Domingo, 31 de Agosto de 2008

Fundador da Okley lança câmera digital de filmagem em altíssima resolução

Em 1975 Jim Jannard, então com a idade de 26 anos, gastou aproximadamente US$ 300 para lançar um novo modelo de manoplas para motocicletas de motocross. A empresa foi chamada de OKLEY, mesmo nome do cão raça setter de Jim Jannard. Em novembro de 2007 Jim Jannard vendeu a empresa OKLEY, famosa pelos óculos com design inovadores, por cerca de 2,1 bilhões de dólares. A compradora foi a empresa Luxottica, proprietária da marca Ray-Ban.

Bilionário e agora com 59 anos, Jim Jannard resolveu investir em cinema e acaba de lançar o primeiro produto de sua empresa Red Digital Cinema: uma revolucionária câmera digital, chamada Red One, que chega ao mercado capaz de filmar em altíssima resolução.

As câmeras de filmagem digitais de alta resolução usadas em HDTV tem uma matriz de 1.920 pixels por 1.080 pixels. Existem câmeras digitais mais sofisticadas, chamadas de "2K" e usadas em cinema, que chegam a 2.048 X 1.080. A Red One lançada por Jim Jannard oferece 4.096 linhas de resolução horizontal (chamada portanto "4K" em linguagem cinematográfica) e 2.304 linhas de resolução vertical. Esta resolução aproxima-se do que é possível obter com filmes fotográficos de alta sensibilidade, possibilitando que a filmagem digital aposente de forma definitiva os filmes de 35 mm. Antes do lançamento oficial da Red One, Jim Jannard já havia fornecido alguns protótipos para serem testados por renomados diretores de cinema, inclusive Peter Jackson, de Senhor dos Anéis. A câmera de filmagem digital Red One tem o preço anunciado de aproximadamente US$ 17,5 mil, enquanto que o aluguel de uma filmadora Panavision de 35 mm em Hollywood custa aproximadamente US$ 25 mil por mês.



A empresa Red Digital Cinema está localizada na cidade de Lake Forest, California. Estima-se que Jim Jannard tenha investido U$ 7,7 milhões só na construção do exuberante prédio onde se localiza a sede da empresa.

Fonte: Wired & Red

Mini-Notebook da Lenovo reconhece a face do dono

A empresa chinesa Lenovo está lançando um mini-notebook, modelo IdeaPad U110, que apresenta um sistema inovador de segurança. Na tradicional tela de login do Windows Vista a câmera embutida no equipamento procura os olhos da pessoa que estiver à frente do equipamento e, através de um programa de reconhecimento visual de faces, permite ou não o acionamento do sistema se a face está cadastrada como um dos usuários permitidos.

O equipamento tem o acabamento externo em preto ou em vermelho, com uma textura feita através de desenhos que lembram a tocha dos recentes Jogos Olímpicos realizados na China. Vem com processador Intel de 1.6-GHz Core 2 Duo, 2 GB de RAM e tela de 11,1 polegadas. seu tamanho reduzido não permitiu a inclusao de um drive óptico para CDs e DVDs, que podem ser lidos e gravados através de um acessório externo.

Fonte: Gadged Labs

Bell Labs encerra atividades de pesquisa em física fundamental



Após décadas de pesquisa científica e com seis Prêmios Nobel no currículo, o Bell Labs está encerrado suas atividades de pesquisa em física fundamental. A Alcatel-Lucent, atual proprietária do Bell Labs, decidiu focar as atividades de pesquisa do famoso laboratório norte-americano em áreas mais diretamente relacionadas com a atuação da empresa.


Segundo as notícias da imprensa norte-americana, os cientistas vinculados ao Bell Labs na área de física fundamental foram deslocados para outras áreas de pesquisa. A decisão da Alcatel-Lucent foi violentamente criticada pela comunidade científica internacional, que acusa a empresa de ter uma visão de curto prazo quanto aos benefícios que podem resultar da pesquisa fundamental. Os diretores da Alcatel-Lucent rebatem estas críticas afirmando que atualmente grande parte da pesquisa básica é realizada em centros universitários e que a manutenção do setor de física fundamental no Bell Labs representava um custo elevado demais frente aos resultados alcançados nos últimos anos.

O Bell Labs foi fundado 1925 por Walter Gifford, então presidente da empresa AT&T (American Telegraph and Telephony, fundada pelo inventor do telefone, Alexander Graham Bell). O laboratórioio, cujo nome oficial era Bell Telephone Laboratories, era o local onde eram realizados os desenvolvimentos científicos que posteriormente resultavam em produtos fabricados pela Western Electric, braço industrial da AT&T.

Ao longo de sua história, o Bell Labs colecionou uma longa relação de descobertas e invenções. O primeiro Prêmio Nobel do Bell Labs veio em 1937, com Clinton Davisson dividindo o Prêmio Nobel de Física com outros cientistas pela demonstração da natureza ondulatória da matéria. Em 1956 veio o Prêmio Nobel mais conhecido obtido por pesquisadores do Bell Labs, com a premiação em Física obtida por William Shockley, John Bardeen e Walter Brattain, pela invenção do transístor. Na verdade o transístor tinha sido desenvolvido alguns anos antes, em 1947, de modo que em 1956 nenhum dos três laureados trabalhava no Bell Labs. A foto que ilustra esta notícia mostra Shockley, Bardeen e Brattain em uma sala do Bell Labs, mas foi obtida em 1956 a pedido dos jornais norte-americanos, que necessitavam de algumas fotografias para ilustrar as reportagens sobre os ganhadores do Prêmio Nobel.

Na década de 1970 os cientistas do Bell Labs conseguiram dois Prêmios Nobel em Física em seqüência, em 1977 e 1978. O primeiro foi concedido a Philip Anderson, dividindo com cientistas de outras instituições, pelo desenvolvimento e compreensão da estrutura eletrônica do vidro e de materias magnéticos. O Prêmio Nobel de Física de 1978 foi outorgado a dois cientistas do Bell Labs, Arno Penzias e Robert Wilson, pela assim chamada "radiação de fundo" presente no espaço cósmico. A pesquisa de Penzias e Wilson foi conduzida como uma tentativa de compreender o problema de interferência que era observado em longas linhas telefônicas, nas quais a fonte das interferências parecia vir "do céu". Com uma grande antena (foto abaixo) eles demostraram que, de fato, a misteriosa radiação vinha do espaço sideral e é considerada um restício do Big Bang que deu origem ao universo.



Em 1997 o Prêmio Nobel de Física foi para Steven Chu, que havia trabalho alguns anos antes no Bell Labs; o prêmio foi pelo desenvolvimento de um método para a captura de átomos usando laser. No ano seguinte três cientistaas do Bell Labs ganharam o Prêmio Nobel de Física, Horst Stormer, Robert Laughlin e Daniel Tsui, pela descoberta e explanação do efeito Hall quântico.

