Russia terá até 2012 sistema concorrente ao GPS norte-americano

Nikolai Testoyedov, diretor geral da empresa russa Information Satellite Systems (ISS), informou que o sistema de geo-localização por satélites GLONASS terá precisão equivalente ao americano GPS até 2012. A ISS está trabalhando no sentido de melhorar a acurácia e a confiabilidade do sistema GLONASS. O programa para melhoria inclui diversos fatores, dentre os quais o principal é o aumento do número de satélites em órbita, para 24 veículos no total. Hoje o sistema possui 16 satélites em órbita, dos quais 13 são do tipo GLONASS-M. A previsão é de que mais seis satélites do mesmo tipo sejam lançados até o fim deste ano.
O sistema GLONASS - em russo Global'naya Navigatsionnaya Sputnikovaya Sistema - Sistema de Navegação Global por Satélite - foi criado na década de 1980 pela União Soviética como um sistema semelhante ao GPS norte-americano, que na época tinha seu protocolo fechado e era usado exclusivamente para fins militares. O sistema soviético chegou a ter 18 satélites em órbita, mas a partir do fim da União Soviética o sistema foi abandonado e, em 2002, só restavam sete satélites em órbita. A partir de 2004 o Governo da Rússia resolveu recuperar o sistema GLONASS e criou a empresa Information Satellite Systems (ISS), que está progressivamente promovendo o lançamento de novos satélites para substituir os que, apesar de ainda em funcionamento, estão chegando ao limite de vida útil, com planos de chegar a 24 satélites operacionais.
O sistema GLONASS - em russo Global'naya Navigatsionnaya Sputnikovaya Sistema - Sistema de Navegação Global por Satélite - foi criado na década de 1980 pela União Soviética como um sistema semelhante ao GPS norte-americano, que na época tinha seu protocolo fechado e era usado exclusivamente para fins militares. O sistema soviético chegou a ter 18 satélites em órbita, mas a partir do fim da União Soviética o sistema foi abandonado e, em 2002, só restavam sete satélites em órbita. A partir de 2004 o Governo da Rússia resolveu recuperar o sistema GLONASS e criou a empresa Information Satellite Systems (ISS), que está progressivamente promovendo o lançamento de novos satélites para substituir os que, apesar de ainda em funcionamento, estão chegando ao limite de vida útil, com planos de chegar a 24 satélites operacionais.
Os satélites que estão sendo lançados agora são denominados GLONASS-M e possuem melhores características de sinal do que os antigos satélites do século passado. Sua vida útil esperada é de 7 a 8 anos. Está também em estudos uma nova série de satélites, a serem lançados após 2010, chamados GLONASS-K, com vida útil estimada em 10 anos. Existem também entendimentos entre as autoridades russas, norte-americanas e européias e com a ITU no sentido de futuramente os satélites GLONASS emitirem seus sinais em freqüências compatíveis com os sistemas GPS (norte-americano) e Galileo (europeu). Atualmente cada satélite GLONASS emite o seu sinal em uma freqüência diferente, (tecnologia FDMA), enquanto que tanto os atuais satélites GPS como os futuros satélites Galileo empregam tecnologia CDMA . A mistura de sinais FDMA e CDMA faz com seja muito caro e complicado construir um receptor capaz de processar simultaneamente sinais GPS e GLONASS. Outro problema de compatibilidade a ser resolvido é o datum usado para fornecer as coordenadas geográficas. Os russos e os satélites GLONASS usam um datum próprio chamado "PZ-90", enquanto que os satélites GPS usam o datum "WGS-84", comumente empregado em vários países ocidentais.


Mais Informações: http://www.glonass-ianc.rsa.ru/




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