o objetivo de proteger o trabalho da Apple. "Para que pessoas n�o roubem nosso trabalho. J� aconteceu antes", diz a empresa. O NDA tinha de ser assinado antes que os programadores tivessem acesso ao kit de desenvolvimento. Agora, a empresa afirma que o NDA criou um senso de responsabilidade na comunidade de desenvolvedores e que, portanto, n�o vai mais exigir o acordo para o iPhone 3G. Mas os que estiverem trabalhando com vers�es de teste do aparelho, ainda n�o lan�adas, ainda ter�o de arcar com o compromisso.
Fonte: Folha OnLine
Curso sobre FPGA gr�tis

FPGA (Field Programmable Gate Array) s�o circuitos integrados que podem ser programados para executara um conjunto de fun��es l�gicas. Um FPGA basicamente � constitu�do por blocos l�gicos, blocos de entrada e sa�da, e chaves de interconex�o. Os blocos l�gicos formam uma matriz bidimensional, e as chaves de interconex�o s�o organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos l�gicos. Os canais de roteamento possuem chaves de interliga��o program�veis que permitem conectar os blocos l�gicos de maneira conveniente, em fun��o das necessidades de cada projeto.
O
site TechOnLine disponibiliza um curso gr�tis
online sobre programa��o de FPGA. Basta acessar o site [
clique aqui] e se cadastrar. O curso � ministrado em ingl�s e dura cerca de 45 minutos.