Há alguns anos a empresa Lucent já havia vendido a sua divisão de semicondutores, o que fez com que o Bell Labs interrompesse suas pesquisas na área de microeletrônica. Após a fusão com a francesa Alcatel, a Alcatel-Lucent desfez-se de um conjunto de edifícios que eram usados pelo Bell Labs, chamado de campus de Holmdel, localizado a cerca de 30 km de Nova York. Este conjunto tinha sido construído entre 1957 e 1962 pela AT&T e serviu de local para uma série de conquistas importantes na área de telecomunicações, como a fabricação dos primeiros satélites de comunicações e o desenvolvimento das técnicas de modulação digital que conduziram aos sistemas de telefonia celular. A área foi vendida em 2006 a uma grande construtora e, apesar de um movimento surgido no sentido de preservar o local como sítio histórico, os antigos edifícios do Bell Labs foram demolidos e no seu lugar estão sendo construídos novos blocos de escritórios. O que restou da estrutura do Bell Labs ficou restrita ao edifício localizado em Murray Hill em New Jersey (onde foi inventado o transístor), que já obteve oficialmente o status de monumento histórico norte-americano.

Fonte: Wired

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Controle remoto Bluetooth do Nintendo-Wii é usado como instrumento musical


Johnny Chung Lee, que já foi notícia no site NoWires, esteve no Brasil para, entre outras atividades, fazer uma palestra e demonstrações no FTP - Festival de Tecnologia de Petrópolis. Johnny tornou-se conhecido no mundo da Tecnologia da Informação ao usar o controle remoto do vídeo-game Nintendo Wii como sensor eletrônico para uma série de aplicações inusitadas.

O componente que faz com que o controle do Wii seja sensível aos movimentos feitos pelos usuários, é um acelerômetro eletrônico que responde a acelerações de até 3G, com resolução de 8 bits e sensibilidade nos três eixos. Na demostração feita no FTP em Petrópolis, Johnny usou o controle remoto do Wii como um instrumento musical, conforme mostrado no vídeo acima, divulgado no Jornal da Globo em 28 de agosto de 2008. O experimento não utiliza o console da Nintendo, apenas o controle remoto do Wii, que se comunica com um computador através de sinais Bluetooth.

Johnny Chung Lee mostrou no I Festival de Tecnologia de Petrópolis outras incríveis possibilidades que podem ser feitas com o controle remoto do Wii. Johnnny recentemente terminou o seu curso de Doutorado na área de interação entre o homem e o computador pela Universidade de Carnegie Mellon. Alguns dos projetos desenvolvidos por ele podem ser vistos no site de Johnny Lee na Carnegie Mellon.

O I Festival de Tecnologia de Petrópolis foi uma iniciativa do movimento Petrópolis-Tecnópolis, criado há cerca de dez anos com objetivo de fomentar o desenvolvimento econômico e social da região serrana do Estado do Rio de Janeiro, principalmente o município de Petrópolis. A realização do FTP 2008 veio ao encontro do firme propósito de consolidar Petrópolis como pólo tecnológico.

Fonte: G1 & FTP

Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Sony pode lançar um PSP-Phone



Uma pesquisa na Internet mostrou que existe desde o ano passado no Departamento de Patentes dos EUA um pedido com o número 20070123309, preenchido pela SONY ERICSSON MOBILE COMMUNICATIONS JAPAN, INC., de um produto que parece ser um console portátil de vídeo game, semelhante ao Play Station Portable (PSP), mas com as funções de um telefone celular.


O processo de patente já foi encerrado e não se tem idéia se e quando o produto será lançado no mercado. Mas é, de fato, uma boa idéia que pertubaria de forma significativa o mercado de telefonia celular!.




Porto Alegre, Salvador e Palmas são as próximas capitais a receber TV digital

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou ontem (27 de agosto de 2008), durante o evento Broadcast & Cable, em São Paulo, que as próximas capitais a receber TV digital serão Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Salvador (Bahia) e Palmas (Tocantins). O ministro disse que o sinal digital começará a ser transmitido em Palmas em setembro. Em Porto Alegre e em Salvador as transmissões de TV digital começam em outubro, segundo o governo.

Em Curitiba a transmissão comercial de TV digital está marcada para iniciar em novembro. Porém em outubro o canal 41 já estará emitindo regularmente o sinal da RPC, afiliada local da Rede Globo, em caráter experimental.

Atualmente as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiânia já possuem emissoras funcionando no modo de transmissão digital.

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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

Claro confirma iPhone em setembro

A Claro está entrando em contato com interessados no iPhone 3G para anunciar o lançamento do aparelho, marcado para setembro. Os consumidores que desembolsarem R$ 100 poderão reservar o celular --o valor será abatido do preço final e poderá ser devolvido caso o cliente desista da compra. Atendentes da Claro informam aos consumidores que as vendas do aparelho começam em setembro. Oficialmente a empresa não confirma a informação e informa que "ainda não tem definido o seu preço final, nem a data de início da comercialização".

Para reservar aparelho, consumidores terão de pagar R$ 100; o valor será abatido quando for feita a compra do aparelho. Os consumidores contatados são os que se cadastraram no site da empresa demonstrando interesse --a Claro já havia informado que essas pessoas teriam prioridade. Ainda é possível fazer o cadastro.


Nos Estados Unidos, devido à procura pelo iPhone 3G, o aparelho ficou em falta em várias lojas. Outra operadora brasileira, a Vivo, também entrou em acordo com a Apple para lançar o celular no Brasil, mas também não divulgou quando vai disponibilizar o produto. A Tim ainda busca um acordo com a Apple, por meio da Telecom Itália, para lançar o iPhone 3G junto com seus concorrentes no Brasil.

O iPhone 3G foi lançado em julho deste ano em cerca de 20 países. Mais 20 locais receberam o produto na última sexta-feira (22), sendo dez na América Latina --segundo veículos locais, o aparelho foi lançado com menos empolgação do que se viu nos EUA e na Europa.

No Brasil, a agência reguladora ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou o iPhone no dia 13 de agosto, a pedido da própria Apple.

Fonte: Folha Online

Domingo, 24 de Agosto de 2008

Cadeado para USB


Esta vai para o capítulo das coisas curiosas: um pequeno cadeado que se adapta a um pen drive USB. Segundo o fabricante japonês (Thanko), serve para impedir o acesso aos seus dados confidenciais gravados no pen drive!

Sony apresenta teclado sem fios para PlayStation 3


Durante uma feira de jogos em Leipzig a SONY apresentou um teclado que se adapta ao controle remoto do seu PlayStation 3. O teclado comunica-se sem fio com o console (tecnologia Bluetooth) e permite usar normalmente os botões do controle.
O teclado estará disponível até o final deste ano, disponível em 8 idiomas diferentes.
Na mesma feira a SONY apresentou sua nova versão do vídeo-jogo portátil PSP. É semelhante à versão anterior, apenas um pouco mais fina. Tem como novidade um microfone embutido e melhor resolução da tela LCD.


Fonte: Akihabara News

Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

O celular Google

Os rumores estão correndo na Internet: a empresa norte americana Google irá lançar em breve um aparelho celular, chamado G1, usando o sistema operacional aberto Android, que está em sua fase de desenvolvimento final.

As notícias indicam que o aparelho será fabricado na China pela empresa HTC e vendido nos EUA através da operadora T-mobile. O preço sugerido de venda será na faixa de US$ 200. O aparelho certamente terá conexão a redes HSDPA (3G), como o iPhone da Apple, mas não há confirmação se terá também conectividade WiFi.

A principal vantagem do G1 sobre o iPhone será a possibilidade de qualquer pessoa, com os conhecimentos básicos de programação, vir a desenvolver programas para o aparelho, usando o código aberto do sistema Android. Futuramente aparelhos da Nokia e da Samsung também estarão adotando a plataforma Android.

Fonte: Daily Wireless

Brasil e Japão trocam experiência sobre TV Digital

As experiências com a implementação da TV digital no Brasil e no Japão serão debatidas nos dias 25 e 26 de agosto de 2008 no American Hall, e no dia 27 de agosto de 2008, no Centro de Exposições Imigrantes, em SP, no Workshop sobre TV Digital: Experiências da Implantação da TV Digital no Brasil e Japão.

Promovido pelo Grupo de Trabalho Conjunto Brasil-Japão (GTC) e pelo Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD), o evento reúne técnicos, engenheiros das empresas de radiodifusão e associados do Fórum. Entre os palestrantes estão Koji Osaki, diretor-associado do Departamento de Engenharia da Japan Broadcasting Corporation (NHK), Tsuyoshi Yamanaka, diretor-presidente da Chukyo TV Broadcasting; além de membros da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Fórum SBTVD. O workshop é patrocinado pela Arib, com o apoio dos ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações, das Relações Exteriores, da Casa Civil e Comunicação do Japão (MIC), da NHK, da The National Association of Commercial Broadcasters in Japan (NAB), do Consulado japonês em SP, do Fórum SBTVD, e da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET).

Fonte: Assessoria de Comunicação do MCT

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Google lidera movimento para uso de canais vagos de TV para acesso à Internet


A empresa norte-americana Google acaba de lançar um site para divulgar seu ponto de vista, compartilhado por um grupo de empresas, que o Governo Norte-Americano deve liberar o uso de canais vagos no espectro eletromagnético destinado a emissoras de TV para promover novas tecnologias para acesso à Internet em banda larga, sem fios. O movimento, chamado Free the Airwaves (em português, alguma coisa como "Liberdade para as Ondas de Rádio"), tem o apoio de empresas de peso, como Microsoft, Dell, HP e Motorola, que se reuniram em uma organização batizada de Wireless Innovation Alliance (WIA), e que já contratou escritórios de advocacia para defender sua causa junto ao Congresso Norte-Americano e a FCC (Federal Communication Commitee, equivalente no Brasil à ANATEL).

O principal ponto de interesse é a faixa de VHF, que atualmente é usada pelos canais de TV em transmissões analógicas. Com a chegada da TV digital, os canais de TV receberam licenças na faixa de UHF e a partir de 2009, nos EUA, deverão encerrar as transmissões no sistema analógico. O mesmo esquema está sendo adotado no Brasil: por exemplo em Curitiba a RPC-TV está transmitindo o sinal digital no canal 41 da faixa UHF, simultaneamente à transmissão do sinal analógico no canal 12 da faixa VHF. A partir de 2016, com o fim da transmissão no sistema analógico, a transmissão no canal 12 será encerrada, assim como de todas as demais emissoras de TV que transmitem atualmente na faixa de VHF.

A proposta da Wireless Innovation Alliance sofre aberta oposição das empresas de TV e de várias operadoras de telefonia celular. As emissoras de TV alegam que o uso dos canais livres para a transmissão de dados causará interferência no sinal dos canais usados para a programação de televisão. Alguns testes foram feitos pela Microsoft em 2007 e os resultados foram insatisfatórios, ocorrendo de fato interferência em sinais de TV. No entanto outras empresas, como a Motorola, alegam que o teste da Microsoft foi prematuro pois foi realizado com um equipamentos em estágio inicial de desenvolvimento, sendo possível solucionar tecnicamente os problemas apresentados em novas versões.

A iniciativa tem apoio também da organização norte-americana New America Foundation, com importantes contribuições na área de direitos humanos e inclusão social.




No Brasil existem também discussões sobre o futuro da faixa de VHF, quando as emissoras de TV encerrarem de fato as transmissões analógicas. A empresa CPQd (antigo CPQd da Telebrás) já realizou testes bem sucessidos na faixa de 700 MHz. A grande vantagem do uso da faixa de VHF é a excelente propagação de sinais eletromagnéticos, que alcança grandes distâncias. Desta forma um futuro sistema de acesso à Internet em banda larga sem fios, operando na faixa de freqüências atualmente reservada para televisão, poderá levar a possibilidade de conexão a regiões atualmente carentes de tecnologias viáveis para tal.

Fontes: Light Reading + New America Foundation + Information Week + WIA + Free the Airwaves

Disponibilizadas nova versão do Ginga e normas ABNT sobre TV digital

Ginga é o nome do Middleware Aberto do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD)




Já está disponível no Portal do Software Público a revisão número 15 do código-fonte do Ginga 0.9.28 corrigindo um bug na implementação de referência do Ginga-NCL detectado logo após o lançamento, feito na semana passada. A revisão 15 pode ser baixada em: http://svn.softwarepublico.gov.br/trac/ginga

Da mesma forma, também já está disponível para download o Ginga-NCL Virtual STB, já atualizado com a nova release do Ginga-NCL. Aos que haviam instalado a primeira release da versão 0.9.28, os desenvolvedores da linguagem recomendam a atualização imediata.
http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clbs/ginga/gingancl http://www.ncl.org.br/ferramentas/fedora-fc7-ginga-i386.zip

O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre publicou junto à ABNT uma série de Normas que padronizam a T­V Digital. Os documentos são de livre acesso, gratuitamente. As Normas ABNT relativas ao Ginga fazem parte do grupo "Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital". As normas ABNT sobre o SBTVD estão disponíveis em:
http://www.ncl.org.br/documentos/index_n.html


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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Feliz Aniversario, CD!


No dia 17 de agosto de 1982 as empresas Sony e Philips fizeram o lançamento oficial do primeiro disco em formato de CD. O primeiro CD, lançado na cidade de Hanover na Alemanha, foi produzido pela gravadora Polygram (selo Deutsche Grammophon) e trazia o maestro Herbert von Karajan, regendo a "Sinfonia Alpina" do compositor austríaco Richard Strauss.

A cidade de Havoner foi escolhida para o lançamento por ter sido ali que, em 1889, o inventor Emil Berliner fundou a empresa Deutsche Grammophon e começou a fabricar os primeiros discos para gramofones (em oposição ao gramophone de Thomas Edison nos EUA, que nesta época ainda usava cilindros para a gravação).

Segundo alguns autores, o plano original da Philips era lançar o CD com 100 mm de diâmetro, o que forneceria um tempo máximo de gravação de 60 minutos. O Vice-Presidente da Sony, Norio Ohga, argumentou que 60 minutos seriam insuficientes para gravar a 9.a Sinfonia de Beethoven, que tem cerca de 70 minutos de duração, e pressionou a Philips para adotar o padrão de 120 mm para o CD que seria lançado em breve. Outras fontes afirmam que esta sugestão foi na verdade uma espécie de "golpe comercial" que a Sony aplicou na Philips, que já tinha finalizado algumas máquinas que produziriam CDs para a Polygram com 100 mm de diâmetro. Com a adoção do padrão de 120 mm as máquinas da Polygram tiveram que ser modificadas, dado tempo da Sony Music lançar os seus CDs ao mesmo tempo que os da Polygram.

Fontes: http://blog.wired.com/music/2008/08/happy-birthday.html + http://en.wikipedia.org/wiki/Compact_Disc + http://en.wikipedia.org/wiki/Deutsche_Grammophon

Domingo, 17 de Agosto de 2008

Vem ai o USB 3.0

A Intel acaba de anunciar as primeiras especificações técnicas da nova versão da popular interface USB, de alta velocidade, que já está sendo chamada de USB 3.0.

A nova especificação mantém os mesmos conectores do USB 2.0, de modo que permanecerá compatível com os equipamentos existentes atualmente. A diferença está, obviamente, na velocidade. Enquanto a interface USB 2.0 permite trânsito de dados a uma taxa de 480 Mb/s, a nova especificação USB 3.0 chegará a 4,8 Gb/s, o que significa 600 megabytes por segundo! Os primeiros equipamentos com interface USB 3.0 devem estar no mercado até o final do ano.

A iniciativa da Intel antecipa-se ao lançamento em breve pelo IEEE da nova versão da interface FireWire, que objetiva também uma maior taxa de transmissão de dados.

Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Material didático sobre Sistemas Embarcados ("Embedded Systems") baseados em livros de destaque

A expressão Embedded Systems tem sido traduzida para o português como "Sistemas Embarcados" ou "Sistems Embutidos". Refere-se aos circuitos eletrônicos baseados em microcontroladores, onde existe um software residente (chamado comumente de firmware) que é responsável pelo funcionamento do dispositivo. A categoria engloba uma grande quantidade de dispositivos disponíveis, tais como telefones celulares, roteadores, modems, switches, tocadores de MP3, vídeo-games e muitos outros.

A lista a seguir é de uma extensa série de publicações disponíveis gratuitamente sobre o assunto.

2008
In a four part series based on their contribution to "Multiprocessor Systems-On-Chips," edited by Wayne Wolf and Ahmed Amine Jerraya, the authors cover the basics of designing energy-aware multiprocessors -Part 1: Reducing CPU active and standby energy
Part 2: Reducing active and standby energy in memory and cache
Part 3: On-Chip communications impact on MPSoC power
Part 4: Advanced interconnects and software issues

In a three part series, based on their book "Programming with Wireless MMX Technology, " the authors describe the performance implication of a processor's pipeline architecture and code techniques for optimization - Part 1: Microarchitectural optimization philosophy
Part 2: Optimization for data processing operations
Part 3: Optimization for control-oriented operations

In a six part series based on his book "See MIPS run Linux," Dominic Sweetman gets down to basics on how to implement the MIPS 32k/64k RISC architecture:
Part 1: GNU/Linux from eight miles high
Part 2: How hardware and software work together
Part 3: What happens on a system call
Part 4: What we really want
Part 5: MIPS specific issues in the Linux kernel
Part 6: CP0 pipeline hazards, multiprocessors & caches

In a six part series, George Ellis, author of "Control Systems Design," compares and contrasts various approaches to embedded Proportional-Integral-Derivative (PID) control system design -
Part 1: Moving beyond PID
Part 2: Tuning a Proportional Controller (PC)
Part 3: Tuning a Proportional-Integral (PI) controller
Part 4: Tuning a PI+ controller
Part 5: Tuning a PID controller
Part 6: Tuning PID+ and PD controllers

In a three part series based on his book, "Designing High Speed Interconnect," Dennis Miller explores signnal integrity modeling alternatives in high frequency designs for problems not directly resolvable by SPICE and recasting them so they can be simulated.
Part 1: Unmodelable features of high performance designs
Part 2: Differential transmission lines and receivers
Part 3: Modelable features

In a six part series based on his book, John Eidson, author of "Measurement, Control and Communications using IEEE 1588," describes how the 1588 real time network synchronization protocol, originally designed for localized industrial and instrumention networks, can be used for wideband networking and telecommunications.
Part 1: The varieties of system temporal specifications
Part 2: Overview of the clock synchronization standard
Part 3: Master-slave synchronization hierarchy
Part 4: Achieving submicrosecond synchronization accuracy
Part 5: Applying 1588 to networking, wireless, cable, and telecom
Part 6: The future of IEEE 1588 and the Precision Time Protocol

Richard G. Lyons, author of "Understanding Digital Signal Processing," in an on-going series of articles based on his book, provides the details of DSP tips and tricks professionals can use to make their digital signal processing algorithms more effiecient, including:
Efficient Polynomial evaluation
Smothing impulsive noise
Interpolating a bandpass signal
Spectral peak location algorithm
Computing Fast Fourier Transform Twiddle Factors
Building a practical spectrum analyzer
ADC testing techniques and finding missing codes in ADCs
Fast multiplication of complex numbers
Reducing A/D Converter Quantization Noise
High Speed vector magnitude approximation
Frequency Translation without multiplication

2007
In a two part article, Bruce Douglass, author of "Real-time UML workshop for Embedded Systems," provides an overview of the Rapid Object-Oriented Process for Embedded Systems (ROPE) methodology and the workflows that can be used to develop robust and safe system designs -
Part 1: What is the Harmony process?
Part 2: The Systems Engineering Harmony Workflow in Detail

In a two part series, Robert Oshana, author of "DSP Software Development Techniques for Embedded and Real Time Systems," outlines the hardware software constrains involved in building an embedded media device based on a DSP/SRM multicore based System on a chip -
Part 1: The hardware building blocks
Part 2: Software architecture for a media SoC

In a three part series, Praphul Chandra, author of "Bulletproof wireless security," provides the details of the technical challenges involved in making wireless ad hoc protocols typical of wireless networks such as Zigbee and Bluetooth more secure -
Part 1: Single and multihop ad hoc networks
Part 2: Key establishment and authentication
Part 3: Bluetooth's security modes

Despite Microsoft's view that a parallel programming model for multiprocessing is 5 to 10 years away, Rishiyur Nikhil and Arvind, coauthors of Implicit Parallel Programming, believe we can't wait and delve into the options available now. In this series of eight articles, they look at the alternatives: sequential versus parallel programming, procedural versus declarative and functional, explicit versus implicit.
Part 1: How sequential languages obscure parallelism
Part 2: How to achieve parallel execution
Part 3: Explicit parallel programming with threads and locks
Part 4: Explicit parallelism: message-passing programming
Part 5: Implicit parallel programming: Declarative languages
Part 6: So, why aren't we using functional languages yet?
Part 7: pH: an implicitly parallel, declarative language
Part 8: Turning parallel Haskell (pH) into a production language

In a four part series based on material from their book Multicore Programming, authors Shameem Akhter and Jason Roberts present the case for the OpenMP Application Programming Interface as a way to add explicit parallel instructions into sequential code written for multicore and multithreaded designs:
Part 1: The challenges of threading a loop
Part 2: Managing shared and private data
Part 3: Performance-oriented programming
Part 4: OpenMP library functions

In an nine part series excerpted from Computers as Components, author Wayne Wolf presents in a clear and concise way the basics of embedded programming using the C language on microcontrollers:
Part 1: Program design and analysis
Part 2: Models of programming, assemblers and linkers
Part 3: Basic compilation techniques
Part 4: The creation of procedures
Part 5: Register allocation and scheduling
Part 6: Analysis and optimization of execution time
Part 7: Trace-driven performance analysis
Part 8: Analysis and optimization of energy, power and program size
Part 9: Program validation and testing

In a three part series excerpted from their book, Multicore Programming, Shamem Akhter and Jason Roberts deal with various aspects of using threading and parallel constructs in multicore system software development:
Part 1: Synchronization and critical sections
Part 2: Synchronization Primitives
Part 3: Condition variables, messages and flow control

In a two part series excerpted from his book, The Embedded Linux Primer author Christopher Hallinan looks at the development of real time features in this open source operating system:
Part 1: What is real time Linux?
Part 2: Using embedded Linux in real-time applications

In a three part series based on their book, Designing Embedded Networking Applications, Peter Barry and Gerard Hartnett describe useful design patterns they have discovered and how to use them effectively to write better code:
Part 1: A review of general patterns
Part 2: Useful network design patterns
Part 3: Code tuning using design patterns

In a two part series based on their book, Multicore Programming, authors Shameem Akhter and Jason Roberts describe the basics of breaking up serial tasks for use as threads in a parallel programming environment:
Part 1: Breaking up tasks
Part 2: A motivating problem - error diffusion

Excerpts from Wayne Wolf's book High-Performance Embedded Computing. This five-part series describes the differences between running software on embedded multiprocessors versus general purpose systems and the precautions that must be taken.
Part 1, The role of the operating system
Part 2, Multiprocessor Scheduling
Part 3, Event-driven multiprocessor scheduling analysis
Part 4, Services and middleware for embedded multiprocessors
Part 5, Achieving multiprocessor quality-of-service

Excerpts from Interfacing PIC Microcontrollers: Embedded Design.
Author Martin Bates reviews the basic sensor types and how they are used in MCU designs along with practical examples of how to implement them:
Part 1: An introduction to sensors and their characteristics
Part 2: A survey of sensor types
Part 3: Designing the interface between a sensor and an MCU

Excerpts from DSP Software Development Techniques for Embedded and Real-Time Systems by Robert Oshana cover every aspect of embededed development using digital signal processors (DSP): RTOS scheduling algorithms, static and dynamic
Protecting critical code and resources
Deadlocks, unsafe states and shared resource corruption
DSP RTOS kernel task prioritization and memory allocation
Multitasking on a DSP and how to schedule tasks
How to write an optimized FIR filter
Testing and Debugging DSP Systems
Real time data collection and visualization
Using breakpoints, event triggers and program traces
Emulating DSP electrical characteristics and performance
The working of JTAG boundary scan on DSPs
DSP debugging challenges and methodologies

Excerpts from Customizable Embedded Processors, edited by Paolo Ienne and Rainer LeupersIn their contribution to the book, the author from U.C. Berkeley state the case for sub-RISC processing elements as the natural multicore SoC building block:
Part 1: Concurrent architectures and concurrent applications
Part 2: Generating a multicore architecture from an instruction set
Part 3: Deploying applications with Cairn
Part 4: An IPv4 Forwarding Design Example

Excerpts from Networks on Chips: Technology and Tools by Luca Benini and Giovanni De Micheli on the challenges, hardware and software tools and methodologies being developed for next generation multicore networks on chips designs:
Part 7: Computer Aided Software Development tools
Part 6: Communications-exposed programming
Part 5: Task-level parallel programming
Part 4: Programming issues and approaches
Part 3: A review of basic NoC architectures
Part 2: SoC objectives and NoC needs
Part 1: Why on-chip networking?

Excerpts from WiFi Telephony by Praphul Chandra and David Lite where they look at the challenges facing developers of Voice over IP WLAN (VoWLAN) sytems:
Part 1: Challenges facing developers and what's needed to bring systems to market
Part 2: Dealing with inherent fairness among all nodes

Excerpts from Embedded Media Processing by David Katz and Rick Gentile of Analog Devices on how to used Direct Memory Access (DMA) effectively in media based embedded applications: :
Part 4: Advanced DMA features for moving data effectively and multimedia system examples
Part 3: Guidelines for chosing DMA modes
Part 2: The various types of data flow architectures and when to use them
Part 1: The basics of Direct Memory Access (DMA) design

2006
Excerpts from Applied Control Theory for Embedded Systems by Tim Wescott on the basics of feedback control theory as it relates to embedded systems design of robust, reliable automatic control systems:
Part 1: How to use block diagrams as a control system design language
Part 2: Analyzing control system behavior using block diagrams

Excerpts from Embedded Multitasking with small microcontrollers by Keith Curtis on how to design embedded software for resource-constrained microcontrollers that multitask effectively with out the overhead and cost of an RTOS:
Part 2: The basics of multitasking using an embedded MCU
Part 1: State machine constructs for complex control sequences
Logic 101 - Part 4 - Gray Codes
IPsec, a Tutorial -
Part I Logic 101 -
Part 3 - Reed-Muller Logic Logic 101 -
Part 2 - Positive versus negative logic
Logic 101 - Part 1 - Assertion-Level Logic*
Designing An ARM Multithreaded Video/Audio/Motion Recording System: Part 2*
Designing An ARM Multithreaded Audio/Visual/Motion Recording System: Part 1
Audio in the 21st Century
FPGA Architectures from 'A' to 'Z' : Part 2
FPGA Architectures from 'A' to 'Z' : Part 1
An IPv6 Refresher - Part I
Voice over IP (VoIP) - The basics: Part 1*
How to use UML in your SoC hardware/software design: Part 4 *
How to use UML in your SoC hardware/software design: Part 3 *
How to use UML in your SoC hardware/software design: Part 2 *
How to use UML in your SoC hardware/software design: Part 1 *

Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

1,3 bilhão de celulares ao final de 2008

O mercado mundial de vendas de celulares atingirá a marca de 1,28 bilhão de aparelhos em funcionamento até o final do ano de 2008. Este total representa um incremento de 11% sobre o número existente em 2007, quando o setor registrou um total de 1,15 bilhão de unidades, segundo dados da empresa de pesquisa Gartner.

De acordo com os dados divulgados, no primeiro semestre de 2008 o mercado de vendas de aparelhos móveis registrou 294,3 milhões de unidades. O Gartner projeta para o segundo semestre deste ano vendas entre 300 e 305 milhões de unidades. Até o final de junho, o Brasil tinha 133,15 milhões de celulares em funcionamento, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). As operadoras venderam 2,6 milhões de celulares apenas em junho.

Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

iPhone já vendeu 3 milhões de aparelhos e faturou US$ 30 milhões com aplicativos em 30 dias

Em entrevista ao The Wall Street Journal nesta segunda-feira, 11/08, o CEO da Apple, Steve Jobs, informou que em um mês de lançamento comercial, o iPhone 3G já faturou cerca de US$ 30 milhões apenas com a venda de aplicativos de software - foram feitos cerca de 60 milhões downloads da App Store, loja exclusiva da Apple, para soluções direcionados ao terminal. O CEO da Apple, Steve Jobs, acredita que neste ritmo, em um ano, poderá faturar até US$ 360 milhões com aplicativos desenvolvidos especialmente para o iPhone 3G. No sistema desenvolvido pela Apple, a divisão da receita fica da seguinte forma: 30% para a Apple e 70% para os desenvolvedores.

Entretanto, o sistema também tem gerado críticas dos criadores de programas. A Apple impõe restrições excessivas aos programadores e alguns aplicativos estariam sumindo da lista sem causa aparente ou explicação da empresa. Irritados com as práticas comerciais da Apple, desenvolvedores de aplicativos para o iPhone criaram inclusive um site para criticar a empresa. No site Fucking NDA, eles se manifestam contra uma norma que impede os programadores de trocarem informações sobre os códigos ou pedirem dicas em fóruns ou por e-mail. Os programadores se sentem de "mãos atadas".

O sucesso do iPhone 3G é uma realidade, mas os consumidores norte-americanos da AT&T reclamam da qualidade do serviço, principalmente, quando há a transição da rede 2,5G - com cobertura nacional - para a rede 3G/WCDMA, presente em cerca de 300 localidades dos EUA. Segundo o portal Cnet.News, muitos consumidores reclamam que ligações são perdidas quando há a transição dos serviços - o iPhone 3G funciona na rede 2,5G, mas algumas funcionalidades, entre elas, o envio de e-mails, por exemplo, deixam a desejar e muitas mensagens se perdem. Já há clientes, inclusive, que retomaram os serviços do Blackberry, da RIM, para não ficarem sem o acesso ao e-mail no celular.

O portal Applemania.info informa ainda que teriam sido vendidos três milhões de terminais iPhone 3G em 30 dias, marca muito acima da expectativa do mercado que apostava em cerca de quatro milhões de aparelhos vendidos em três meses. Neste ritmo, em um ano, o iPhone 3G, apenas nos países onde o produto foi lançado no último dia 11 de julho - 22, sendo apenas um da América Latina, o México - venderia 36 milhões de terminais. No Brasil, há uma expectativa que o iPhone 3G desembarque até o final do ano. As operadoras Claro, Vivo e TIM já anunciaram que vão vender o aparelho no Brasil.

Os analistas acreditam até que, em função da venda excessiva, poderá haver atraso na chegada do terminal nos demais países porque a Apple não estaria conseguindo sustentar o ritmo de manufatura na fábrica da Foxconn, em Taiwan.


Embratel seleciona parceiros comerciais para TV por assinatura

Em nota oficial, a Embratel anunciou nesta segunda-feira (11/agosto), que vai entrar no mercado nacional de TV por assinatura via satélite e começou a selecionar parceiros para a comercialização do serviço. As empresas interessadas devem preencher o formulário disponível exclusivamente no site "Parceiros TV Embratel".
O portal também terá em breve uma área especial para cadastro de clientes interessados no produto. Esses futuros clientes receberão, em primeira mão, as informações sobre os pacotes, preços e promoções da TV por assinatura da Embratel.
A cobertura da Embratel será nacional, o que possibilitará a oferta de pacotes de TV por assinatura combinados com produtos do portfólio da operadora, como ligações DDD e DDI pelo código 21, além do Livre, o telefone fixo da Embratel. Com a licença da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) para operar a tecnologia DTH, a Embratel reforçará, ainda mais, o foco no mercado residencial, expandindo seu portfólio de soluções e se diferenciando, mais uma vez, das demais operadoras. O consumidor residencial ganhará com a ampliação da atual rede de TV por assinatura. A nova rede DTH da Embratel complementará a rede da NET, empresa na qual a Embratel possui uma participação relevante e estratégica.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Embratel.

Palestras do Congresso ExpoGPS 2008 já estão disponíveis no site do evento

Já estão disponíveis no site do evento ExpoGPS 2008(http://www.expogps.com.br/conteudo/congressosExpogps.php), os slides e apresentações das palestras do congresso. Algumas palestras não estão disponíveis, pois os palestrantes não autorizaram a sua divulgação.
Palestras como a de Luiz Fernando Delazari, secretário de segurança do Paraná, Sandro Azevedo, superintendente comercial da Sascar, Eduardo Casagrande, da Siemens, e Ewaldo L. M. Mehl da UFPR, estão disponíveis para download.

A realização da 9ª GEOSUMMIT LATIN AMERICA (9ª Feira e Congresso Internacional de Geoinformação) e da 1ª EXPOGPS (Feira e Congresso Latino Americano de Localização e Rastreamento), de 15 a 17 de julho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, foi um grande sucesso. Mais de 3.800 pessoas participaram dos congressos e visitaram os eventos, que apresentaram novidades e tendências para os mercados de geoinformação e de rastreamento e monitoramento, além de terem a oportunidade de se atualizarem profissionalmente, uma vez que dezenas de palestras foram realizadas nos três dias de evento, contando, inclusive com conferencistas de importantes empresas e instituições brasileiras e internacionais.

Fonte: http://www.expogps.com.br/conteudo/congressosExpogps.php

Jornalista provocado por email anônimo alimenta a polêmica sobre o sistema de TV digital brasileiro

Ethevaldo Siqueira é jornalista especializado em Tecnologia da Informação e Comunicações e um dos maiores nomes na área no Brasil. É colunista do jornal "O Estado de São Paulo" desde 1967 e colaborador da revista Veja e da Rádio CBN, onde tem uma coluna diária chamada Mundo Digital.

No seu site http://www.ethevaldo.com.br/ o jornalista comenta uma mensagem de email que recebeu de um leitor identificado apenas pelo endereço eletrônico sac@outofafrica.com.br. Provocado pelas afirmações do leitor, que defende a adoção do sistema japonês para a TV digital brasileira,Ethevaldo faz suas considerações contundentes. Na verdade o padrão do SBTVD (Sistema brasileito de TV digital) não é exatamente igual ao padrão japonês. O SBTVD foi baseado no sistema japonês ISDB-T, mas utiliza a codificação de vídeo no padrão H.264/MPEG-4 AVC, enquanto que no Japão é utilizado o padrão MPEG-2. A utilização de codificação MPEG-4 faz com que o SBTVD seja melhor, sob o ponto de vista técnico, do que o japonês!

Eis aqui a mensagem que o jornalista Ethevaldo Siqueira recebeu do seu anônimo leitor:

Prezado Ethevaldo Siqueira,
Sou assinante do Estadão e apenas gostaria de expressar que discordo de suas opiniões sobre TV digital e rádio digital. Sou a favor e aprovo 100% a adoção do padrão ISDB pelo Brasil! Seu sinal pega muito bem, é robusto, a imagem HDTV é ótima, e breve teremos o Ginga! (1) Graças a Deus que o Brasil descartou o padrão europeu, pois estive na Europa e vi que eles não estão nem aí para HDTV, aliás o modelo deles nunca se compatibilizou com o nosso! Problema deles, pois no Brasil a população vai curtir bastante HDTV quando os custos baixarem, que não é de uma hora para outra, como você exige! (2) Já em termos de rádio digital, tudo indica o IBOC está sendo aperfeiçoado, (3) e qual o problema de o governo negociar os royalties com a Ibiquity? Se eles investirem aqui e gerarem empregos para produção nacional, qual o problema de ter financiamento do BNDES? Quando o BNDES emprestou bilhões para a européia Volkswagen, por que ninguém falou nada? (4) Que você é pessimista, não tem problemas, agora querer implantar o padrão europeu, ou privilegiar o sistema europeu de rádio aqui no Brasil, aí eu digo que você está fora da realidade mesmo...Para nosso rádio digital, o melhor seria o IBOC ou até o ISDB Digital Radio, já que faria sinergia com nosso padrão de TV ISDB! " (5)

A resposta publicada pelo jornalista Ethevaldo Siqueira foi a seguinte:

Prezado SAC Out of Africa (Parabéns pelo nome original),
Suponho tratar-se de pessoa que não quer idenficar-se. Respeito a opção. Respondo a cada item de sua mensagem:
(1) Agradeço sua mensagem e louvo o fato de ser assinante do Estadão. Começo por afirmar que o senhor está certo em todos os pontos do parágrafo acima. Acima de tudo: são direitos seus discordar, aprovar e ser 100% a favor da adoção do padrão ISDB pelo Brasil. Até aqui, no entanto, trata-se de opinião pessoal subjetiva. O que o senhor afirma a seguir é verdade tecnológica:
"Seu sinal pega muito bem, é robusto, a imagem HDTV é ótima, e breve teremos o Ginga!" Mas eu lhe digo que nossa TV digital ainda é inteiramente experimental e elitista. É isso que temos de dizer, com todas as letras, à população -- que, em sua maioria esmagadora, não tem a menor idéia do que seja TV digital. É claro que, no futuro, será tudo isso que o senhor diz. Não sou pessimista, mas realista. A rigor, estou certo de que acredito muito mais na digitalização do que o senhor, em seu potencial futuro, na interatividade -- no longo prazo --, bem como na convergência com a internet e diversas formas de multimídia. Mas sem açodamento, sem pressa, sem demagogia.O que o mundo nos ensina, entretanto, senhor Out of Africa, é que só devemos inaugurar um sistema quando ele estiver realmente amadurecido, completo, funcionando, com mobilidade, conteúdo, Ginga completamente desenvolvido e interatividade perfeita. O resto é demagogia. Repito, o que temos é uma TV digital inteiramente experimental e elitista.
(2) Veja, senhor Out of Africa, o padrão ISDB é como uma Ferrari -- maravilhosa tecnologia, mas um pouco cara, adotada no mundo apenas pelo Japão, seu criador, e o Brasil. O sistema americano ATSC é adotado por 6 países. E o europeu DVB-T por mais de 120. Esses são os fatos. Se perguntar qual é a tecnologia mais sofisticada, mais ambiciosa, mais luxuosa (e, portanto, mais cara) eu lhe direi: é o ISDB. Exclusivamente por razões profissionais, comprei, com sacrifício, um televisor digital, full HD 1080p, e sei que a tecnologia é ótima. Gastei mais de R$ 7.500,00, um preço que só a classe A pode pagar, para ter High Definition. Com pouquíssimos programas disponíveis. Sem outros features. Talvez mais do que o senhor, eu tenho visitado o Japão, os Estados Unidos e a Europa (todas essas regiões mais de uma dúzia de vezes) a trabalho, exclusivamente para conhecer os sistemas de TV e rádio digital desses países e continentes. Isso simplesmente quer dizer que não ignoro o que o senhor afirma. Mesmo assim, nunca defendi os padrões digitais europeus, como o senhor, equivocadamente, afirma. Concordo em que a população brasileira vai curtir bastante HDTV, quando os custos baixarem, que não é de uma hora para outra, digamos, daqui a 15 anos, desde que o poder aquisitivo de sua população seja bem maior do que hoje. Eu não exijo que os preços baixem. Quem exige isso é o consumidor comum, o cidadão que, até aqui, não sabe bem o que é TV digital.. A população brasileira tem baixo poder aquisitivo. Isso é um fato. A penetração da TV digital na Europa é ainda muito baixa. Nos Estados Unidos também. No Japão, ainda mais baixa. A grande exceção é a Finlândia, primeiro país do mundo onde 100% dos televisores recebem TV digital. É claro que no futuro, tudo será maravilhoso. O senhor se lembra quando o celular foi introduzido aqui em 1990? Começou lentamente, em Brasília e no Rio. Era analógico, como no resto do mundo, caro, elitista, volumoso, com bateria apenas para 30 minutos de conversação. Em 1993, começou em São Paulo. Hoje há mais de 130 milhões de assinantes. Isso é universalização. Mas a tecnologia não era experimental, ainda não desenvolvida como o rádio digital IBOC ou a TV digital padrão nipo-brasileiro, sem Ginga, sem set-top boxes disponíveis, sem interatividade, com raros conteúdos de High Definition e para celular..
(3) Se está sendo aperfeiçoado, a lógica nos diz que ainda tem problemas e insuficiências e, portanto, ainda não é hora de adotá-lo. O IBOC tem problemas sérios. Eu fiz teste em meu carro ? tanto para AM quanto FM, durante meses, com um receptor importado, pelo qual paguei US$ 300 (trezentos dólares), de boa qualidade. Não permite rádio portátil, consome as baterias em pouquíssimo tempo. Tem atraso de quase 8 segundos entre os sinais analógico e digital. Quando forem sanados esses problemas, eu aplaudirei a digitalização do rádio. Ouvi recentemente a ministra das Comunicações da Finlândia e publiquei suas declarações, afirmando que o rádio digital ainda não tem solução aceitável no mundo. Outra vez nego a besteira de que eu defenda padrões europeus. Não há receptores baratos no mundo. Os mais acessíveis custam US$ 100. Convença a população brasileira a pagar esse preço (sem impostos, quando houver escala, quando a tecnologia for convincente...) para ouvir rádio, sr. Out of Africa.
(4) Não se trata de negociação de royalties, mas de ajuda a uma empresa que está em dificuldade, oferecendo recursos do BNDES. E se a Ibiquity falir? Se a empresa quiser vir ao Brasil, aqui instalar-se, investir milhões aqui, criar empregos, terminar o desenvolvimento do IBOC, fazê-lo funcionar, tudo bem. Nunca defendi financiamento do BNDES para a Volks, nem para nenhuma empresa estrangeira -- especialmente nas condições de risco da Ibiquity.
(5) Senhor Out of Africa, não sou pessimista, não quero implantar o padrão europeu ou privilegiar o rádio digital europeu, não estou fora da realidade. O senhor está fugindo do assunto. Discuta tecnologia, sem distorção. Sem pressupostos maliciosos. Não me acuse de nada. Focalize sua discussão nos argumentos que lhe dei. Ninguém acredita mais na digitalização do que eu, repito. Mas com seriedade, em favor do Brasil e de sua população, sem lobbies, sem interesses pessoais, político-partidários ou econômicos. Se quiser saber minha preferência tecnológica, eu lhe revelo, com todo orgulho: gostaria que o Brasil desenvolvesse sua própria tecnologia para TV digital e trabalhasse muito mais em IPTV (TV sobre protocolo IP), aproveitando-se do que o mundo tem de melhor.
Se quiser identificar-se e discutir publicamente estes e outros temas, eu terei imenso prazer. Se não, um grande abraço.


Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Boeing vence concorrência para demonstração das novas funcionalidades do sistema GPS

A divisão aero-espacial da Boeing assinou um contrato de mais de 150 milhões de dólares com o Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA para a demonstração dos conceitos de Alta Integridade do sistema GPS. Os trabalhos deverão ser realizados a partir de 2010.

O projeto de GPS de Alta Integridade combina sinais de satélites do sistema de telecomunicações de órbita baixa Iridium e dos veículos espaciais de órbita média GPS, com o objetivo de melhorar a disponibilidade, integridade e precisão do posicionamento e navegação, tanto para uso militar como civil. Segundo os pesquisadores, melhorias significativas no sistema GPS podem ser alcançadas com baixo custo, usando sinais de plataformas já existentes e em órbita, como a constelação Iridium, por exemplo.

O projeto de GPS de Alta Integridade conta, além da Boeing e da Iridium, com as empresas Phantom Works, Rockwell Collins e Coherent Navigation, além de especialistas de universidades norte-americanas.

Fonte: Mundo Geo

Nokia se mantém na liderança em número de aparelhos celulares

A Nokia vendeu 122 milhões de aparelhos móveis no segundo trimestre de 2008. Em segundo lugar está a Samsung com 45,7 milhões, seguida pela Motorola (28,1 milhões de aparelhos) e em quarto lugar a LG (27,7 milhões).

Apesar da venda de unidades crescer, a receita da Motorola no concorrido mercado de celulares caiu 22% em um ano, para 3,3 bilhões de dólares, e o prejuízo operacional aumentou de 332 milhões de dólares há um ano, para 346 milhões de dólares em 2008. Desde janeiro, a empresa estuda separar ou vender sua divisão de celulares.

TIM confirma que vai lançar iPhone no Brasil

Porém no site da Apple a TIM não consta na lista de operadoras credenciadas para operar o iPhone

Durante a conferência de divulgação de resultados da TIM no dia 7 de agosto, o presidente da operadora, Mario Cesar Pereira de Araújo, disse que a TIM está negociando com a Apple para lançar o iPhone 3G junto com outras operadoras no Brasil que tenham contrato assinado com a empresa de Steve Jobs."Estamos negociando com a Apple para entrar junto no lançamento no Brasil. Nosso objetivo é que a Apple faça o lançamento com todas as operadoras que tiverem contrato assinado", afirmou o executivo.


Porém a TIM é a única das três operadoras que prometeram trazer o iPhone 3G ao Brasil (Vivo, Claro e TIM) que não aparece como credenciada pela Apple em seu site. Claro e Vivo dizem não ter previsão de lançamento do produto.

HSPA é sucesso para conexão banda larga sem fios

Em 2007, o número global de assinantes de banda larga móvel usando a tecnologia HSPA cresceu cerca de 850%, totalizando 32 milhões de conexões, segundo a GSM Association.

A conexão HSPA (do inglês High Speed Packet Access) oferece velocidades entre 1,8Mbps e 7,2 Mbps. Atualmente, há 166 redes que suportam banda larga móvel usando HSPA. Em maio de 2007, eram apenas 73, diz a GSM Association. "As operadoras encontraram um novo mercado, conectando laptops à Internet", afirma o pesquisador da Informa Telecoms and Media, Mark Newman.

Algumas razões impulsionaram o crescimento da popularidade da banda larga móvel, que vão desde preços baixos até a facilidade de uso e conveniência de navegar em qualquer lugar, opinam Newman e o chefe comercial da operadora sueca 3, Nicholas Högberg.

O enorme sucesso traz problemas, contudo. Para as operadoras, a preocupação gira em torno da capacidade, tanto nas redes móveis quanto no backhaul - os links que anexam estações-base ao resto do mundo.Com um número maior de assinantes, as operadoras terão de atualizar as redes ou o desempenho das conexões cairá e gerará reclamações. "Até agora, vimos incidentes isolados, mas o número de ocorrências deve aumentar este ano", diz Newman. Além disso, a questão da capacidade também forçará as operadoras a buscar outras formas de construir redes móveis. Isto gera demanda das chamadas femtocells, pequenas estações-base para as casas dos usuários, que transferem o tráfego de uma rede enviando dados via uma conexão de banda larga fixa.

O número de dispositivos para acesso à banda larga móvel também explodiu, crescendo 265% desde janeiro do ano passado, segundo a GSM Association. Em janeiro de 2007, os usuários tinham cerca de 128 dispositivos para se conectar a web móvel - cartões de dados, roteadores wireless, modems USB ou celulares. O total saltou para 467 modelos em janeiro deste ano.

Fonte: IDG News Service